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Os Salmos de Davi (Parte 1)

Bendize, ó minha alma, ao SENHOR, e tudo o que há em mim bendiga o seu santo nome. Salmos 103:1.

As mais antigas bem como as mais sublimes expressões poéticas que se conhecem, encontram-se nas Escrituras. Educação, 159.

Pelo cântico, Davi, entre as dificuldades de sua vida tão cheia de mudanças, entretinha comunhão com o Céu. Quão suaves são suas experiências como um pastorzinho, conforme se refletem nestas palavras:

”O Senhor é o meu pastor; nada me faltará. Deitar-me faz em verdes pastos, Guia-me mansamente a águas tranqüilas. Ainda que eu andasse pelo vale da sombra da morte, Não temeria mal algum, porque Tu estás comigo; A Tua vara e o Teu cajado me consolam.” Sal. 23:1, 2 e 4.

Em sua varonilidade, como um fugitivo a quem se procurava prender, encontrando ele refúgio nas rochas e cavernas, escreveu:

”Ó Deus, Tu és o meu Deus; de madrugada Te buscarei; A minha alma tem sede de Ti; a minha carne Te deseja muito Em uma terra seca e cansada, onde não há água, … Tu tens sido o meu auxílio; Jubiloso cantarei refugiado à sombra das Tuas asas.” Sal. 63:1 e 7.

”Por que estás abatida, ó minha alma, e por que te perturbas dentro de mim? Espera em Deus, pois ainda O louvarei. Ele é a salvação da minha face e o meu Deus.” Sal. 42:11.

”O Senhor é a minha luz e a minha salvação; a quem temerei?

O Senhor é a força da minha vida; De quem me recearei?” Sal. 27:1. Ibidem, 164.


Esta publicação está presente nas Reflexões Semanais 2017, para o pôr-do-sol de 11 de agosto de 2017.

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