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O Segundo Dízimo

Conforme está escrito: Espalhou, deu aos pobres; A sua justiça permanece para sempre. (II Coríntios 9:9).

A fim de promover a reunião do povo para serviço religioso, bem como para se fazerem provisões aos pobres, exigia-se um segundo dízimo de todo o lucro. […] Este dízimo, ou o seu equivalente em dinheiro, deviam por dois anos trazer ao lugar em que estava estabelecido o santuário. Depois de apresentarem uma oferta de agradecimento a Deus, e uma especificada porção ao sacerdote, os ofertantes deviam fazer uso do que restava para uma festa religiosa, da qual deviam participar os levitas, os estrangeiros, os órfãos e as viúvas. Assim, tomavam-se providências para as ações de graças e festas, nas solenidades anuais, e o povo era trazido à associação com os sacerdotes e levitas, para que pudesse receber instrução e animação no serviço de Deus. Em cada terceiro ano, entretanto, este segundo dízimo devia ser usado em casa, hospedando os levitas e os pobres, conforme Moisés dissera: ”Para que comam dentro das tuas portas, e se fartem.” Deut. 26:12. Este dízimo proveria um fundo para fins de caridade e hospitalidade. Patriarcas e Profetas, 530.

A dedicação de um segundo dízimo para o auxílio dos pobres e outros fins de benevolência, tendia a conservar vívida diante do povo a verdade de que Deus é o possuidor de todas as coisas, e a oportunidade deles para serem portadores de Suas bênçãos. Educação, 44.

O Senhor deseja que as igrejas, em todo o lugar assumam mais diligentemente a obra educacional da igreja, dando com liberalidade para sustentar os professores. Tem sido feita a pergunta: “O segundo dízimo não poderia ser usado para manter a obra da escola da igreja?” Ele não pode ser utilizado com melhor finalidade do que esta. (Man. 67, 1901).

Não vejo sabedoria no ato de a escola depender do segundo dízimo para cobrir tão grande parte de suas despesas. Receio que se os irmãos confiarem tanto nisso, surjam dificuldades. Deveis trabalhar pacientemente para desenvolver as industrias mediante as quais os estudantes consigam, em parte fazer frente a suas despesas escolares. Que cada família procure pagar as despesas dos estudantes que envia para a escola. (Carta 167, 1904). (Em Santo ao Senhor, pág. 63).

Com respeito à obra educacional, fui instruída de que o plano de não cobrar nada dos alunos pela taxa escolar, dependendo do segundo dízimo para manter a escola, sempre deixará a escola em precárias condições financeiras. (Carta 103, 1905). (Em Santo ao Senhor, pág. 64).


Esta publicação está presente nas Reflexões Semanais 2018, para o pôr-do-sol de 26 de outubro de 2018.

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