Reflexoes_2019

A Questão do Juramento – Parte II

Se alguém der a seu próximo a guardar um jumento, ou boi, ou ovelha, ou outro animal, e este morrer, ou for dilacerado, ou arrebatado, ninguém o vendo, então haverá juramento do SENHOR entre ambos, de que não pôs a sua mão nos bens do seu próximo; e seu dono o aceitará, e o outro não o restituirá. (Êxodo 22:10-11).

Temos homens que são colocados sobre nós como governadores, e leis para nos regerem. Não fosse por essas leis, e as condições do mundo seriam piores do que são agora. Algumas dessas leis são boas, outras más. Estas têm aumentado, e seremos ainda levados a situações apertadas. Mas Deus susterá o Seu povo para ser firme e viver à altura dos princípios de Sua Palavra. Quando as leis dos homens se chocam com a Palavra e a lei de Deus, cumpre-nos obedecer a estas, sejam quais forem as conseqüências. À lei de nossa terra que exige entregarmos um escravo a seu senhor, não devemos obedecer; e cumpre-nos sofrer as conseqüências de violar essa lei. O escravo não é propriedade de homem algum. Deus é seu legítimo senhor, e o homem não tem nenhum direito de tomar a obra de Deus em suas mãos, e pretender que é propriedade sua.

Vi que o Senhor tem ainda que ver com as leis do país. Enquanto Jesus está no santuário, o refreador Espírito de Deus é sentido por governantes e pelo povo. Mas Satanás domina em grande parte a massa do mundo, e não fossem as leis do pais, experimentaríamos muito sofrimento. Foi-me mostrado que, quando é realmente necessário, e eles são chamados a testemunharem de modo legal, não é violação da Palavra de Deus que Seus filhos tomem solenemente a Deus para testemunhar de que o que dizem é verdade, e coisa alguma senão a verdade. Testemunhos para a Igreja, Vol. 1, 201-202.

Vi que alguns têm preconceitos contra nossos governantes e contra as leis; mas se não fossem as leis, este mundo estaria em condição terrível. Deus refreia nossos governantes; pois o coração de todos está em Suas mãos. Estabelecem-se limites para além dos quais não podem ir. Muitos dos governantes pertencem ao número dos dirigidos por Satanás; mas vi que Deus tem os Seus agentes, mesmo entre os governantes. E alguns deles se converterão ainda à verdade. Estão agora desempenhando a parte que Deus deseja que desempenhem. Quando Satanás atua por meio de seus agentes, fazem-se propostas que, se executadas, impediriam a obra de Deus e produziriam grande mal. Os anjos bons atuam nesses agentes de Deus para que se oponham a essas propostas com razões fortes, às quais não podem resistir os agentes de Satanás. Uns poucos dos agentes de Deus terão poder para abater grande massa de males. Assim a obra prosseguirá até que a terceira mensagem tenha realizado sua obra, e por ocasião do alto clamor do terceiro anjo, esses agentes terão oportunidade de receber a verdade, e alguns deles se converterão, e atravessarão com os santos o tempo de angústia. Idem, 203.


Esta publicação está presente nas Reflexões Semanais 2019, para o pôr-do-sol de 18 de outubro de 2019.