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A Lei que foi Abolida na Cruz

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CONSIDERAÇÕES FINAIS

 

Aquele que procura tornar-se santo por suas próprias obras, guardando a lei, tenta o impossível. Tudo que o homem possa fazer sem Cristo, está poluído de egoísmo e pecado. É unicamente a graça de Cristo, pela fé, que nos pode tornar santos.

O erro oposto e não menos perigoso é o de que a crença em Cristo isente o homem da observância da lei de Deus; que, visto como só pela fé é que nos tornamos participantes da graça de Cristo, nossas obras nada têm que ver com nossa redenção.

Mas notai aqui que a obediência não é mera aquiescência externa, mas sim o serviço de amor. A lei de Deus é uma expressão de Sua própria natureza; é uma corporificação do grande princípio do amor, sendo, daí o fundamento de Seu governo no Céu e na Terra. Se nosso coração é renovado à semelhança de Deus, se o amor divino é implantado na alma, não será então praticado na vida a lei de Deus? Implantado no coração o princípio do amor, renovado o homem segundo a imagem dAquele que o criou, cumpre-se a promessa do novo concerto: “Porei as Minhas leis em seu coração e as escreverei em seus entendimentos.” Heb. 10:16. E se a lei está escrita no coração, não moldará ela a vida? A obediência – nosso serviço e aliança de amor – é o verdadeiro sinal de discipulado. Assim diz a Escritura: “Porque esta é a caridade [ou amor] de Deus: que guardemos os Seus mandamentos.” I João 5:3. “Aquele que diz: Eu conheço-O e não guarda os Seus mandamentos é mentiroso, e nele não está a verdade.” I João 2:4. Caminho a Cristo, 60. (Ellen G. White)

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Diálogo entre Cristo e um Professo Cristão

Apresentaremos neste livreto, na forma figurativa, uma conversa entre Cristo e um professo cristão. Que escusas daremos nós para não seguir-Lhe o ensinamento? E, que nos responde Cristo? – Sua resposta está na Bíblia Sagrada – o único meio infalível que contêm a instrução Divina.

É nossa oração que as respostas de Cristo, através de Sua Palavra, possam tornar-se realidade para o estimado leitor.

 

Disse Jesus: “Segue-me”. Mateus 9:9.

 

(Professo cristão:) Mas eu já Lhe aceitei como meu único Salvador pessoal, que devo mais fazer?

 

(Resposta:) Teme a Deus, e guarda os seus mandamentos, porque isto é o dever de todo homem. Eclesiastes 12:13.

 

(Professo cristão:) Mas não basta que eu O ame e viva na lei do amor?

 

(Resposta:) Se me amardes, guardareis os meus mandamentos. João 14:15. Aquele que tem os meus mandamentos e os guarda esse é o que me ama… Se alguém me ama, guardará a minha palavra. João 14:21 e 23.

 

Mas isto significa todos os Dez mandamentos?

 

Porque qualquer que guardar toda a lei e tropeçar em um só ponto, tornou-se culpado de todos. Tiago 2:10.

 

Já O conheço Senhor e sei da Sua Verdade.

 

Aquele que diz eu O conheço e não guarda os Seus mandamentos, é mentiroso e nele não está a verdade. I João 2:4.

 

Penso que se me esforçar em segui-Lo, basta isto; não é assim?

 

Aquele que diz que está nEle, também deve andar como Ele andou. I João 2:6. Se alguém me serve, siga-Me, e, onde Eu estiver, ali estará também o meu servo. João 12:26. Porque para isto sois chamados; pois também Cristo padeceu por vós, deixando-vos o exemplo, para que sigais as suas pisadas. I Pedro 2:21.

 

Como o Senhor andou e qual o Seu costume?

 

E, chegando a Nazaré, onde fora criado, entrou num dia de sábado, segundo Seu costume na sinagoga, e levantou-se para ler. Lucas 4:16.

 

Isso foi a quase 2000 anos; se hoje o Senhor viesse a esta terra, não guardaria outro dia a não ser o sábado?

 

Eu sou o Senhor, e não mudo. Malaquias 3:6. Jesus Cristo é o mesmo ontem e hoje e eternamente. Hebreus 13:8. Não violarei o meu pacto, nem alterarei o que saiu dos meus lábios. Salmos 89:34.

 

O sábado não é coisa do velho testamento, antes da morte de Jesus?

 

E as mulheres que tinham vindo com ele da Galiléia, seguindo a José, viram o sepulcro, e como o corpo foi ali depositado. Então voltaram e prepararam especiarias e ungüentos. E no sábado repousaram, conforme o mandamento. Lucas 23:55-56.

 

Mas dependerá minha salvação da obediência ao mandamento do sábado?

 

E sendo Ele consumado, veio a ser causa de eterna salvação para todos os que lhe obedecem. Hebreus 5:9.

 

Mas será absolutamente necessário guardar os mandamentos para viver a vida eterna?

 

Se queres entrar na vida, guarda os mandamentos. Mateus 19:17. Procuremos pois entrar naquele repouso, para que ninguém caia no mesmo exemplo de desobediência. Hebreus 4:11. Os que deixam a lei louvam o ímpio, mas os que guardam a lei pelejam contra ele. Provérbios 28:4.

 

Não compreendo, Senhor, por que insistir tanto no sétimo dia; não é o domingo tão bom quanto o Sábado?

 

E abençoou o Senhor o dia sétimo e o santificou. Gênesis 2:3. Ele tem abençoado e não posso revogar. Números 23:20. Porque em seis dias fez o Senhor o céu e a terra, o mar e tudo o que neles há, e ao sétimo dia descansou; por isso o Senhor abençoou o dia do sábado, e o santificou. Êxodo 20:11.

 

Parece-me, que se eu guardar um dia da semana seja ele qual for, já é o bastante para cumprir a lei.

 

Há caminho, que ao homem parece direito, mas, o seu fim são os caminhos da morte. Provérbios 16:25; 14:12. Enganoso é o coração, mais do que todas as coisas, e perverso; quem o conhecerá? Jeremias 17:9.  As coisas espirituais são espiritualmente discernidas. I Coríntios 2:13-14.

 

Mas, Senhor, Senhor! Minha profissão não permite guardar outro dia senão o domingo.

 

Nem todo o que me diz: Senhor, Senhor! entrará no reino dos céus, mas aquele que faz a vontade de meu Pai que está nos céus. Mateus 7:21.

 

Mas eu oro a Deus.

 

O que desvia os ouvidos de ouvir a lei, até sua oração será abominável. Provérbios 28:9. Longe está o Senhor dos ímpios, mas escutará a oração dos justos. Provérbios 15:29. Deus não ouve a pecadores; mas, se alguém é temente a Deus, e faz a Sua vontade, a esse ouve. João 9:31.

 

Mas, Senhor, há pessoas que fazem mil milagres em Seu nome, alguns até curam doentes, outros falam línguas estranhas, realizam coisas maravilhosas, contudo não guardam o sábado. O que o Senhor diz?

 

Muitos me dirão naquele dia: Senhor, não profetizamos nós em Teu nome? E em Teu nome não expulsamos demônios? E em teu nome não fizemos muitas maravilhas? E então lhes direi abertamente: Nunca vos conheci; apartai-vos de Mim, vós que praticais a iniqüidade. Mateus 7:22-23. Ainda que eu falasse a língua dos homens e dos anjos, e não tivesse amor, seria como o metal que soa ou como címbalo que retine. I Coríntios 13:1. Porque este é o amor de Deus, que guardemos os Seus mandamentos; e os Seus mandamentos não são penosos. I João 5:3.

 

Reconheço que o sábado é o dia que deve ser guardado, mas minha profissão não permite que eu guarde, seria despedido e não teria possibilidade de ganhar a vida.

 

Quem achar a sua vida perdê-la-á; e quem perder a sua vida por amor de mim achá-la-á. Mateus 10:39. Pois que aproveitaria ao homem ganhar todo o mundo e perder a sua vida? Marcos 8:36.

 

Não seria preferível que eu trabalhasse no sábado, do que minha família passar fome?

 

Vosso Pai celestial sabe que necessitas de todas estas coisas; mas buscai em primeiro lugar o reino de Deus e Sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas. Mateus 6:32-33. Nunca vi desamparado o justo, nem a sua descendência a mendigar o pão. Salmos 37:25. O Senhor não deixa o justo passar fome. Provérbios 10:3.

 

Se eu guardar o sábado, serei alvo de críticas.

 

Bem aventurado sois vós, quando vos injuriarem e perseguirem, e mentindo, disserem todo mal contra vós por minha causa, exultai e alegrai-vos, porque é grande o vosso galardão nos céus. Mateus 5:11-12. Se o mundo vos aborrece sabei que, primeiro do que vós, me aborreceu a mim. João 15:18.

 

Digamos que minha família não concorde, devo ir contra a vontade dela?

 

Quem ama o pai ou a mãe mais do que a Mim não é digno de Mim, e quem não toma sua cruz e não segue após Mim, não é digno de Mim. Mateus 10:37-38. Assim, pois, qualquer de vós que não renuncia a tudo quanto tem, não pode ser meu discípulo. Lucas 14:33.

 

Confesso que tenho medo, não sou capaz de suportar tais provas, reconheço que sou fraco.

 

Minha graça te basta, porque o Meu poder se aperfeiçoa na fraqueza, porque quando estou fraco, então sou forte. II Coríntios 12:9-13. Posso todas as coisas naquEle que me fortalece. Filipenses 4:13. Porque todo que é nascido de Deus vence o mundo; e esta é a vitória que vence o mundo, a nossa fé. I João 5:4.

 

Vejo que estou perdido, nunca guardei o sábado.

 

Mas Deus, não tendo em conta os tempos da ignorância, anuncia agora a todos os homens, e em todo o lugar, que se arrependam. Atos 17:30.

 

Como poderei guardar o sábado e os demais mandamentos?

 

Então espalharei água pura sobre vós, e ficareis purificados; de todas as vossas imundices e de todos os vossos ídolos vos purificarei. E vos darei um coração novo, e porei dentro de vós um espírito novo; e tirarei o coração de pedra da vossa carne, e vos darei um coração de carne, e porei dentro de vós o Meu espírito, e farei que andeis nos meus estatutos, e guardeis os meus juízos, e os observeis. Ezequiel 36:25-27.

 

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CONSIDERAÇÕES FINAIS

Satanás declarara que era impossível ao homem obedecer aos mandamentos de Deus; e é verdade que por nossa própria força não lhes podemos obedecer. Cristo, porém, veio na forma humana, e por Sua perfeita obediência provou que a humanidade e a divindade combinadas podem obedecer a todos os preceitos de Deus.

“Mas, a todos quantos O receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus: aos que crêem no Seu nome”. João 1:12. Este poder não está no instrumento humano. É o poder de Deus. Quando uma pessoa recebe a Cristo, recebe também o poder de viver a vida de Cristo.

Deus requer de Seus filhos perfeição. Sua lei é transcrito de Seu próprio caráter, e é o padrão de todo caráter. Esta norma infinita é apresentada a todos, para que não haja má compreensão no tocante à espécie de homens que Deus quer ter para compor o Seu reino. A vida de Cristo na Terra foi uma expressão perfeita da lei de Deus, e quando os que professam ser Seus filhos receberem caráter semelhante ao de Cristo, obedecerão aos mandamentos de Deus. Então o Senhor pode contá-los com toda confiança entre os que formarão a família do Céu. Trajados com vestes gloriosas da justiça de Cristo, participarão da ceia do Rei. Tem o direito de associar-se com a multidão lavada no sangue. Parábolas de Jesus 314-315. (Ellen G. White)

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Un Gran Movimiento Mundial [Español]

“En el tiempo mismo en que vivimos, el Señor ha llamado a su pueblo y le ha dado un mensaje para presentar. Lo ha llamado a exponer la maldad del hombre de pecado, que ha hecho de la ley del domingo un poder distintivo, que ha pensado en cambiar los tiempos y la ley, y ha oprimido al pueblo de Dios que se mantiene firme para honrarlo y guardar el único verdadero día de reposo, el sábado de la creación, como santo para el Señor.”. (Elena G. White em Testimonios para los Ministros, 117).

“Hay camino que parece derecho al hombre, mas su salida son caminos de muerte.” Povérbios 16:25. La ignorancia no disculpa el error ni el pecado, cuando se tiene toda oportunidad de conocer la voluntad de Dios. Tomemos el caso de un hombre que estando de viaje llega a un punto de donde arrancan varios caminos en direcciones indicadas en un poste. Si no se fija en éste y escoge el camino que mejor le parezca, por sincero que sea, es más que probable que errará el rumbo. CS 583.

Eva creyó realmente las palabras de Satanás, pero esta creencia no la salvó de la pena del pecado. No creyó en las palavras de Dios, y esto la condujo su caída. En el juicio final, los hombres no serán condenados por que creyeron concienzudamente una mentira, sino porque no creyeron la verdaded, porque descuidaron la oportunidad de aprender la verdad. No obstante los sofismas con que Satanás trata de establecer lo contrario, siempre es desastroso desobedecer a Dios. Debemos aplicar nuestros corazones a buscar la verdad. Todas las lecciones que Dios mandó registrar en Su palabra son para nuestra advertência e instrucción. Fueran escritas para salvarnos del engaño. El descuidarlas nos traerá la ruina. Podemos estar seguros de que todo lo que contradiga la Palabra de Dios procede de Satanás. PP 35.

 

LA VENIDA DEL HOMBRE DE PECADO – ¿POR QUIEN ESTA REPRESENTADO?

 

El apóstol Pablo advirtió a la iglesia que no debía esperar la venida de Cristo en tiempo de él. “Ese día – dijo – no puede venir ala que” haya venido “primero la apostasia,” y sin que haya sido “revelado el hombre de pecado” (2 Tessalonicenses 2:3 V.M.) Sólo después que se haya prodicido la gran apostasia y se haya cumplido el largo período del reino del “hombre de pecado”, podemos esperar o el advenimiento de nuestro Señor. El “hombre de pacado”, que tambiém es llamado “misterio de iniquidad”, “hijo de perdición” y “el inícuo”, representa al papado, el cual, como está predicho en las procecías, conservaria su supremacia durante 1260 años. CS 356.

Pero no paró aquí, la obra del jefe engañador. Havía, resuelto reunir al mundo cristiano bajo su bandera y ejercer su poder por medio de su vicario, el orgulloso pontífice, que aseveraba ser el representante de Cristo. Realizó su propósito, valiéndose de paganos semiconvertidos, de prelados ambiciosos y de eclesiásticos amigos del mundo. Convocábanse de vez en cuando grandes concilios, en que se reunian los dignatarios de la iglesia de todas partes del mundo. Casi en cada concilio el dia de reposo que Dios había instituído era deprimido en poco más en tanto que el domingo era exaltado en igual proporción. …

El gran apóstata había logrado ensalzarse a sí mismo “sobre todo lo que se llama Dios, o que es objeto de culto.” (2 Tesalonicenses 2: 4.) 58 Se había atrevido a alterar el único precepto de la ley divina que señala de un modo infalible a toda la humanidad al Dios viviente y verdadero. En el cuarto mandamiento Dios es dado a conocer como el Creador de los cielos y de la tierra y distinto por lo tanto de todos los dioses falsos. Como monumento conmemorativo de la obra de la creación fue santificado el día séptimo como día de descanso para el hombre. Estaba destinado a recordar siempre a los hombres que el Dios viviente es fuente de toda existencia y objeto de reverencia y adoración. Satanás se esfuerza por disuadir a los hombres de que se sometan a Dios y obedezcan a su ley; y por lo tanto dirige sus golpes especialmente contra el mandamiento que presenta a Dios como al Creador. CS 51.

 

 

¿QUE HARIA EL HOMBRE DE PECADO?

 

 

Edictos reales, concilios generales y ordenanzas de la iglesia sostenidos por el poder civil fueron los peldaños por medio de los cuales el día de fiesta pagano alcanzó su puesto de honor en el mundo cristiano. La primera medida pública que impuso la observancia del domingo fue la ley promulgada por Constantino. (Año 321 de J C.; véase el Apéndice.) Dicho edicto 631 requería que los habitantes de las ciudades descansaran en “el venerable día del sol,” pero permitía a los del campo que prosiguiesen sus faenas agrícolas. A pesar de ser en realidad ley pagana, fue impuesta por el emperador después que hubo aceptado nominalmente el cristianismo.

Como el mandato real no parecía substituir de un modo suficiente la autoridad divina, Eusebio, obispo que buscó el favor de los príncipes y amigo íntimo y adulador especial de Constantino, aseveró que Cristo había transferido el día de reposo del sábado al domingo. No se pudo aducir una sola prueba de las Santas Escrituras en favor de la nueva doctrina. Eusebio mismo reconoce involuntariamente la falsedad de ella y señala a los verdaderos autores del cambio. “Nosotros hemos transferido al domingo, día del Señor -dice- todas las cosas que debían hacerse en el sábado.” – Roberto Cox, Sabbath Laws and Sabbath Duties, pág. 538. Pero por infundado que fuese el argumento en favor del domingo, sirvió para envalentonar a los hombres y animarlos a pisotear el sábado del Señor. Todos los que deseaban ser honrados por el mundo aceptaron el día festivo popular.

Con el afianzamiento del papado fue enalteciéndose más y más la institución del domingo. Por algún tiempo el pueblo siguió ocupándose en los trabajos agrícolas fuera de las horas de culto, y el séptimo día, o sábado, siguió siendo considerado como el día de reposo. Pero lenta y seguramente fue efectuándose el cambio. CS 561.

 

 

UNA TERRIBLE VIOLENCIA A LA LEY DE DIOS

 

 

El rasgo más característico de la bestia, y por consiguiente de su imagen, es la violación de los mandamientos de Dios. Daniel dice del cuerno pequeño, o sea del papado: “Pensará en mudar los tiempos y la ley.” (Daniel 7: 25.) Y San Pablo llama al mismo poder el “hombre de pecado,” que había de ensalzarse sobre Dios. Una profecía es complemento de la otra. Sólo adulterando la ley de Dios podía el papado elevarse sobre Dios; y quienquiera que guardase a sabiendas la ley así adulterada daría honor supremo al poder que introdujo el cambio. Tal acto de obediencia a las leyes papales sería señal de sumisión al papa en lugar de sumisión a Dios. CS 440.

 

 

EL SÁBADO FUE QUITADO DE LA LEY POR EL PAPA

 

¿Qué razón válida puede darse en favor de un cambio que las Santas Escrituras no sancionan?

 

En el siglo sexto el papado concluyó por afirmarse. El asiento de su poder quedó definitivamente fijado en la ciudad imperial, cuyo obispo fue proclamado cabeza de toda la iglesia. El paganismo había dejado el lugar al papado. El dragón dio a la bestia “su poder y su trono, y grande autoridad.” (Apocalipsis 13: 2, V.M.; véase el Apéndice.) Entonces empezaron a correr los 1260 años de la opresión papal predicha en las profecías de Daniel y en el Apocalipsis. (Daniel 7:25; Apocalipsis 13:5-7.) CS 51-52.

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El cambio introducido en el cuarto mandamiento cumple exactamente la profecía. La única autoridad que se invoca para dicho cambio es la de la iglesia. Aquí el poder papal se ensalza abiertamente sobre Dios. CS 440.

 

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ROMA APELO AL PODER CIVIL PARA FORZAR LA CONSCIENCIA CON MULTAS PRISIONES Y MUERTES

 

Se prohibió a los magistrados que fallaran en lo civil los domingos. Poco después se dispuso que todos sin distinción de clase social se abstuviesen del trabajo ordinario, so pena de multa para los señores y de azotes para los siervos. Más tarde se decretó que los ricos serían castigados con la pérdida de la mitad de sus bienes y que finalmente, si se obstinaban en desobedecer, se les hiciese esclavos. Los de las clases inferiores debían sufrir destierro perpetuo. CS 561.           

Como los decretos de los concilios resultaran insuficientes, se instó a las autoridades civiles a promulgar un edicto que inspirase terror al pueblo y le obligase a abstenerse de trabajar el domingo. En un sínodo reunido en Roma, todos los decretos anteriores fueron confirmados con mayor fuerza y solemnidad, incorporados en la ley eclesiástica y puestos en vigencia por las autoridades civiles en casi toda la cristiandad. (Véase Heylyn, History of the Sabbath, parte 2, cap. 5, sec. 7.)

A pesar de esto la falta de autoridad bíblica en favor de la observancia del domingo no originaba pocas dificultades. El pueblo ponía en tela de juicio el derecho de sus maestros para echar a un lado la declaración positiva de Jehová: “El séptimo día Sábado es del Señor tu Dios” a fin de honrar el día del sol. CS 562.

Pero a pesar de todos los esfuerzos hechos para establecer la santidad del domingo, los mismos papistas confesaban públicamente la autoridad divina del sábado y el origen humano de la institución que lo había suplantado. En el siglo XVI un concilio papal ordenó explícitamente: “Recuerden todos los cristianos que el séptimo día fue consagrado por Dios y aceptado y observado no sólo por los judíos, sino también por todos los que querían adorar a Dios; no obstante nosotros los cristianos hemos cambiado el sábado de ellos en el día del Señor, domingo.” – Id., págs. 281, 282. Los que estaban pisoteando la ley divina no ignoraban el carácter de la obra que estaban realizando. Se estaban colocando deliberadamente por encima de Dios. CS 563.

 TERRIBLES ATROCIDADES Y TORTURAS PRACTICADAS POR ROMA

La iglesia católica romana, al unir las formas del paganismo con las del cristianismo, y al presentar el carácter de Dios bajo falsos colores, como lo presentaba el paganismo, recurrió a prácticas no menos crueles, horrorosas y repugnantes. En tiempo de la supremacía romana, había instrumentos de tortura para obligar a los hombres a aceptar sus doctrinas. Existía la hoguera para los que no querían hacer concesiones a sus 626 exigencias. Hubo horribles matanzas de tal magnitud que nunca será conocida hasta que sea manifestada en el día del juicio. Dignatarios de la iglesia, dirigidos por su maestro Satanás, se afanaban por idear nuevos refinamientos de tortura que hicieran padecer lo indecible sin poner término a la vida de la víctima. En muchos casos el proceso infernal se repetía hasta los límites extremos de la resistencia humana, de manera que la naturaleza quedaba rendida y la víctima suspiraba por la muerte como por dulce alivio. CS 556.

A fin de asegurarse honores y ganancias mundanas, la iglesia fue inducida a buscar el favor y el apoyo de los grandes de la tierra, y habiendo rechazado de esa manera a Cristo, tuvo que someterse al representante de Satanás, el obispo de Roma. CS 48.

Un hecho curioso es, que la inquisición evitaba, por regla, el suplicio hasta la muerte y por eso tenia siempre presente un médico, que suspendía la tortura cuando notaba que la resistencia del torturado disminuía sin embargo, depuse de algunos días lo traían nuevamente, para otra nueva serie de tormentos, siempre diferentes de los que ya había padecido, porque el santo oficio prohibía la repetición de suplicios.

 

EJEMPLOS DE TORTURAS

Martirio de Juan Hus y Jerónimo

 

Debilitado por la enfermedad y por el encierro, pues el aire húmedo y sucio del calabozo le ocasionó una fiebre que estuvo a punto de llevarle al sepulcro, Hus fue al fin llevado ante el concilio. Cargado de cadenas se presentó ante el emperador que empeñara su honor y buena fe en protegerle. Durante todo el largo proceso sostuvo Hus la verdad con firmeza, y en presencia de los dignatarios de la iglesia y del estado allí reunidos elevó una enérgica y solemne protesta contra la corrupción del clero. Cuando se le exigió que escogiese entre retractarse o sufrir la muerte, eligió la suerte de los mártires. CS 100.

Fue luego entregado a las autoridades seculares y conducido al lugar de la ejecución. Iba seguido por inmensa procesión formada por centenares de hombres armados, sacerdotes y obispos que lucían sus ricas vestiduras, y por el pueblo de Constanza. Cuando lo sujetaron a la estaca y todo estuvo dispuesto para encender la hoguera, se instó una vez más al mártir a que se salvara retractándose de sus errores. “¿A cuáles errores -dijo Hus- debo renunciar? De ninguno me encuentro culpable. Tomo a Dios por testigo de que todo lo que he escrito y predicado ha sido con el fin de rescatar a las almas del pecado y de la perdición; y, por consiguiente, con el mayor gozo confirmaré con mi sangre aquella verdad que he anunciado por escrito y de viva voz.”- Ibid. Cuando las llamas comenzaron a arder en torno suyo, principió a cantar: “Jesús, Hijo de David, ten misericordia de mí,” y continuó hasta que su voz enmudeció para siempre. CS 102.

Una estaca más iba a levantarse en Constanza. La sangre de otro mártir iba a testificar por la misma verdad. Jerónimo al decir adiós a Hus, cuando éste partiera para el concilio, le exhortó a ser valiente y firme, declarándole que si caía en algún peligro él mismo volaría en su auxilio. CS 103.

Señalando a los jueces, dijo con entereza: “Vosotros condenasteis a Wiclef y a Juan Hus no porque hubieran invalidado las doctrinas de la iglesia, sino sencillamente por haber denunciado los escándalos provenientes del clero -su pompa, su orgullo y todos los vicios de los prelados y sacerdotes. Las cosas que aquellos 122 afirmaron y que son irrefutables, yo también las creo y las proclamo.” CS 105.

Volvió con esto a estallar la tempestad de ira y Jerónimo fue devuelto en el acto a su calabozo. …

En breve se falló sentencia de muerte contra él. Le condujeron en seguida al mismo lugar donde Hus había dado su vida. Fue al suplicio cantando, iluminado el rostro de gozo y paz. Fijó en Cristo su mirada y la muerte ya no le infundía miedo alguno. Cuando el verdugo, a punto de prender la hoguera, se puso detrás de él, el mártir exclamó: “Ven por delante, sin vacilar. Prende la hoguera en mi presencia. Si yo hubiera tenido miedo, no estaría aquí.”

Las últimas palabras que pronunció cuando las llamas le envolvían fueron una oración. Dijo: “Señor, Padre todopoderoso, ten piedad de mí y perdóname mis pecados, porque tú sabes que siempre he amado tu verdad.”- Bonnechose, lib. 3, págs. 185, 186. Su voz dejó de oírse, pero sus labios siguieron murmurando la oración. CS 106-107.

Sus mismos enemigos se conmovieron frente a tan heroica conducta. Un celoso partidario del papa, al referir el martirio de Hus y de Jerónimo que murió poco después, dijo: “Ambos se portaron como valientes al aproximarse su última hora. Se prepararon para ir a la hoguera como se hubieran preparado para ir a una boda; no dejaron oír un grito de dolor. Cuando subieron las llamas, entonaron himnos y apenas podía la vehemencia del fuego acallar sus cantos.” CS 102.

Pero lo más inicuo que se registra en el lóbrego catálogo de los crímenes, el más horrible de los actos diabólicos de aquella sucesión de siglos espantosos, fue la “matanza de San Bartolomé.” Todavía se estremece horrorizado el mundo al recordar las escenas de aquella carnicería, la más vil y alevosa que se registra. El rey de Francia instado por los sacerdotes y prelados de Roma sancionó tan espantoso crimen. El tañido de una campana, resonando a medianoche, dio la señal del degüello. Millares de protestantes que dormían tranquilamente en sus casas, confiando en la palabra que les había dado el rey, asegurándoles protección, fueron arrastrados a la calle sin previo aviso y asesinados a sangre fría.

Así como Cristo era el jefe invisible de su pueblo cuando salió de la esclavitud de Egipto, así lo fue Satanás de sus súbditos cuando acometieron la horrenda tarea de multiplicar el número de los mártires. La matanza continuó en París por siete días, con una furia indescriptible durante los tres primeros. Y no se limitó a la ciudad, sino que por decreto especial del rey se hizo extensiva a todas las provincias y pueblos donde había protestantes. No se respetaba edad ni sexo. No escapaba el inocente niño ni el anciano de canas. Nobles y campesinos, viejos y jóvenes, madres y niños, sucumbían juntos. La matanza siguió en Francia por espacio de dos meses. Perecieron en ella setenta mil personas de la flor y nata de la nación. CS 275.

La mujer Babilonia de Apocalipsis 17 está descrita como “vestida de púrpura y escarlata, y adornada de oro y piedras preciosas y perlas, teniendo en su mano un cáliz de oro, lleno de abominaciones, es decir, las inmundicias de sus fornicaciones; y en su frente tenía un nombre escrito: Misterio: Babilonia la grande, madre de las rameras.” El profeta dice: “Ví a aquella mujer embriagada de la sangre de los santos, y de la sangre de los mártires de Jesús.” Se declara además que Babilonia “es aquella gran ciudad, la cual tiene el imperio sobre los reyes de la tierra.” (Apocalipsis 17: 4 – 6, 18, V.M.) La potencia que por tantos siglos dominó con despotismo sobre los monarcas de la cristiandad, es Roma. La púrpura y la escarlata, el oro y las piedras preciosas y las perlas describen como a lo vivo la magnificencia y la pompa más que reales de que 433 hacía gala la arrogante sede romana. Y de ninguna otra potencia se podría decir con más propiedad que estaba “embriagada de la sangre de los santos” que de aquella iglesia que ha perseguido tan cruelmente a los discípulos de Cristo. Se acusa además a Babilonia de haber tenido relaciones ilícitas con “los reyes de la tierra.” Por su alejamiento del Señor y su alianza con los paganos la iglesia judía se transformó en ramera; Roma se corrompió de igual manera al buscar el apoyo de los poderes mundanos, y por consiguiente recibe la misma condenación. CS 379.

Dijo el ángel del Señor: “Hollarán la Santa Ciudad, cuarenta y dos meses. Y daré autoridad a mis dos testigos, los cuales profetizarán mil doscientos sesenta días, vestidos de sacos…. Y cuando hayan acabado de dar su testimonio, la bestia que sube del abismo hará guerra contra ellos, y prevalecerá contra ellos, y los matará. Y sus cuerpos muertos yacerán en la plaza de la gran ciudad, que se llama simbólicamente Sodoma y Egipto, en donde también el Señor de ellos fue crucificado…. Y los que habitan sobre la tierra se regocijan sobre ellos, y hacen fiesta, y se envían regalos los unos a los otros; porque estos dos profetas atormentaron a los que habitan sobre la tierra. Y después de los tres días y medio, el espíritu de vida, venido de Dios, entró en ellos, y se levantaron sobre sus pies: y cayó gran temor sobre los que lo vieron.” (Apocalipsis 11: 2-11, V.M.)

Los “cuarenta y dos meses” y los “mil doscientos sesenta días” designan el mismo plazo, o sea el tiempo durante el cual la iglesia de Cristo iba a sufrir bajo la opresión de Roma.* Los 1260 años del dominio temporal del papa comenzaron en el año 538 de J. C. y debían terminar en 1798 (Véase el Apéndice.) En dicha fecha, entró en Roma un ejército francés que tomó preso al papa, el cual murió en el destierro. A pesar de haberse elegido un nuevo papa al poco tiempo, la jerarquía pontificia no volvió a alcanzar el esplendor y poderío que antes tuviera. CS 270.

 

* En profecias, cada dia tiene valor de um año – Números 14:34 e Ezequiel 4:6.

 

Los protestantes consideran hoy al romanismo con más favor que años atrás. En los países donde no predomina y donde los partidarios del papa siguen una política de conciliación para ganar influjo, se nota una indiferencia creciente respecto a las doctrinas que separan a las iglesias reformadas de la jerarquía papal; entre los protestantes está ganando terreno la opinión de que, al fin y al cabo, en los puntos vitales las divergencias no son tan grandes como se suponía, y que unas pequeñas concesiones de su parte los pondrían en mejor inteligencia con Roma. Tiempo hubo en que los protestantes estimaban altamente la libertad de conciencia adquirida a costa de tantos sacrificios. Enseñaban a sus hijos a tener en aborrecimiento al papado y sostenían que tratar de congeniar con Roma equivaldría a traicionar la causa de Dios. Pero ¡cuán diferentes son los sentimientos expresados hoy! CS 551.

En Apocalipsis, capitulo 17, versiculos 1-5, el vidente de Patmos contempla un cuadro em que le es mostrado una familia de mujeres – madres e hijas – todas caidas. Es un simbolo adecuado de las iglesias nominalmente cristianas, apostatas, que constituyen la Babilonia espiritual. Mientras una voz de bajo invita a todos a entrar en unión com ella debajo de la égida de Roma, una voz del Cielo manda anunciar “Sai de ella puebro Mio”. Apocalipsis 18:4.

“El tono pacífico que Roma emplea en los Estados Unidos no implica un cambio de sentimientos. Es tolerante cuando es impotente. El obispo O’Connor dice: ‘La libertad religiosa se soporta tan sólo hasta que se pueda practicar lo opuesto sin peligro para el mundo católico.’ . . . El arzobispo de Saint Louis dijo un día: ‘La herejía y la incredulidad son crímenes; y en los países cristianos como Italia y España, por ejemplo, donde todo el pueblo es católico y donde la religión católica es parte esencial de la ley del país, se las castiga como a los demás crímenes.’. . .

“Todo cardenal, arzobispo y obispo de la iglesia católica, presta un juramento de obediencia al papa, en el cual se encuentran las siguientes palabras: “Me opondré a los herejes, cismáticos y rebeldes contra nuestro señor (el papa), o sus sucesores y los perseguiré con todo mi poder.” – Josías Strong, Our Country, cap. 5, párrs. 2-4. CS 553.

A parte de las torturas físicas, estaba la tortura psicológica consistiendo en atrasar lo máximo posible la muerte de los condenados. Se esperaba juntar un gran número de condenados para que el espectáculo fuese más impresionante, preparando todo para la gran ceremonia del auto-de-fe. (Del libro de Luis de Páramo, publicado en Madrid en 1958)

 

LAS TERRIBLES ESCENAS DEL PASADO SE REPETIRAN

 

 

El papado es precisamente lo que la profecía declaró que sería: la apostasía de los postreros días. 2 Tesalonicenses 2:3, 4. Forma parte de su política asumir el carácter que le permita realizar mejor sus fines; pero bajo la apariencia variable del camaleón oculta el mismo veneno de la serpiente. CS 558.

Si el lector quiere saber cuáles son los medios que se emplearán en la contienda por venir, no tiene más que leer la descripción de los que Roma empleó con el mismo fin en siglos pasados. Si desea saber cómo los papistas unidos a los protestantes procederán con los que rechacen sus dogmas, considere el espíritu que Roma manifestó contra el sábado y sus defensores. CS 560.

Los cristianos se vieron obligados a optar entre sacrificar su integridad y aceptar el culto y las ceremonias papales, o pasar la vida encerrados en los calabozos o morir en el tormento, en la hoguera o bajo el hacha del verdugo. 59 Entonces se cumplieron las palabras de Jesús: “Seréis entregados aun de vuestros padres, y hermanos, y parientes, y amigos; y matarán a algunos de vosotros. Y seréis aborrecidos de todos por causa de mi nombre.” (S. Lucas 21: 16, 17.) CS 52.

Los dignatarios de la iglesia y del estado se unirán para hacer que todos honren el domingo, y para ello apelarán al cohecho, a la persuasión o a la fuerza. La falta de autoridad divina se suplirá con ordenanzas abrumadoras. La corrupción política está destruyendo el amor a la justicia y el respeto a la verdad; y hasta en los Estados Unidos de la libre América, se verá a los representantes del pueblo y a los legisladores tratar de asegurarse el favor público doblegándose a las exigencias populares por una ley que imponga la observancia del domingo. CS 578.

Durante la dispensación cristiana, el gran enemigo de la felicidad del hombre hizo al sábado del cuarto mandamiento objeto de ataques especiales.  Satanás dice: “Obraré en forma contraria a los propósitos de Dios.  Daré a mis secuaces poder para desechar el monumento de Dios, el séptimo día como día de reposo.  Así demostraré al mundo que el día santificado y bendecido por Dios fue cambiado.  Ese día no vivirá en la mente del pueblo.  Borraré su recuerdo.  Pondré en su lugar un día que no lleva las credenciales de Dios, un día que no puede ser una señal entre Dios y su pueblo.  Induciré a los que acepten este día a que lo revistan de la santidad que Dios dio al séptimo día.

“Mediante mi viceregente, me exaltaré a mí mismo.  El primer día será ensalzado, y el mundo protestante recibirá este falso día de reposo como verdadero.  Mediante el abandono de la observancia sabática que Dios instituyó, haré despreciar su  ley.  Haré aplicar a mi día de reposo las palabras “Señal entre mí y vosotros por vuestras edades.”

“De esta manera el mundo llegará a ser mío.  Seré gobernante de la tierra, príncipe del mundo.  Regiré de tal modo los ánimos que estén bajo mi poder que el sábado de Dios será objeto especial de desprecio.  ¿Una señal?  Yo haré que la observancia del séptimo día sea una señal de deslealtad hacia las autoridades de la tierra.  Las leyes humanas se volverán tan estrictas que hombres y mujeres no se atreverán a observar el séptimo día como día de reposo.  Por temor a que les falten el alimento y el vestido, se unirán al mundo en la transgresión de la ley de Dios.  La tierra quedará completamente bajo mi dominio.”

Por el establecimiento de un falso día de reposo, el enemigo pensó cambiar los tiempos y las leyes.  Pero ¿logró realmente cambiar la ley de Dios?  La respuesta se encuentra en las palabras del capítulo 31 de Éxodo.  El que es el mismo ayer, hoy y por los siglos, declaró acerca del día de reposo, o sábado: “Es señal entre mí y vosotros por vuestras edades.” “Señal es para siempre.” (Exo. 31: 13, 17.)  La señal indicadora que fue cambiada apunta en un sentido equivocado, pero Dios no ha cambiado.  Sigue siendo el poderoso Dios de Israel.  “He aquí que las naciones son reputadas como la gota de un acetre, y como el orín del peso: he aquí que hace desaparecer las islas como polvo.  Ni el Líbano bastará para el fuego, ni todos sus animales para el sacrificio.  Como nada son todas las gentes delante de él; y en su comparación serán estimadas en menos que nada, y que lo que no es.” (Isa. 40: 15-17.)  Y el Señor siente hoy tanto celo por su ley como en los días de Acab y Elías.

Sin embargo, ¡cómo se desprecia esa ley! Miremos hoy al mundo en abierta rebelión contra Dios.  Esta es en verdad una generación rebelde, llena de ingratitud, formalismo, falsedad, orgullo y apostasía.  Los hombres descuidan la Biblia y odian la verdad.  Jesús ve su ley rechazada, su amor despreciado, sus embajadores tratados con indiferencia.  El habló por sus misericordias, pero éstas no han sido reconocidas; él dirigió advertencias, pero éstas no han sido escuchadas. PR 136-137.

 

 

¿PARA QUE ESTÁ SE PREPARANDO LA IGLESIA DE ROMA?

 

 

Estos recuerdos de lo pasado ponen claramente de manifiesto la enemistad de Roma contra el verdadero día de reposo y sus defensores, y los medios que emplea para honrar la institución creada por ella. La Palabra de Dios nos enseña que estas escenas han de repetirse cuando los católicos romanos y los protestantes se unan para exaltar el domingo.

La profecía del capítulo 13 del Apocalipsis declara que el poder representado por la bestia de cuernos semejantes a los de un cordero haría “que la tierra y los que en ella habitan” adorasen al papado – que está simbolizado en ese capítulo por una bestia “parecida a un leopardo.” La bestia de dos cuernos dirá también “a los que habitan sobre la tierra, que hagan una imagen de la bestia;” y además mandará que “todos, pequeños y grandes, así ricos como pobres, así libres como esclavos,” tengan la marca de la bestia. (Apocalipsis 13: 11-16, V.M.) Se ha demostrado que los Estados Unidos de Norteamérica son el poder representado por la bestia de dos cuernos semejantes a los de un cordero, y que esta profecía se cumplirá cuando los Estados Unidos hagan obligatoria la observancia del domingo, que Roma declara ser el signo característico de su supremacía Pero los Estados Unidos no serán los únicos que rindan homenaje al papado. La influencia de Roma en los países que en otro tiempo reconocían su dominio, dista mucho de haber sido destruída. Y la profecía predice la restauración de su poder. “Y vi una de sus cabezas como si hubiese sido herida de muerte; y su herida mortal fue sanada; y toda la tierra maravillóse, yendo en pos de la bestia.” (Vers. 3.) La herida mortal que le fue ocasionada se refiere a la caída del papado en 1798. Después de eso, dice el profeta, “su herida mortal fue sanada; y toda la tierra maravillóse, yendo en pos de la bestia.” San Pablo dice claramente que el hombre de pecado subsistirá hasta el segundo advenimiento. (2 Tesalonicenses 2:8.) Proseguirá su obra de engaño hasta el mismo fin del tiempo, y el revelador declara refiriéndose también al papado: “Todos los que moran en la tierra le adoraron, cuyos nombres no están escritos en el libro de la vida.” (Apocalipsis 13: 8.) Tanto en el Viejo como en el Nuevo Mundo se le tributará homenaje al papado por medio del honor que se conferirá a la institución del domingo, la cual descansa únicamente sobre la autoridad de la iglesia romana.

Desde mediados del siglo XIX, los que estudian la profecía en los Estados Unidos han presentado este testimonio ante el mundo. En los acontecimientos que están desarrollándose actualmente, especialmente en dicho país, se ve un rápido avance hacia el cumplimiento de dichas predicciones. Los maestros protestantes presentan los mismos asertos de autoridad divina en favor de la observancia del domingo y adolecen de la misma falta de evidencias bíblicas que los dirigentes papales cuando fabricaban milagros para suplir la falta de un mandamiento de Dios. Se repetirá el aserto de que los juicios de Dios caerán sobre los hombres en castigo por no haber observado el domingo como día de reposo. Ya se oyen voces en este sentido. Y un movimiento en favor de la observancia obligatoria del domingo está ganando cada vez más terreno.

La sagacidad y astucia de la iglesia romana asombran. Puede leer el porvenir. Se da tiempo viendo que las iglesias protestantes le están rindiendo homenaje con la aceptación del falso día de reposo y que se preparan a imponerlo con los mismos medios que ella empleó en tiempos pasados. Los que rechazan la luz de la verdad buscarán aún la ayuda de este poder que se titula infalible, a fin de exaltar una institución que debe su origen a Roma. No es difícil prever cuán apresuradamente ella acudirá en ayuda de los protestantes en este movimiento. ¿Quién mejor que los jefes papistas para saber cómo entendérselas con los que desobedecen a la iglesia? CS 564-566.

En los movimientos que se realizan actualmente en los Estados Unidos de Norteamérica para asegurar el apoyo del estado a las instituciones y prácticas de la iglesia, los protestantes están siguiendo las huellas de los papistas. Más aún, están abriendo la puerta para que el papado recobre en la América protestante la supremacía que perdió en el Viejo Mundo. Y lo que da más significado a esta tendencia es la circunstancia de que el objeto principal que se tiene en vista es imponer la observancia del domingo, institución que vio la luz en Roma y que el papado proclama como signo de su autoridad. Es el espíritu del papado, es decir, el espíritu de conformidad con las costumbres mundanas, la mayor veneración por las tradiciones humanas que por los mandamientos de Dios, el que está penetrando en las iglesias protestantes e induciéndolas a hacer la misma obra de exaltación del domingo que el papado hizo antes que ellas. CS 560.

 

 

¿POR QUE EL PROTESTANTISMO ES REPRESENTADO POR LA IMAGEN DE LA BESTIA?

 

 

La bestia de dos cuernos “hace [ordena] que todos, pequeños y grandes, así ricos como pobres, así libres como esclavos, tengan una marca sobre su mano derecha, o sobre su frente; y que nadie pueda comprar o vender, sino aquel que tenga la marca, es decir, el nombre de la bestia o el número de su nombre.” (Apocalipsis 13: 16, 17, V.M.) La amonestación del tercer ángel es: “¡Si alguno adora a la bestia y a su imagen, y recibe su marca en su frente, o en su mano, él también beberá del vino de la ira de Dios!” “La bestia” mencionada en este mensaje, cuya adoración es impuesta por la bestia de dos cuernos, es la primera bestia, o sea la bestia semejante a un leopardo, de Apocalipsis 13, el papado. La “imagen de la bestia” representa la forma de protestantismo apóstata que se desarrollará cuando las iglesias protestantes busquen la ayuda del poder civil para la imposición de sus dogmas. Queda aún por definir lo que es “la marca de la bestia.”

Después de amonestar contra la adoración de la bestia y de su imagen, la profecía dice: “Aquí está la paciencia de los santos; aquí están los que guardan los mandamientos de Dios, y la fe de Jesús.” En vista de que los que guardan los mandamientos de Dios están puestos así en contraste con los que adoran la bestia y su imagen y reciben su marca, se deduce que la observancia de la ley de Dios, por una parte, y su violación, por la otra, establecen la distinción entre los que adoran a Dios y los que adoran a la bestia. CS 439-440.

 

 

¿A QUIEN ESTÁN RECONOCIENDO LOS PROTESTANTES GUARDANDO AL DOMINGO?

 

 

Como signo de la autoridad de la iglesia católica, los escritores católicos citan “el acto mismo de cambiar el sábado al domingo, cambio en que los protestantes consienten . . . porque al guardar estrictamente el domingo, ellos reconocen el poder de la iglesia para ordenar fiestas y para imponerlas so pena de incurrir en pecado.” – H. Tuberville, An Abridgement of the Christian Doctrine, pág. 58. ¿Qué es, pues, el cambio del día de descanso, sino el signo o marca de la autoridad de la iglesia romana, ¡’la marca de la bestia'”? […]

Los romanistas declaran que “la observancia del domingo por los protestantes es un homenaje que rinden, mal de su grado, a la autoridad de la iglesia [católica].” – Mons. de Segur, Plain Talk About the Protestantism of Today, pág. 213. La imposición de la observancia del domingo por parte de las iglesias protestantes es una imposición de que se adore al papado, o sea la bestia. Los que, comprendiendo las exigencias del cuarto mandamiento, prefieren observar el falso día de reposo en lugar del verdadero, rinden así homenaje a aquel poder, el único que ordenó su observancia. Pero por el mismo hecho de imponer un deber religioso con ayuda del poder secular, las mismas iglesias estarían elevando una imagen a la bestia; de aquí que la imposición de la observancia del domingo en los Estados Unidos equivaldría a imponer la adoración de la bestia y de su imagen. CS 442.

 

 

¿CÓMO SABER LOS QUE ADORAN A DIOS Y LOS QUE ADORAN A LA BESTIA?

 

 

Mientras los que adoran a Dios se distinguirán especialmente 500 por su respeto al cuarto mandamiento -ya que éste es el signo de su poder creador y el testimonio de su derecho al respeto y homenaje de los hombres,- los adoradores de la bestia se distinguirán por sus esfuerzos para derribar el monumento recordativo del Creador y ensalzar lo instituído por Roma. Las primeras pretensiones arrogantes del papado fueron hechas en favor del domingo (véase el Apéndice); y la primera vez que recurrió al poder del estado fue para imponer la observancia del domingo como “día del Señor.” Pero la Biblia señala el séptimo día, y no el primero, como día del Señor. Cristo dijo: “El Hijo del hombre es Señor aun del sábado.” El cuarto mandamiento declara que: “El día séptimo es día de descanso [margen, sábado], consagrado a Jehová.” Y por boca del profeta Isaías el Señor lo llama: “Mi día santo.” (S. Marcos 2: 28; Éxodo 20: 10; Isaías 58: 13, V.M.)

El aserto, tantas veces repetido, de que Cristo cambió el día de reposo, está refutado por sus propias palabras. En su sermón sobre el monte, dijo: “No penséis que vine pare invalidar la Ley, o los Profetas: no vine a invalidar, sino a cumplir. Porque en verdad os digo, que hasta que pasen el cielo y la tierra, ni siquiera una jota ni un tilde pasará de la ley, hasta que el todo sea cumplido. Por tanto cualquiera que quebrantare uno de estos más mínimos mandamientos, y enseñare a los hombres así, será llamado muy pequeño en el reino de los cielos: mas cualquiera que los hiciere y enseñare será llamado grande en el reino de los cielos.” (S. Mateo 5: 17-19, V.M.) CS 440.

 

 

RESTAURACIÓN DE LA VERDAD EN LOS ULTIMOS DIAS

 

 

La obra de reforma tocante al sábado como día santificado de descanso, que debía cumplirse en los últimos días está predicha en la profecía de Isaías 56: “Así dijo Jehová: Guardad derecho y haced justicia: porque cercana está mi salud para venir, y mi justicia para manifestarse. Bienaventurado el hombre que esto hiciere, y el hijo del hombre que esto abrazare: que guarda el sábado de profanarlo, y que guarda su mano de hacer todo mal.” “A los hijos de los extranjeros que se llegaren a Jehová para ministrarle, y que amaren el nombre de Jehová para ser sus siervos: todos los que guardaren el sábado de profanarlo, y abrazaren mi pacto, yo los llevaré al monte de mi santidad, y los recrearé en mi casa de oración.” (Isaías 56: 1, 2, 6, 7.)

Estas palabras se aplican a la dispensación cristiana, como se ve por el contexto: “Dice Jehová el Señor, el que recoge los dispersos de Israel: Juntaré a él otros todavía, además de los suyos que están ya recogidos.” (Isaías 56: 8, V.M.) Aquí está anunciada de antemano la reunión de los gentiles por medio del Evangelio. Y una bendición se promete a aquellos que honren entonces el sábado. CS 445.

“Porque como los cielos nuevos y la nueva tierra, que Yo hago, permanecen delante de Mí, dice Jehová, así permanecerá vuestra simiente y vuestro nombre. Y será que de mes en mes, y de sábado en sábado, vendrá toda carne a adorar delante de Mi, dijo Jehová.” Isa. 66:22-23.

Así que la obligación del cuarto mandamiento se extiende más acá de la crucifixión, de la resurrección y ascensión de Cristo, hasta cuando sus siervos debían predicar a todas las naciones el mensaje de las buenas nuevas.

El Señor manda por el mismo profeta: “Ata el rollo del testimonio, y sella la ley entre mis discípulos.” (Isaías 8: 16, V.M.) El sello de la ley de Dios se encuentra en el cuarto mandamiento. Este es el único de los diez mandamientos que contiene tanto el nombre como el título del Legislador. Declara que es el Creador del cielo y de la tierra, y revela así el derecho que tiene para ser reverenciado y adorado sobre todos los demás. Aparte de este precepto, no hay nada en el Decálogo que muestre qué autoridad fue la que promulgó la ley. Cuando el día de reposo fue cambiado por el poder del papa, se le quitó el sello a la ley. Los discípulos de Jesús están llamados a restablecerlo elevando el sábado del cuarto mandamiento a su lugar legítimo como institución conmemorativa del Creador y signo de su autoridad.

“¡A la ley y al testimonio!” Aunque abundan las doctrinas y teorías contradictorias, la ley de Dios es la regla infalible por la cual debe probarse toda opinión, doctrina y teoría. El profeta dice: “Si no hablaren conforme a esta palabra, son aquellos para quienes no ha amanecido.” (Isaías 8: 20, V.M.) […]

El profeta indica como sigue la ordenanza que ha sido olvidada: “Los cimientos de generación y generación levantarás: y serás llamado reparador de portillos, restaurador de calzadas para habitar. Si retrajeres del sábado tu pie, de hacer tu voluntad en mi día santo, y al sábado llamares delicias, santo, glorioso de Jehová; y lo venerares, no haciendo tus caminos, ni buscando tu voluntad, ni hablando tus palabras; entonces te deleitarás en Jehová.” (Vers. 12-14.) Esta profecía se aplica también a nuestro tiempo. La brecha fue hecha en la ley de 506 Dios cuando el sábado fue cambiado por el poder romano. Pero ha llegado el tiempo en que esa institución divina debe ser restaurada. CS 445-446.

 

 

¿QUAL SERA EL ULTIMO Y TERRIBLE ENGANO DE SATANÁS?

 

 

El acto capital que coronará el gran drama del engaño será que el mismo Satanás se dará por el Cristo. Hace mucho que la iglesia profesa esperar el advenimiento del Salvador como consumación de sus esperanzas. Pues bien, el gran engañador simulará que Cristo habrá venido. En varias partes de la tierra, Satanás se manifestará a los hombres como ser majestuoso, de un brillo deslumbrador, parecido a la descripción que del Hijo de Dios da San Juan en el Apocalipsis. (Apocalipsis 1:13-15.) La gloria que le rodee superará cuanto hayan visto los ojos de los mortales. El grito de triunfo repercutirá por los aires: “¡Cristo ha venido! ¡Cristo ha venido!” El pueblo se postrará en adoración ante él, mientras levanta sus manos y pronuncia una bendición sobre ellos como Cristo bendecía a sus discípulos cuando estaba en la tierra. Su voz es suave y acompasada aunque llena de melodía. En tono amable y compasivo, enuncia algunas de las verdades celestiales y llenas de gracia que pronunciaba el Salvador; cura las dolencias del pueblo, y luego, en su fementido carácter de Cristo, asegura haber mudado el día de reposo del sábado al domingo y manda a todos que santifiquen el día bendecido por él. Declara que aquellos que persisten en santificar el séptimo día blasfeman su nombre porque se niegan a oír a sus ángeles, que les fueron enviados con la luz de la verdad. Es el engaño más poderoso y resulta casi irresistible. Como los samaritanos fueron engañados por Simón el Mago, así también las multitudes, desde los más pequeños hasta los mayores, creen en ese sortilegio y dicen: “Este es el poder de Dios llamado grande.” (Hechos 8: 10, V. N-C.)

Pero el pueblo de Dios no se extraviará. Las enseñanzas del falso Cristo no están de acuerdo con las Sagradas Escrituras. Su bendición va dirigida a los que adoran la bestia y su imagen, precisamente aquellos sobre quienes dice la Biblia que la ira de Dios será derramada sin mezcla. CS 608-609. (S. Mateo 24: 24-27, 31; 25: 31; Apocalipsis 1: 7; 1 Tesalonicenses 4: 16, 17)

 

 

Abreviaciones:

CS – Conflicto de los Siglos

PR – Profetas y Reys

PP – Patriarcas y Profetas

 

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Leia Mais

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Um Grande Movimento Mundial

“No próprio tempo em que vivemos, o Senhor chamou Seu povo e encarregou-o de proclamar uma mensagem. Chamou-o para expor a maldade do homem do pecado que fez da lei dominical um poder distintivo, que tem cuidado em mudar os tempos e a lei e em oprimir o povo de Deus que permanece firme para honrá-Lo pela observância do único sábado verdadeiro, o sábado da criação, como sendo santo ao Senhor”. (Ellen G. White em Testemunhos para Ministros, 117).

“Há caminho, que parece direito ao homem, mas o seu fim são os caminhos da morte.” Prov. 16:25. A ignorância não é desculpa para o erro ou pecado, quando há toda a oportunidade de conhecer a vontade de Deus. Um homem está a viajar, e chega a um lugar em que há várias estradas, e uma tabuleta indicando aonde cada uma delas leva. Se desatende à indicação da tabuleta, tomando qualquer caminho que lhe pareça direito, poderá ser muito sincero, mas encontrar-se-á com toda a probabilidade no caminho errado. GC 597-598.

Eva creu realmente nas palavras de Satanás, mas a sua crença não a salvou da pena do pecado. Descreu das palavras de Deus, e isto foi o que a levou à queda. No Juízo, os homens não serão condenados porque conscienciosamente creram na mentira, mas porque não acreditaram na verdade, porque negligenciaram a oportunidade de aprender o que é a verdade. Apesar do sofisma de Satanás indicando o contrário, é sempre desastroso desobedecer a Deus. Devemos aplicar o coração a conhecer o que é a verdade. Todas as lições que Deus fez com que fossem registradas em Sua Palavra, são para a nossa advertência e instrução. São dadas para nos salvar do engano. Da negligência às mesmas resultará ruína a nós mesmos.

O que quer que contradiga a Palavra de Deus, podemos estar certos de que procede de Satanás. PP 55.

 

A VINDA DO HOMEM DO PECADO – QUEM REPRESENTA ELE?

 

O apóstolo Paulo advertiu a igreja a não esperar a vinda de Cristo em seu tempo. “Porque não será assim”, diz ele, “sem que antes venha a apostasia, e se manifeste o homem do pecado.” II Tess. 2:3. Não poderemos esperar pelo advento de nosso Senhor senão depois da grande apostasia e do longo período do domínio do “homem do pecado”. Este “homem do pecado”, que também é denominado “mistério da injustiça”, “filho da perdição”, e “o iníquo”, representa o papado, que, conforme foi anunciado pelos profetas, deveria manter sua supremacia durante 1.260 anos. GC 356.

O arquienganador não havia terminado a sua obra. Estava decidido a congregar o mundo cristão sob sua bandeira, e exercer o poder por intermédio de seu vigário, o orgulhoso pontífice que pretendia ser o representante de Cristo. Por meio de pagãos meio-convertidos, ambiciosos prelados e eclesiásticos amantes do mundo, realizou ele seu propósito. Celebravam-se de tempos em tempos vastos concílios aos quais do mundo todo concorriam os dignitários da igreja. Em quase todos os concílios o sábado que Deus havia instituído era rebaixado um pouco mais, enquanto o domingo era em idêntica proporção exaltado. […]

O grande apóstata conseguira exaltar-se “contra tudo o que se chama Deus, ou se adora”. II Tess. 2:4. Ousara mudar o único preceito da lei divina que inequivocamente indica a toda a humanidade o Deus verdadeiro e vivo. No quarto mandamento Deus é revelado como o Criador do céu e da Terra, e por isso Se distingue de todos os falsos deuses. Foi para memória da obra da criação que o sétimo dia foi santificado como dia de repouso para o homem. Destinava-se a conservar o Deus vivo sempre diante da mente humana como a fonte de todo ser e objeto de reverência e culto. Satanás esforça-se por desviar os homens de sua aliança para com Deus e de prestarem obediência à Sua lei; dirige Seus esforços, portanto, especialmente contra o mandamento que aponta a Deus como o Criador. GC 53-54.

 

QUE FARIA O HOMEM DO PECADO?

 

Editos reais, concílios gerais e ordenanças eclesiásticas, apoiadas pelo poder secular, foram os passos por que a festividade pagã alcançou posição de honra no mundo cristão. A primeira medida de ordem pública impondo a observância do domingo foi a lei feita por Constantino. (No ano 321 d.C.; Ver Apêndice). Este edito exigia que o povo da cidade repousasse no “venerável dia do Sol”, mas permitia aos homens do campo continuarem com suas fainas agrícolas. Posto que virtualmente um estatuto pagão, foi imposto pelo imperador depois de ser nominalmente aceito pelo cristianismo.

Como a ordem real não parecia substituir de modo suficiente a autoridade divina, Eusébio, bispo que procurava o favor dos príncipes e era amigo íntimo e adulador de Constantino, propôs a alegação de que Cristo transferira o sábado para o domingo. Nenhum testemunho das Escrituras, sequer, foi aduzido em prova da nova doutrina. O próprio Eusébio inadvertidamente reconhece sua falsidade, e indica os verdadeiros autores da mudança “Todas as coisas”, diz ele, “que se deveriam fazer no sábado nós as transferimos para o dia do Senhor.” – Leis e Deveres Sabáticos, de R. Cox. Mas o argumento do domingo, infundado como era, serviu para incentivar os homens a desprezarem o sábado do Senhor. Todos os que desejavam ser honrados pelo mundo, aceitaram a festividade popular.

Com o firme estabelecimento do papado, a obra da exaltação do domingo continuou. Durante algum tempo o povo se ocupou com trabalho agrícola fora das horas de culto, e o sétimo dia, o sábado, continuou a ser considerado como dia de repouso. Lenta e seguramente, porém, se foi efetuando a mudança. GC 574.

 

UMA TERRÍVEL VIOLÊNCIA CONTRA A LEI DE DEUS

 

O característico especial da besta, e, portanto, de sua imagem, é a violação dos mandamentos de Deus. Diz Daniel a respeito da ponta pequena, o papado: “Cuidará em mudar os tempos e a lei.” Dan. 7:25. E Paulo intitulou o mesmo poder “o homem do pecado”, que deveria exaltar-se acima de Deus. Uma profecia é o complemento da outra. Unicamente mudando a lei de Deus poderia o papado exaltar-se acima de Deus; quem quer que conscientemente guarde a lei assim modificada, estará a prestar suprema honra ao poder pelo qual se efetuou a mudança. Tal ato de obediência às leis papais seria um sinal de vassalagem [submissão] ao papa em lugar de Deus. GC 446.

 

O SÁBADO FOI TIRADO DA LEI PELO PAPADO

 

Que razão poderosa se poderá dar para uma mudança que as Escrituras não sancionam?

No século VI tornou-se o papado firmemente estabelecido. Fixou-se a sede de seu poderio na cidade imperial e declarou-se ser o bispo de Roma a cabeça de toda a igreja. O paganismo cedera lugar ao papado. O dragão dera à besta “o seu poder, e o seu trono, e grande poderio”. Apoc. 13:2. E começaram então os 1.260 anos da opressão papal preditos nas profecias de Daniel e Apocalipse. (Dan. 7:25; Apoc. 13:5-7.). GC 54.

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A mudança no quarto mandamento cumpre exatamente a profecia. Para isto a única autoridade alegada é a da Igreja. Aqui o poder papal se coloca abertamente acima de Deus. GC 446.

 

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ROMA APELOU PARA O PODER CIVIL PARA FORÇAR
A CONSCIÊNCIA COM MULTAS, PRISÕES E MORTES

 

Aos que se achavam em cargos sagrados era vedado proceder, no domingo, a julgamentos em qualquer questão civil. Logo depois, ordenava-se a todas as pessoas; de qualquer classe, abster-se do trabalho usual, sob pena de multa aos livres, e açoites no caso de serem servos. Mais tarde foi decretado que os ricos fossem punidos com a perda da metade dos bens; e, finalmente, que, se obstinassem, fossem escravizados. As classes inferiores deveriam sofrer banimento perpétuo. GC 574-575.

Mostrando-se insuficientes os decretos dos concílios, foi rogado às autoridades seculares que promulgassem um edito que inspirasse terror ao povo, e o obrigasse a abster-se do trabalho no domingo. Num sínodo realizado em Roma, todas as decisões anteriores foram reafirmadas, com maior força e solenidade. Foram também incorporadas à lei eclesiástica, e impostas pelas autoridades civis, através de quase toda a cristandade. – História do Sábado, de Heylyn.

A ausência de autoridade escriturística para a guarda do domingo ainda ocasionava não pequenas dificuldades. O povo punha em dúvida o direito de seus instrutores de deixarem de lado a positiva declaração de Jeová: “o sétimo dia é o sábado do Senhor teu Deus”, para honrar o dia do Sol. GC 575-576.

Mas, apesar de todos os esforços para estabelecer a santidade do domingo, os próprios romanistas publicamente confessavam a autoridade divina do sábado, e a origem humana da instituição pela qual foi ele suplantado. No século XVI, um concílio papal declarou francamente: “Lembrem-se todos os cristãos de que o sétimo dia foi consagrado por Deus, recebido e observado, não somente pelos judeus mas por todos os outros que pretendiam adorar a Deus, embora nós, os cristãos, tenhamos mudado o Seu sábado para o dia do Senhor (Domingo).” – Ibidem. Os que estavam a se intrometer com a lei divina, não ignoravam o caráter de sua obra. Achavam-se deliberadamente colocando-se acima de Deus.

Exemplo notável da política de Roma para com os que dela discordavam, foi dado na longa e sanguinolenta perseguição dos valdenses, alguns dos quais eram observadores do sábado. Outros sofreram de modo semelhante pela sua fidelidade para com o quarto mandamento. GC 577.

 

TERRÍVEIS HORRORES E TORTURAS PRATICADOS POR ROMA

 

A Igreja Católica Romana, unindo as formas do paganismo com as do cristianismo, e, à semelhança do primeiro, representando falsamente o caráter de Deus, tem recorrido a práticas não menos cruéis e revoltantes. Nos dias da supremacia de Roma, houve instrumentos de tortura para forçar o assentimento a suas doutrinas. Houve a fogueira para os que não queriam admitir suas exigências. Houve massacres em proporções que jamais serão conhecidos até que se revelem no dia do juízo. Os dignitários da igreja, dirigidos por seu chefe Satanás, dedicavam-se a inventar meios para produzir a maior tortura possível antes de pôr termo à vida das vítimas. Em muitos casos o processo infernal era repetido ao limite extremo da resistência humana, até que a natureza capitulava na luta e o sofredor saudava a morte como doce alívio. GC 569.

Para conseguir proveitos e honras humanas, a igreja foi levada a buscar o favor e apoio dos grandes homens da Terra; e, havendo assim rejeitado a Cristo, foi induzida a prestar obediência ao representante de Satanás – o bispo de Roma. GC 50.

Um fato é que a inquisição evitava, em regra, o suplício até a morte e por isso tinha sempre presente um médico, que suspendia a tortura quando notava que a resistência do torturado diminuía. Traziam-no, porém, alguns dias depois, para uma nova série de tormentos, sempre diferentes dos que já havia padecido, porque o “Santo Ofício” proibia a repetição de suplícios.

 

EXEMPLOS DE TORTURAS

Martírio de João Huss e Jerônimo

 

Enfraquecido pela enfermidade e reclusão, pois que o ar úmido e impuro do calabouço lhe acarretara uma febre que quase o levara à sepultura, Huss foi finalmente conduzido perante o concílio. Carregado de cadeias, ficou em pé na presença do imperador, cuja honra e boa fé tinham sido empenhadas em defendê-lo. Durante o longo processo manteve firmemente a verdade, e na presença dos dignitários da Igreja e Estado, em assembléia, proferiu solene e fiel protesto contra as corrupções da hierarquia. Quando se lhe exigiu optar entre o renunciar suas doutrinas ou sofrer a morte, aceitou a sorte de mártir. GC 107.

Foi então entregue às autoridades seculares, e levado fora ao lugar de execução. Imenso séquito o acompanhou: centenas de homens em armas, padres e bispos em seus custosos trajes e os habitantes de Constança. Quando estava atado ao poste, e tudo pronto para acender-se o fogo, o mártir uma vez mais foi exortado a salvar-se renunciando aos seus erros. “A que erros”, diz Huss, “renunciarei eu? Não me julgo culpado de nenhum. Invoco a Deus para testemunhar que tudo que escrevi e preguei assim foi feito com o fim de livrar almas do pecado e perdição; e, portanto muito alegremente confirmarei com meu sangue a verdade que escrevi e preguei.” – Wylie. Quando as chamas começaram a envolvê-lo, põs-se a cantar: “Jesus, Filho de Davi, tem misericórdia de mim”, e assim continuou até que sua voz silenciou para sempre. GC 109.

Contudo, outra fogueira deveria acender-se em Constança. O sangue de mais uma testemunha deveria testificar da verdade. Jerônimo, ao dizer adeus a Huss à partida para o concílio, exortou-o a que tivesse coragem e firmeza, declarando que, se caísse em algum perigo, ele próprio acudiria em seu auxílio. GC 110.

Apontando para os juízes, disse com firmeza: “Condenastes Wycliffe e João Huss, não por terem abalado a doutrina da igreja, mas simplesmente porque estigmatizaram com a reprovação os escândalos do clero: a pompa, o orgulho e todos os vícios dos prelados e padres. As coisas que eles afirmaram, e que são irrefutáveis, eu também as entendo e declaro como eles.” […]

De novo irrompeu a tempestade de cólera, e Jerônimo foi levado precipitadamente à prisão. GC 113-114.

Sem demora se proferiu sentença de morte contra ele. Foi levado ao mesmo local em que Huss rendera a vida. Cantando fez ele esse trajeto, tendo iluminado o semblante de alegria e paz. Seu olhar fixava-se em Cristo, e a morte para ele havia perdido o terror. Quando o carrasco, estando para acender a fogueira, passou por trás dele, o mártir exclamou: “Venha com ousadia para a frente; ponha fogo à minha vista. Se eu tivesse medo, não estaria aqui.” Suas últimas palavras, proferidas quando as chamas se levantavam em redor dele, foram uma oração. “Senhor, Pai todo-poderoso”, exclamou, “tem piedade de mim e perdoa meus pecados; pois sabes que sempre amei Tua verdade.” – Bonnechose. Sua voz cessou, mas os lábios continuaram a mover-se em oração.  GC 114-115.

Mesmo os inimigos ficaram tocados com seu procedimento heróico. Um zeloso adepto de Roma, descrevendo o martírio de Huss, e de Jerônimo que morreu logo depois, disse: “Ambos se portaram com firmeza de ânimo quando se lhes aproximou a última hora. Prepararam-se para o fogo como se fosse a uma festa de casamento. Não soltaram nenhum grito de dor. Ao levantarem-se as chamas, começaram a cantar hinos, e mal podia a veemência do fogo fazer silenciar o seu canto.” – Wylie. GC 109-110.

O mais negro, porém, do negro catálogo de crimes, a mais horrível entre as ações diabólicas de todos os hediondos séculos, foi o massacre de São Bartolomeu. O mundo ainda recorda com estremecimento de horror as cenas daquele assalto covardíssimo e cruel. O rei da França, com quem sacerdotes e prelados romanos insistiram, sancionou a hedionda obra. Um sino badalando à noite dobres fúnebres, foi o sinal para o morticínio. Milhares de protestantes que dormiam tranqüilamente em suas casas, confiando na honra empenhada de seu rei, eram arrastados para fora sem aviso prévio e assassinados a sangue frio.

Como Cristo fora o chefe invisível de Seu povo ao ser tirado do cativeiro egípcio, assim foi Satanás o chefe invisível de seus súditos na horrível obra de multiplicar os mártires. Durante sete dias perdurou o massacre em Paris, sendo os primeiros três com inconcebível fúria. E não se limitou unicamente à cidade, mas por ordem especial do rei estendeu-se a todas as províncias e cidades onde se encontravam protestantes. Não se respeitava nem idade nem sexo. Não se poupava nem a inocente criancinha, nem o homem de cabelos brancos. Nobres e camponeses, velhos e jovens, mães e filhos, eram juntamente abatidos. Por toda a França a carnificina durou dois meses. Pereceram setenta mil da legítima flor da nação. GC 272. (Ver História Universal).

A mulher (Babilônia) de Apocalipse 17, é descrita como estando “vestida de púrpura e de escarlata, e adornada com ouro, e pedras preciosas e pérolas; e tinha na sua mão um cálice de ouro cheio das abominações e da imundícia; … e na sua testa estava escrito o nome: Mistério, a grande Babilônia, a mãe das prostituições”. Diz o profeta: “Vi que a mulher estava embriagada do sangue dos santos, e do sangue das testemunhas de Jesus.” Declara ainda ser Babilônia “a grande cidade que reina sobre os reis da Terra”. Apoc. 17:4-6 e 18. O poder que por tantos séculos manteve despótico domínio sobre os monarcas da cristandade, é Roma. A cor púrpura e escarlata, o ouro, as pérolas e pedras preciosas, pintam ao vivo a magnificência e extraordinária pompa ostentadas pela altiva Sé de Roma. E de nenhuma outra potência se poderia, com tanto acerto, declarar que está “embriagada do sangue dos santos”, como daquela igreja que tão cruelmente tem perseguido os seguidores de Cristo. Babilônia é também acusada do pecado de relação ilícita com “os reis da Terra”. Foi pelo afastamento do Senhor e aliança com os gentios que a igreja judaica se tornou prostituta; e Roma, corrompendo-se de modo semelhante ao procurar o apoio dos poderes do mundo, recebe condenação idêntica. GC 382.

Disse o anjo do Senhor: “Pisarão a santa cidade por quarenta e dois meses. E darei poder às Minhas duas Testemunhas, e profetizarão por mil, duzentos e sessenta dias, vestidas de saco. … E, quando acabarem o seu testemunho, a besta que sobe do abismo lhes fará guerra, e os vencerá, e os matará. E jazerão seus corpos mortos na praça da grande cidade que espiritualmente se chama Sodoma e Egito, onde o seu Senhor também foi crucificado. … E os que habitam na Terra se regozijarão sobre eles, e se alegrarão, e mandarão presentes uns aos outros; porquanto estes dois profetas tinham atormentado os que habitam sobre a Terra. E depois daqueles três dias e meio o espírito de vida, vindo de Deus, entrou neles; e puseram-se sobre seus pés, e caiu grande temor sobre os que os viram.” Apoc. 11:2-11.

Os períodos aqui mencionados – “quarenta e dois meses” e “mil, duzentos e sessenta dias” – são o mesmo, representando igualmente o tempo em que a igreja de Cristo deveria sofrer opressão de Roma*. Os 1.260 anos da supremacia papal começaram em 538 de nossa era e terminariam, portanto, em 1798. Nessa ocasião um exército francês entrou em Roma e tomou prisioneiro o papa, que morreu no exílio. Posto que logo depois fosse eleito novo papa, a hierarquia papal nunca pôde desde então exercer o poder que antes possuíra. GC 266.

* Em profecias, cada dia tem o valor de um ano – Números 14:34 e Ezequiel 4:6.

 

O catolicismo é hoje olhado pelos protestantes com muito maior favor do que anos atrás. Nos países em que o catolicismo não está na ascendência, e os romanistas adotam uma política conciliatória a fim de a conseguir, há crescente indiferença com relação às doutrinas que separam as igrejas reformadas da hierarquia papal; ganha terreno a opinião de que, em última análise, não diferimos tão grandemente em pontos vitais como se supunha, e de que pequenas concessões de nossa parte nos levarão a melhor entendimento com Roma. Houve tempo em que os protestantes davam alto valor à liberdade de consciência a tão elevado preço comprada. Ensinavam os filhos a aborrecer o papado, e sustentavam que buscar harmonia com Roma seria deslealdade para com Deus. Mas quão diferentes são os sentimentos hoje expressos! GC 563.

Em Apocalipse, capítulo 17, versículos 1-5, o vidente de Patmos contempla um quadro em que lhe é mostrado uma família de mulheres – mães e filhas – todas decaídas. É um símbolo adequado das igrejas nominalmente cristãs, apóstatas, que constituem a Babilônia espiritual. Enquanto uma voz de baixo convida todos a entrarem em união com ela sob a égide de Roma, uma voz do Céu manda anunciar “Sai dela povo Meu”. Apocalipse 18:4.

“O tom pacífico usado por Roma nos Estados Unidos não implica mudança de coração. É tolerante onde é impotente. Diz o Bispo O’Connor: ‘A liberdade religiosa é meramente suportada até que o contrário possa ser levado a efeito sem perigo para o mundo católico.’ … O arcebispo de St. Louis, Estados Unidos, disse certa vez: ‘A heresia e a incredulidade são crimes; e em países cristãos como a Itália e a Espanha, por exemplo, onde todo o povo é católico, e onde a religião católica é parte essencial da lei da nação, são elas punidas como os outros crimes.’ …

“Todo cardeal, arcebispo e bispo da Igreja Católica, presta para com o papa um juramento de fidelidade em que ocorrem as seguintes palavras: ‘Combaterei os hereges, cismáticos e rebeldes ao dito senhor nosso (o papa), ou seus sucessores, e persegui-los-ei com todo o meu poder’.” – Our Country, do Dr. Josias Strong. GC 565.

Além das torturas físicas, havia a tortura psicológica, consistindo em atrasar o máximo possível a morte dos condenados. Esperava-se juntar um grande número de condenados para que o espetáculo fosse mais impressionante, preparando tudo para a grande cerimônia do auto-de-fé. (Do livro de Luis de Páramo, publicado em Madrid, em 1598).

 

AS TERRÍVEIS CENAS DO PASSADO SE REPETIRÃO

 

O papado é exatamente o que a profecia declarou que havia de ser: a apostasia dos últimos tempos (II Tess. 2:3 e 4). Faz parte de sua política assumir o caráter que melhor cumpra o seu propósito; mas sob a aparência variável do camaleão, oculta o invariável veneno da serpente. GC 571.

Se o leitor deseja compreender que agentes atuarão na luta prestes a vir, não tem senão que investigar o relato dos meios que Roma empregou com o mesmo fito nos séculos passados. Se quiser saber como romanistas e protestantes, unidos, tratarão os que rejeitarem seus dogmas, veja o espírito que Roma manifestou em relação ao sábado e seus defensores. GC 573-574.

Os cristãos foram obrigados a optar entre renunciar sua integridade e aceitar as cerimônias e culto papais, ou passar a vida nas masmorras, sofrer a morte pelo instrumento de tortura, pela fogueira, ou pela machadinha do verdugo. Cumpriam-se as palavras de Jesus: “E até pelos pais, e irmãos, e parentes, e amigos sereis entregues, e matarão alguns de vós. E de todos sereis odiados por causa de Meu nome.” Luc. 21:16 e 17. GC 54.

Os dignitários da Igreja e do Estado unir-se-ão para subornar, persuadir ou forçar todas as classes a honrar o domingo. A falta de autoridade divina será suprida por legislação opressiva. A corrupção política está destruindo o amor à justiça e a consideração para com a verdade; e mesmo na livre América do Norte, governantes e legisladores, a fim de conseguir o favor do público, cederão ao pedido popular de uma lei que imponha a observância do domingo. GC 592.

Durante a dispensação cristã, o grande inimigo da felicidade do homem fez do sábado do quarto mandamento um objeto de ataque especial. Satanás diz: “Eu atravessarei os propósitos de Deus. Capacitarei meus seguidores a porem de lado o memorial de Deus, o sábado do sétimo dia. Assim, mostrarei ao mundo que o dia abençoado e santificado por Deus foi mudado. Esse dia não perdurará na mente do povo. Apagarei a lembrança dele. Porei em seu lugar um dia que não leve as credenciais de Deus, um dia que não seja um sinal entre Deus e Seu povo. Levarei os que aceitarem este dia a porem sobre ele a santidade que Deus pôs sobre o sétimo dia.

“Através de meu representante [o papa], engrandecerei a mim mesmo. O primeiro dia será exaltado, e o mundo protestante receberá este sábado espúrio como genuíno. Através da não observância do sábado que Deus instituiu, levarei Sua lei ao menosprezo. As palavras: ‘Um sinal entre Mim e vós por todas as vossas gerações’, farei que se prestem para o meu sábado.

“Assim o mundo tornar-se-á meu. Eu serei o governador da Terra, o príncipe do mundo. Controlarei assim as mentes sob meu poder para que o sábado de Deus seja um objeto especial de desprezo. Um sinal? – eu farei a observância do sétimo dia um sinal de deslealdade para com as autoridades da Terra. As leis humanas serão feitas tão rígidas que os homens e mulheres não ousarão observar o sábado do sétimo dia. Pelo temor de que lhes venha a faltar alimento e vestuário, eles se unirão com o mundo na transgressão da lei de Deus. A Terra estará inteiramente sob meu domínio”.

Através do estabelecimento de um falso sábado o inimigo pensou mudar os tempos e as leis. Mas tem tido ele realmente êxito em mudar a lei de Deus? As palavras do capítulo 31 de Êxodo são a resposta. Aquele que é o mesmo ontem, hoje e eternamente declarou do sábado do sétimo dia: “É um sinal entre Mim e vós nas vossas gerações”. “Será um sinal para sempre”. Êxo. 31:13 e 17. A placa virada está indicando um caminho errado, mas Deus não mudou. […] Ele é tão zeloso de Sua lei agora como o era nos dias de Acabe e de Elias.

Mas como é esta lei desrespeitada! Vede o mundo hoje em aberta rebelião contra Deus. Esta é na verdade uma geração obstinada, carregada de ingratidão, de formalismo, de insinceridade, de orgulho e apostasia. Os homens negligenciam a Bíblia e odeiam a verdade. Jesus vê Sua lei rejeitada, Seu amor desprezado, Seus embaixadores tratados

com indiferença. Ele tem falado por intermédio de Suas misericórdias, mas estas não têm sido reconhecidas; tem falado por meio de advertências, mas estas não têm sido ouvidas. PR 183-185.

 

PARA QUE ESTÁ SE PREPARANDO A IGREJA DE ROMA?

 

Estes relatos do passado revelam claramente a inimizade de Roma para com o sábado legítimo e seus defensores, e os meios que emprega para honrar a instituição por ela criada. A Palavra de Deus ensina que estas cenas devem repetir-se, quando os católicos romanos e protestantes se unirem para a exaltação do Domingo.

A profecia do capítulo 13 do Apocalipse declara que o poder representado pela besta de chifres semelhantes aos do cordeiro fará com que a “Terra e os que nela habitam” adorem o papado, ali simbolizado pela besta “semelhante ao leopardo”. A besta de dois chifres dirá também “aos que habitam na Terra que façam uma imagem à besta; e, ainda mais, mandará a todos, “pequenos e grandes, ricos e pobres, livres e servos”, que recebam o “sinal da besta”. Apoc. 13:11-16. Mostrou-se que os Estados Unidos são o poder representado pela besta de chifres semelhantes aos do cordeiro, e que esta profecia se cumprirá quando aquela nação impuser a observância do domingo, que Roma alega ser um reconhecimento especial de sua supremacia. Mas nesta homenagem ao papado os Estados Unidos não estarão sós. A influência de Roma nos países que uma vez já lhe reconheceram o domínio, está ainda longe de ser destruída. E a profecia prevê uma restauração de seu poder. “Vi uma de suas cabeças como ferida de morte, e a sua chaga mortal foi curada; e toda a Terra se maravilhou após a besta.” Apoc. 13:3. A aplicação da chaga mortal indica a queda do papado em 1798. Depois disto, diz o profeta: “A sua chaga mortal foi curada; e toda a Terra se maravilhou após a besta.” Paulo declara expressamente que o homem do pecado perdurará até ao segundo advento. (II Tess. 2:8.) Até mesmo ao final do tempo prosseguirá com a sua obra de engano. E diz o escritor do Apocalipse, referindo-se também ao papado: “Adoraram-na todos os que habitam sobre a Terra, esses cujos nomes não estão escritos no livro da vida.” Apoc. 13:8. Tanto no Velho como no Novo Mundo o papado receberá homenagem pela honra prestada à instituição do domingo, que repousa unicamente na autoridade da Igreja de Roma.

Durante mais de meio século, investigadores das profecias nos Estados Unidos têm apresentado ao mundo este testemunho. Nos acontecimentos que ora estão a ocorrer, percebe-se rápido progresso no sentido do cumprimento da profecia. Com os ensinadores protestantes há a mesma pretensão de autoridade divina para a guarda do domingo, e a mesma falta de provas bíblicas, que há com os chefes papais que forjaram os milagres para suprir a falta do mandamento de Deus. A afirmação de que os juízos divinos caem sobre os homens por motivo de violarem o repouso dominical, será repetida. Já se ouvem vozes neste sentido. E o movimento para impor a observãncia do domingo está rapidamente ganhando terreno.

A sagacidade e astúcia da Igreja de Roma são surpreendentes. Ela sabe ler o futuro. Aguarda o seu tempo, vendo que as igrejas protestantes lhe estão prestando homenagem com o aceitar do falso sábado, e se preparam para impô-lo pelos mesmos meios que ela própria empregou em tempos passados. Os que rejeitam a luz da verdade procurarão ainda o auxílio deste poder que a si mesmo se intitula infalível, a fim de exaltarem uma instituição que com ele se originou. Quão prontamente virá esse poder em auxílio dos protestantes nesta obra, não é difícil imaginar. Quem compreende melhor do que os dirigentes papais como tratar com os que são desobedientes à igreja? GC 578-580.

No movimento ora em ação nos Estados Unidos a fim de conseguir para as instituições e usos da igreja o apoio do Estado, os protestantes estão a seguir as pegadas dos romanistas. Na verdade, mais que isto, estão abrindo a porta para o papado a fim de adquirir na América do Norte protestante a supremacia que perdeu no Velho Mundo. E o que dá maior significação a este movimento é o fato de que o principal objeto visado é a obrigatoriedade da observância do domingo, prática que se originou com Roma, e que ela alega como sinal de sua autoridade. É o espírito do papado – espírito de conformidade com os costumes mundanos, com a veneração das tradições humanas acima dos mandamentos de Deus – que está embebedar as igrejas protestantes e levando-as a fazer a mesma obra de exaltação do domingo, a qual antes delas fez o papado. GC 573.

 

POR QUE O PROTESTANTISMO É REPRESENTADO PELA IMAGEM DA BESTA?

 

A besta de dois chifres “faz que a todos, pequenos e grandes, ricos e pobres, livres e servos, lhes seja posto um sinal na sua mão direita ou nas suas testas; para que ninguém possa comprar ou vender, senão aquele que tiver o sinal, ou o nome da besta, ou o número do seu nome”. Apoc. 13:16 e 17. A advertência do terceiro anjo é: “Se alguém adorar a besta, e a sua imagem, e receber o sinal na sua testa, ou na sua mão, também o tal beberá do vinho da ira de Deus.” “A besta” mencionada nesta mensagem, cuja adoração é imposta pela besta de dois chifres, é a primeira, ou a besta semelhante ao leopardo, do capítulo 13 do Apocalipse – o papado. A “imagem da besta” representa a forma de protestantismo apóstata que se desenvolverá quando as igrejas protestantes buscarem o auxílio do poder civil para imposição de seus dogmas. Resta definir ainda o “sinal da besta”.

Depois da advertência contra o culto à besta e sua imagem, declara a profecia: “Aqui estão os que guardam os mandamentos de Deus, e a fé de Jesus.” Visto os que guardam os mandamentos de Deus serem assim colocados em contraste com os que adoram a besta e sua imagem, e recebem o seu sinal, é claro que a guarda da lei de Deus, por um lado, e sua violação, por outro, deverão assinalar a distinção entre os adoradores de Deus e os da besta. GC 444-445.

 

A QUEM OS PROTESTANTES ESTÃO RECONHECENDO GUARDANDO O DOMINGO?

 

Como sinal da autoridade da Igreja Católica, os escritores romanistas citam “o próprio ato da mudança do sábado para o domingo, que os protestantes admitem; … porque, guardando o domingo, reconhecem o poder da igreja para ordenar dias santos e impor sua observância sob pena de incorrer em pecado”. – Resumo da Doutrina Cristã, H. Tuberville. Que é, pois, a mudança do sábado senão o sinal da autoridade da Igreja de Roma ou “o sinal da besta”? […]

Os romanistas declaram que “a observância do domingo pelos protestantes é uma homenagem que prestam, malgrado seu, à autoridade da Igreja [Católica]”. – Plain Talks About Protestantism. A imposição da guarda do domingo por parte das igrejas protestantes é uma obrigatoriedade do culto ao papado – à besta. Os que, compreendendo as exigências do quarto mandamento, preferem observar o sábado espúrio em lugar do verdadeiro, estão desta maneira a prestar homenagem ao poder pelo qual somente por ele é ordenado. Mas, no próprio ato de impor um dever religioso por meio do poder secular, formariam as igrejas mesmas uma imagem à besta; daí a obrigatoriedade da guarda do domingo nos Estados Unidos equivaler a impor a adoração à besta e à sua imagem. GC 448-449.

 

COMO SE IDENTIFICAM OS QUE ADORAM A DEUS E OS QUE ADORAM A BESTA?

 

Enquanto os adoradores de Deus se distinguirão especialmente pelo respeito ao quarto mandamento – dado o fato de ser este o sinal de Seu poder criador, e testemunha de Seu direito à reverência e homenagem do homem – os adoradores da besta salientar-se-ão por seus esforços para derribar o monumento do Criador e exaltar a instituição de Roma. Foi por sua atitude a favor do domingo que o papado começou a ostentar arrogantes pretensões; seu primeiro recurso ao poder do Estado foi para impor a observância do domingo como “o dia do Senhor”. A Escritura Sagrada, porém, indica o sétimo dia e não o primeiro, como o dia do Senhor. Disse Cristo : “O Filho do homem é Senhor até do sábado.” O quarto mandamento declara: “O sétimo dia é o sábado do Senhor.” E pelo profeta Isaías o Senhor lhe chama: “Meu santo dia.” Mar. 2:28; Isa. 58:13.

A alegação tantas vezes feita, de que Cristo mudou o sábado, é refutada por Suas próprias palavras. Em Seu sermão no monte, disse Ele: “Não cuideis que vim destruir a lei ou os profetas: não vim ab-rogar, mas cumprir. Porque em verdade vos digo que, até que o céu e a Terra passem, nem um jota ou um til se omitirá da lei, sem que tudo seja cumprido. Qualquer pois que violar um destes mais pequenos mandamentos, e assim ensinar aos homens, será chamado o menor no reino dos Céus; aquele, porém, que os cumprir e ensinar será chamado grande no reino dos Céus.” Mat. 5:17-19. GC 446-447.

 

A RESTAURAÇÃO DA VERDADE NOS ÚLTIMOS DIAS

 

A obra da reforma do sábado a realizar-se nos últimos tempos acha-se predita na profecia de Isaías: “Assim diz o Senhor: Mantende o juízo, e fazei justiça, porque a Minha salvação está prestes a vir, e a Minha justiça a manifestar-se. Bem-aventurado o homem que fizer isto, e o filho do homem que lançar mão disto; que se guarda de profanar o sábado, e guarda a sua mão de perpetrar algum mal.” “Aos filhos dos estrangeiros que se chegarem ao Senhor, para O servirem, e para amarem o nome do Senhor, sendo deste modo servos

Seus, todos os que guardarem o sábado, não o profanando, e os que abraçarem o Meu concerto, também os levarei ao Meu santo monte, e os festejarei na Minha casa de oração.” Isa. 56:1, 2, 6 e 7.

Estas palavras se aplicam à era cristã, como se vê pelo contexto: “Assim diz o Senhor Jeová, que ajunta os dispersos de Israel: Ainda ajuntarei outros aos que já se lhe ajuntaram.” Isa. 56:8. Aqui está prefigurado o ajuntamento dos gentios pelo evangelho. E sobre os que então honram o sábado, é pronunciada uma bênção. GC 451.

“Porque, como os novos céus, e a nova terra, que hei de fazer, estarão diante da minha face, diz o SENHOR, assim também há de estar a vossa posteridade e o vosso nome. E será que desde uma lua nova até à outra, e desde um sábado até ao outro, virá toda a carne a adorar perante mim, diz o SENHOR.” Isaías 66:22-23.

Destarte, o dever relativo ao quarto mandamento estende-se através da crucifixão, ressurreição e ascensão de Cristo, até ao tempo em que os Seus servos deveriam pregar a todas as nações a mensagem das alegres novas.

O Senhor ordena pelo mesmo profeta: “Liga o testemunho, sela a lei entre os Meus discípulos.” Isa. 8:16. O selo da lei de Deus se encontra no quarto mandamento. Unicamente este, entre todos os dez, apresenta não só o nome mas o título do Legislador. Declara ser Ele o Criador dos céus e da Terra, e mostra, assim, o Seu direito à reverência e culto, acima de todos. Fora deste preceito, nada há no Decálogo que mostre por autoridade de quem foi dada a lei. Quando o sábado foi mudado pelo poder papal, o selo foi tirado da lei. Os discípulos de Jesus são chamados para que o restabeleçam, exaltando o sábado do quarto mandamento à sua devida posição como monumento do Criador e sinal de Sua autoridade.

“À Lei e ao Testemunho!” Ao mesmo tempo em que são abundantes as doutrinas e teorias contraditórias entre si, a lei de Deus, é a única regra infalível pela qual todas as opiniões, doutrinas e teorias devem ser provadas. Diz o profeta: “Se eles não falarem segundo esta palavra, nunca verão a alva.” Isa. 8:20. […]

Desta maneira indica o profeta a ordenança que tem estado esquecida: “Levantarás os fundamentos de geração em geração; e chamar-te-ão reparador das roturas, e restaurador de veredas para morar. Se desviares o teu pé do sábado, e de fazer a tua vontade no Meu santo dia, e se chamares ao sábado deleitoso, e santo dia do Senhor, digno de honra, e o honrares, não seguindo os teus caminhos, nem pretendendo fazer a tua própria vontade, nem falar as tuas próprias palavras, então te deleitarás no Senhor.” Isa. 58:12-14. Esta profecia também se aplica a nosso tempo. A rotura foi feita na lei de Deus, quando o sábado foi mudado pelo poder romano. Chegou, porém, o tempo para que esta instituição divina seja restabelecida. GC 451-453.

 

QUAL SERÁ O ÚLTIMO E TERRÍVEL ENGANO DE SATANÁS?

 

Como ato culminante no grande drama do engano, o próprio Satanás personificará Cristo. A igreja tem há muito tempo professado considerar o advento do Salvador como a realização de suas esperanças. Assim, o grande enganador fará parecer que Cristo veio. Em várias partes da Terra, Satanás se manifestará entre os homens como um ser majestoso, com brilho deslumbrante, assemelhando-se à descrição do Filho de Deus dada por João no Apocalipse (cap. 1:13-15). A glória que o cerca não é excedida por coisa alguma que os olhos mortais já tenham contemplado. Ressoa nos ares a aclamação de triunfo: “Cristo veio! Cristo veio!” O povo se prostra em adoração diante dele, enquanto este ergue as mãos e sobre eles pronuncia uma bênção, assim como Cristo abençoava Seus discípulos quando aqui na Terra esteve. Sua voz é meiga e branda, cheia de melodia. Em tom manso e compassivo apresenta algumas das mesmas verdades celestiais e cheias de graça que o Salvador proferia; cura as doenças do povo, e então, em seu pretenso caráter de Cristo, alega ter mudado o sábado para o domingo, ordenando a todos que santifiquem o dia que ele abençoou. Declara que aqueles que persistem em santificar o sétimo dia estão blasfemando de Seu nome, pela recusa de ouvirem Seus anjos à eles enviados com a luz e a verdade. É este o poderoso engano, quase invencível. Semelhantes aos samaritanos que foram enganados por Simão Mago, as multidões, desde o menor até o maior, dão crédito a esses enganos, dizendo: “Esta é a grande virtude de Deus.” Atos 8:10.

Mas o povo de Deus não será desencaminhado. Os ensinos deste falso cristo não estão de acordo com as Escrituras. Sua bênção é pronunciada sobre os adoradores da besta e de sua imagem, a mesma classe sobre a qual a Bíblia declara que a ira de Deus, sem mistura, será derramada. GC 624-625. (Ver Mateus 24:24; II Tessalonicenses 2:10; João 14:29).

 

 

Abreviações:

GC – O Grande Conflito

PR – Profetas e Reis

PP – Patriarcas e Profetas

 

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A oferta de Caim… e a de Abel

“Pela fé Abel ofereceu a Deus maior sacrifício do que Caim.” Hebreus 11:4.

No “Livro dos livros” [Bíblia Sagrada], no relato das “Origens” [Gênesis] no capítulo 4, versos 1 a 15, lemos a importante mas também esquecida história sobre Caim e Abel; de onde podemos tirar importantes lições sobre servir a Deus e prestar-lhe obediência irrestrita. Caim e Abel, filhos de Adão, diferiam grandemente em caráter. Abel era submisso à vontade de Deus; via justiça e misericórdia no trato do Criador para com a raça decaída, e com gratidão aceitou a esperança da redenção.

Diferentemente, através de sua oferta – ou seja – suas obras, Caim provou que não “amava a Deus sobre todas as coisas”. Como Abel, tivera a oportunidade. Não foi vítima de um intuito arbitrário. Um irmão não fora eleito para ser aceito por Deus, e o outro para ser rejeitado. Abel escolheu a fé e a obediência; Caim, a incredulidade e a rebeldia. Nisto consistia toda a questão. (mais…)

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Os Dez Mandamentos

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