reflexoes2017_img_destac

A Ovelha Perdida

Porque assim diz o Alto e o Sublime, que habita na eternidade, e cujo nome é Santo: Num alto e santo lugar habito; como também com o contrito e abatido de espírito, para vivificar o espírito dos abatidos, e para vivificar o coração dos contritos. Isaías 57:15.

A parábola da ovelha perdida deve ser considerada como um lema em todo lar. O divino Pastor deixa as noventa e nove, e vai ao deserto em busca da que se perdera. Há mato cerrado, atoleiros, perigosas cavidades nas rochas, e o Pastor sabe que, se a ovelha se encontra em qualquer desses lugares, é preciso que uma mão amiga a ajude a sair. Ao ouvir-lhe de longe o balido, afronta Ele toda e qualquer dificuldade a fim de salvar Sua ovelha perdida. Ao descobri-la não lhe dirige censuras. Alegra-Se simplesmente por havê-la encontrado com vida. Com mão firme e delicada ao mesmo tempo, afasta os espinhos ou tira-a do lamaçal; ergue-a ternamente e põe-na ao ombro, levando-a de volta ao redil. O puro e imaculado Redentor, conduz o pecaminoso, o impuro. […]

Cada um de nós, individualmente, fomos assim levados aos ombros de Cristo. Que ninguém alimente um espírito arrogante, um espírito de justiça própria e de crítica; pois ovelha alguma haveria jamais entrado no aprisco, não houvesse o Pastor empreendido a penosa busca no deserto. […]

Precisamos ter em mente a grande alegria manifestada pelo Pastor ao reaver a perdida. Convoca os Seus amigos: “Regozijai-vos comigo, porque já achei a Minha ovelha perdida.” Lucas 15:6. E o Céu inteiro ecoa a nota da alegria. O próprio Pai, com cânticos Se regozija pela salva. Que santo êxtase de júbilo é expresso nessa parábola! E dessa alegria temos o privilégio de partilhar. […]

Se vemos alguém cujas palavras ou atitudes mostram estar separado de Deus, não devemos censurá-lo. Não nos compete a obra de condená-lo, antes devemos nos colocar a seu lado a fim de o ajudar. Consideremos a humildade de Cristo, Sua mansidão, e trabalhemos como Ele trabalhava, com o coração pleno de santificada ternura. Testemunhos para a Igreja, Vol. 6, 124-125.


Esta publicação está presente nas Reflexões Semanais 2017, para o pôr-do-sol de 14 de julho de 2017.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *