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As Ofertas Voluntárias ao Senhor

Cada homem dê conforme propôs no seu coração, não com má vontade ou por necessidade; porque Deus ama um alegre doador. (II Coríntios 9:7). BKJ.

As contribuições exigidas dos hebreus para fins religiosos e caritativos, montavam a uma quarta parte completa de suas rendas [25%]. Uma taxa tão pesada sobre os recursos do povo poder-se-ia esperar que os reduzisse à pobreza; mas, ao contrário, a fiel observância destes estatutos era uma das condições de sua prosperidade. Patriarcas e Profetas, 527.

A fim de que haja fundos na tesouraria para a manutenção do ministério, e para atender aos pedidos de auxílio para empreendimentos missionários, é necessário que o povo de Deus dê alegre e liberalmente. Solene responsabilidade repousa sobre os pastores, qual seja a de expor perante as igrejas as necessidades da causa de Deus e ensiná-las a ser liberais. Quando isto é negligenciado, e as igrejas deixam de contribuir para as necessidades de outros, não somente a causa do Senhor sofre, mas é retirada a bênção que deveria vir sobre os crentes. Atos dos Apóstolos, 341.

Ide ao Senhor com coração transbordante de graças pelas misericórdias passadas e presentes, e manifestai vossa apreciação da liberalidade de Deus levando-Lhe vossas ofertas de gratidão, ofertas voluntárias e ofertas pelo pecado. (Review and Herald, 4 de janeiro de 1881). Conselhos sobre Mordomia, 198.

Certamente que a bondade e a misericórdia nos seguirão a cada passo. Tão-somente quando desejarmos que o Pai infinito deixe de nos conceder as Suas bênçãos sobre nós, devemos nós impacientemente exclamar: Não há fim para o dar? Não devemos, apenas, devolver fielmente a Deus os nossos dízimos, que Ele reclama como Seus, mas também devemos trazer à Sua tesouraria um tributo como oferta de gratidão. Com coração alegre levemos ao nosso Criador as primícias de toda a Sua liberalidade – as nossas mais acariciadas posses, nosso melhor e mais santo serviço. (Review and Herald, 9 de fevereiro de 1886). Ibidem, 18.

O Senhor requer que se dêem dádivas em tempos determinados, de tal modo que o dar se torne um hábito, e sinta-se que a beneficência é um dever cristão. O coração, aberto por um ato de beneficência, não deve ter tempo de tornar-se egoísta, frio e fechar-se antes do próximo ato. A corrente deve estar continuamente fluindo, mantendo assim aberto o canal por atos de beneficência. Testemunhos para a Igreja, Vol. 3, 394. [I TSM 373].


Esta publicação está presente nas Reflexões Semanais 2018, para o pôr-do-sol de 28 de setembro de 2018.

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