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Confessar os Pecados Diante de Deus

Confessei-te o meu pecado, e a minha maldade não encobri. Dizia eu: Confessarei ao SENHOR as minhas transgressões; e tu perdoaste a maldade do meu pecado. (Salmos 32:5).

Mas ao arrepender-nos do pecado não precisamos penetrar numa cela, como fez Lutero, impondo-nos penitências para expiar nossa iniqüidade, pensando com isso ganhar o favor de Deus. […] Diz o salmista: ”A um coração quebrantado e contrito não desprezarás, ó Deus.” Sal. 51:17. […] A única razão de não termos a remissão dos pecados é não reconhecermos Àquele a quem ferimos por nossas transgressões, a quem traspassamos por nossos pecados, que estamos em falta, e em necessidade de misericórdia. A confissão que é o desabafo do íntimo da alma encontrará caminho ao coração de infinita piedade, pois o Senhor está perto dAquele que tem o coração quebrantado, e salva os de espírito contrito.

Quão enganados estão os que imaginam que a confissão do pecado lhes diminua a dignidade e atenue a influência entre seus semelhantes! Apegando-se a esta idéia errônea, embora vejam suas faltas, muitos deixam de confessá-las, mas antes passam por alto os males que fizeram a outros, amargurando assim a sua própria vida, e obscurecendo a vida de outros. Não ferirá vossa dignidade o confessar vossos pecados. Fora com esta falsa dignidade! Caí sobre a Rocha e quebrantai-vos, e Cristo vos concederá a verdadeira e celestial dignidade. Que nenhum orgulho, estima ou justiça próprias impeçam a alguém de confessar seu pecado, para que possa fazer jus à promessa: ”O que encobre as suas transgressões nunca prosperará, mas o que as confessa e deixa, alcançará misericórdia.” Prov. 28:13. Não retenhais coisa alguma de Deus, e não negligencieis a confissão de vossas faltas aos irmãos. ”Confessai as vossas culpas uns aos outros, e orai uns pelos outros, para que sareis.” Tia. 5:16. Muito pecado é deixado sem confessar, para defrontar o pecador no dia do ajuste final; muito melhor é afrontar vossos pecados agora, confessá-los e abandoná-los, enquanto o Sacrifício expiatório intercede em vosso favor. Não deixeis de conhecer a vontade de Deus neste assunto. A saúde de vossa alma e a salvação de outros dependem do procedimento que adoteis neste particular. […] O coração humilde e quebrantado sabe apreciar alguma coisa do amor de Deus e da cruz do Calvário. Ampla será a bênção experimentada por aquele que satisfaz as condições sob as quais possa tornar-se participante do favor de Deus. (ST, 12 de dezembro de 1892). Mensagens Escolhidas, Vol. 1, 326-327.


Esta publicação está presente nas Reflexões Semanais 2018, para o pôr-do-sol de 9 de março de 2018.

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