Capa Divindade Triúna_2

A Experiência das Virgens Loucas

E depois chegaram também as outras virgens [as Loucas], dizendo: Senhor, Senhor, abre-nos. E ele, respondendo, disse: Em verdade vos digo que vos não conheço. Mateus 25:11-12.

             Ao ler essa parábola, podemos apenas sentir pena das virgens loucas e fazer a pergunta: Por que as virgens prudentes não dividiram seu suprimento de óleo? Porém, ao fazermos a aplicação espiritual da parábola, podemos entender a razão. É impossível para aqueles que possuem fé e graça dividir seu suprimento com aqueles que não possuem. É impossível para aqueles que fizeram profundo exame de coração partilhar os benefícios com aqueles que fizeram apenas um exame superficial. (RH, 17 de setembro de 1895). MM, 2013, Perto do Céu, 109.

            Na parábola das dez virgens, cinco são representadas como prudentes e cinco loucas. O nome “virgens loucas” representa o caráter daqueles que não experimentaram uma verdadeira conversão operada pelo Espírito de Deus. A vinda de Cristo não transforma as virgens loucas em prudentes. Quando Cristo vier, as balanças do Céu pesarão o caráter e decidirão se ele é puro, santificado e santo ou se é impróprio para o reino do Céu. Aqueles que têm desprezado a graça divina que está à sua disposição e que os qualificaria para habitar no Céu, serão as virgens loucas. Eles tiveram toda luz, todo conhecimento, mas falharam em obter o óleo da graça; eles não receberam o poder santificador da verdade. Review and Herald, 19 de agosto de 1890.

            Agora é o tempo de o descuidado despertar de sua indiferença. Agora é o tempo de rogar que as almas não somente ouçam a Palavra de Deus, mas também, sem demora, que abasteçam de óleo os seus vasos e suas lâmpadas. O óleo é a justiça de Cristo. Representa o caráter, e o caráter é intransferível. Ninguém o pode obter para outro. Cada um deve adquirir para si mesmo um caráter purificado de toda a mancha do pecado. (Special Testimonies to Ministers and Workers, Série A, nº 4, 1895). Testemunhos para Ministros, 233-234.