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O Espírito de Liberalidade

Ao que distribui mais se lhe acrescenta, e ao que retém mais do que é justo, é para a sua perda. A alma generosa prosperará e aquele que atende também será atendido. (Provérbios 11:24-25).

Para que o homem não perdesse os benditos resultados da caridade, nosso Redentor formou o plano de alistá-lo como coobreiro Seu. Deus poderia ter atingido o Seu objetivo de salvar pecadores, sem o auxílio do homem; mas sabia que o homem não poderia ser feliz sem desempenhar uma parte na grande obra. Por uma cadeia de circunstâncias que haveriam de despertar no homem os sentimentos de caridade, concede-lhe Ele os melhores meios de cultivar a beneficência, e o conserva dando habitualmente para ajudar os pobres e para fazer avançar Sua causa. Por suas necessidades, um mundo arruinado está dependendo de nossos talentos de meios e de influência, para apresentar a homens e mulheres a verdade, por cuja falta estão a perecer. E ao atendermos a esses chamados, pelo trabalho e por atos de caridade, tornamo-nos semelhantes à imagem dAquele que por nossa causa Se tornou pobre. Dando, abençoamos outros, e assim acumulamos verdadeiras riquezas.

A glória do evangelho é ter ele base no princípio de restaurar na raça caída a imagem divina, por uma constante manifestação de beneficência. Essa obra começou nas cortes celestiais. Ali deu Deus aos seres humanos uma prova inequívoca do amor que a eles nutre. “Amou o mundo de tal maneira que deu o Seu Filho unigênito, para que todo aquele que nEle crê não pereça, mas tenha a vida eterna.” João 3:16. O dom de Cristo revela o coração do Pai. Testifica que, havendo empreendido nossa redenção, Ele não poupará coisa alguma que seja necessária para completar Sua obra, ainda que seja algo muito precioso.

O espírito de liberalidade é o espírito do Céu. O abnegado amor de Cristo é revelado na cruz. Para que o homem pudesse ser salvo, deu Ele tudo quanto possuía, e em seguida deu a Si mesmo. A cruz de Cristo apela para a beneficência de todo seguidor do bendito Salvador. O princípio ali ilustrado é dar, dar. Isso, levado a efeito em real beneficência e boas obras, é o verdadeiro fruto da vida cristã. O princípio dos mundanos é adquirir, adquirir, e assim esperam conseguir felicidade; mas, levado a efeito em todos os seus aspectos, o fruto é miséria e morte. Testemunhos para a Igreja, Vol. 9, 253-254.


Esta publicação está presente nas Reflexões Semanais 2018, para o pôr-do-sol de 7 de setembro de 2018.

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