Reflexoes_2019

O Sacro Concerto do Matrimônio

Assim não são mais dois, mas uma só carne. Portanto, o que Deus ajuntou não o separe o homem. (Mateus 19:6).

Entre os judeus era permitido ao homem repudiar sua mulher pelas mais triviais ofensas, e a mulher se achava então em liberdade de casar outra vez. Este costume levava a grande infelicidade e pecado. No Sermão do Monte, Jesus declarou plenamente que não podia haver dissolução do laço matrimonial, a não ser por infidelidade do voto conjugal.* […]

Quando, posteriormente, os fariseus O interrogaram acerca da legalidade do divórcio, Jesus apontou a Seus ouvintes a antiga instituição do casamento, segundo foi ordenada na criação. ”Moisés”, disse Ele, ”por causa da dureza do vosso coração, vos permitiu repudiar vossa mulher; mas, no princípio, não foi assim.” Mat. 19:8. (mais…)

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A DOUTRINA DO MATRIMÔNIO

No assunto do casamento sempre tem havido tentativas de rebaixamento das normas, semelhante ao que os judeus faziam, devido a ser um povo de dura cerviz. As igrejas, de modo geral – tanto fora como dentro do adventismo – têm fracassado em fazer uma reforma completa.

Cremos que o matrimônio foi divinamente estabelecido no Éden como sagrada união entre um homem e uma mulher. (Gênesis 2:18-24).

Sendo que o autor desta instituição é o próprio Deus, somente com a Sua graça o matrimônio será tudo o que deveria ser. (Provérbios 18:22; I Coríntios 13:1-7; Hebreus 13:4). (mais…)

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Juiz implacável ou Pai misericordioso?

Quando lemos o Antigo e o Novo Testamento e comparamos seus ensinos, começam a surgir algumas aparentes discrepâncias. A fim de conciliar as recomendações, muitas teorias foram elaboradas ao decorrer da história cristã. Alguns chegaram a dizer que o Deus do Antigo Testamento não é o mesmo do Novo. Era dito que o AT apresenta Deus muitas vezes em ira e cólera, se assemelhando a um Juiz implacável. Já no NT, parece que é apresentado o amor e a misericórdia como características primordiais de Deus. Contudo, essa alegação de profundo contraste dos dois Testamentos acaba sendo fruto de um análise superficial do conteúdo bíblico, pois se analisarmos os juízos e condenações que há no NT, eles não diferem dos encontrados no AT. Na realidade, ocorrem inclusive muitas alusões proféticas convergentes. E não encontramos ira e juízo divino apenas no Apocalipse, mas, nas próprias palavras de Jesus, e mesmo em seus atos. (Mateus 8:11-12; 22:11-14; Lucas 19:41-48). (mais…)

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