Reflexoes_2019

Nosso Pai Amoroso

Há muito que o SENHOR me apareceu, dizendo: Porquanto com amor eterno te amei, por isso com benignidade te atraí. (Jeremias 31:3).

Nós amamos a ele porque ele nos amou primeiro. (I João 4:19).

Ele encaminhou Seus ouvintes ao Governador do Universo, sob a nova designação: Pai Nosso. Queria que compreendessem quão ternamente o coração de Deus por eles anelava. Ensinou que Deus cuida de toda alma perdida; que ”como um pai se compadece de seus filhos, assim o Senhor Se compadece daqueles que O temem”. Sal. 103:13. Tal concepção de Deus não foi jamais dada ao mundo por qualquer religião senão a da Bíblia. (mais…)

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Reflexoes_2019

Amai os Vossos Inimigos

Ouvistes que foi dito: Amarás o teu próximo, e odiarás o teu inimigo. Eu, porém, vos digo: Amai a vossos inimigos, bendizei os que vos maldizem, fazei bem aos que vos odeiam, e orai pelos que vos maltratam e vos perseguem; para que sejais filhos do vosso Pai que está nos céus; porque faz que o seu sol se levante sobre maus e bons, e a chuva desça sobre justos e injustos. (Mateus 5:43-45).

A lição do Salvador: ”Não resistais ao mal” (Mat. 5:39), era dura de ouvir para os vingativos judeus, e eles murmuraram contra ela entre si. Jesus fez então uma declaração ainda mais forte: [Mat. 5:43-45].

Tal era o espírito da lei que os rabis tão mal haviam interpretado como um frio e rígido código de cobranças. Consideravam-se melhores que os outros homens, e como com direito ao especial favor de Deus em virtude de seu nascimento israelita; mas Jesus indicou o espírito de amor perdoador como aquele que evidenciaria serem atuados por motivos mais elevados do que os mesmos publicanos e pecadores a quem eles desprezavam. O Maior Discurso de Cristo, 73-74. (mais…)

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Palavras Verdadeiras e Puras

A vossa palavra seja sempre agradável, temperada com sal, para que saibais como vos convém responder a cada um. (Colossenses 4:6).

Jesus estabeleceu então um princípio que tornaria desnecessário o juramento. Disse que a exata verdade deve ser a lei da linguagem. ”Seja, porém, o vosso falar: Sim, sim; não, não, porque o que passa disso é de procedência maligna.” Mat. 5:37.

Essas palavras condenam todas aquelas frases sem sentido e palavras expletivas [redundantes, desnecessárias], que beiram a profanidade. Condenam os enganosos cumprimentos, a evasiva da verdade, as frases lisonjeiras, os exageros, as falsidades no comércio, coisas comuns na sociedade e no comércio do mundo. Elas ensinam que ninguém que busque parecer o que não é, ou cujas palavras não exprimam o sentimento real do coração, pode ser chamado verdadeiro. (mais…)

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