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O Mistério Maior

Pois ele conhece a nossa estrutura; lembra-se de que somos pó.
Salmos 103:14.

O mistério da cruz explica todos os outros mistérios. À luz que emana do Calvário, os atributos de Deus que nos encheram de temor e pavor, aparecem belos e atraentes. Misericórdia, ternura e amor paternal são vistos a confundir-se com santidade, justiça e poder. Enquanto contemplamos a majestade de Seu trono, alto e sublime, vemos Seu caráter em suas manifestações de misericórdia, e compreendemos, como nunca dantes, a significação daquele título enternecedor: ”Pai nosso.” Grande Conflito, 652.

Ele encaminhou Seus ouvintes ao Governador do Universo, sob a nova designação: Pai Nosso. Queria que compreendessem quão ternamente o coração de Deus por eles anelava. Ensinou que Deus cuida de toda alma perdida; que ”como um pai se compadece de seus filhos, assim o Senhor Se compadece daqueles que O temem”. Sal. 103:13. Tal concepção de Deus não foi jamais dada ao mundo por qualquer religião senão a da Bíblia. O paganismo ensina os homens a olharem para o Ser Supremo como objeto de temor em vez de amor – uma divindade maligna a ser apaziguada por sacrifícios, e não um Pai derramando sobre Seus filhos o dom do Seu amor. Mesmo o povo de Israel se tornara tão cego ao precioso ensino dos profetas acerca de Deus, que esta revelação de Seu paternal amor era coisa original, uma nova dádiva ao mundo. Maior Discurso de Cristo, 74.

O grande Deus nos ensina a chamar-Lhe Pai. Ele deseja que compreenda quão ansiosa e ternamente Seu coração se compadece de nós em todas as nossas provas e tentações. ”Como um pai se compadece de seus filhos, assim o Senhor Se compadece daqueles que O temem.” Sal. 103:13. Mais depressa a mãe se esqueceria de seu filho, do que Deus de uma alma que nEle confia. Obreiros Evangélicos, 209.


14/01/22

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Pai Nosso!

Portanto, vós orareis assim: Pai nosso, que estás nos céus, santificado seja o teu nome. Mateus 6:9.

Conquanto tivessem as Escrituras que testificavam de Cristo, os judeus não foram capazes de discernir a Cristo nas Escrituras; e embora tenhamos o Antigo e o Novo Testamentos, os homens torcem as Escrituras para escapar de suas verdades; e, em suas interpretações das Escrituras, eles ensinam – como o faziam os fariseus – os preceitos e as tradições dos homens em lugar dos mandamentos de Deus. Nos dias de Cristo os dirigentes religiosos haviam por tanto tempo apresentado idéias humanas diante do povo, que os ensinos de Cristo se opunham em todo o sentido a suas teorias e práticas. Seu sermão na montanha contradisse virtualmente as doutrinas dos presunçosos escribas e fariseus. Eles haviam representado tão mal a Deus que Ele era considerado um juiz severo, destituído de compaixão, misericórdia e amor. Apresentavam ao povo inumeráveis preceitos e tradições como procedentes de Deus, embora não tivessem um ”Assim diz o Senhor” por sua autoridade. Conquanto professassem conhecer e adorar o Deus vivo e verdadeiro, desfiguravam-nO completamente; e o caráter de Deus, da maneira como era retratado por Seu Filho, constituía um assunto original, uma nova dádiva ao mundo.

Cristo fez todo o esforço possível para remover de tal modo a deturpação feita por Satanás, que pudesse ser restabelecida a confiança do homem no amor de Deus. Ele ensinou os homens a dirigirem-se ao Supremo Governador do Universo pelo novo nome: ”Pai Nosso.” Mat. 6:9. Este nome indica Sua verdadeira relação para conosco, e, quando proferido com sinceridade pelos lábios humanos, é qual música aos ouvidos de Deus. Cristo nos conduz ao trono de Deus por um novo e vivo caminho, a fim de apresentá-Lo a nós em Seu amor paternal. (RH, 11 de setembro de 1894). Fundamentos da Educação Cristã, 309.


07/01/22

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Deus é Amor

Mas Deus prova o seu amor para conosco, em que Cristo morreu por nós, sendo nós ainda pecadores. Romanos 5:8.         

            Milhares de pessoas têm uma falsa concepção de Deus e Seus atributos. Servem tão certamente a um falso deus, como o faziam os servos de Baal. Estamos nós adorando o verdadeiro Deus tal como Ele Se revela em Sua Palavra, em Cristo, na natureza, ou estamos adorando algum ídolo filosófico em Seu lugar? Deus é um Deus de verdade. Justiça e misericórdia são os atributos de Seu trono. Ele é um Deus de amor, de piedade e terna compaixão. Assim Ele é representado em Seu Filho, nosso Salvador. Ele é um Deus de paciência e longanimidade. Se tal é o ser a quem adoramos, e cujo caráter estamos buscando assimilar, estamos adorando o verdadeiro Deus. 5 Testemunhos para a Igreja, Vol. 5, 174.

            Quando nos revestimos da justiça de Cristo, não temos nenhum prazer no pecado, pois Cristo estará trabalhando conosco. Poderemos cometer erros, mas odiaremos o pecado que causou os sofrimentos do Filho de Deus. (Review and Herald, 18 de março de 1890). Mensagens Escolhidas, Vol. 1, 360.

            ”Deus é amor.” I João 4:8. Sua natureza, Sua lei, são amor. Assim sempre foi; assim sempre será. ”O Alto e o Sublime, que habita na eternidade”, ”cujos caminhos são eternos”, não muda. NEle ”não há mudança nem sombra de variação”. Patriarcas e Profetas, 33.

               O grande conflito terminou. Pecado e pecadores não mais existem. O Universo inteiro está purificado. Uma única palpitação de harmonioso júbilo vibra por toda a vasta criação. DAquele que tudo criou emanam vida, luz e alegria por todos os domínios do espaço infinito. Desde o minúsculo átomo até ao maior dos mundos, todas as coisas, animadas e inanimadas, em sua serena beleza e perfeito gozo, declaram que Deus é amor. Grande Conflito, 678.

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Pedras Vivas no Templo do Senhor

Deixo-vos a paz, a minha paz vos dou; não vo-la dou como o mundo a dá. Não se turbe o vosso coração, nem se atemorize. João 14:27. 

            O templo judaico foi construído de pedras cortadas e alisadas, das montanhas; e cada pedra foi adaptada ao lugar que lhe era destinado no templo, cortada, polida e provada antes de ser levada a Jerusalém. E quando todas foram levadas ao local, o edifício foi formado sem som de machado ou martelo. Esse edifício representa o templo espiritual de Deus, composto de material reunido de toda nação e língua e povo, de todas as classes, altas e baixas, ricas e pobres, cultas e ignorantes. Essas não são substâncias mortas, a serem adaptadas com martelo e cinzel. São pedras vivas tiradas da pedreira do mundo pela verdade; e o grande Construtor-Mestre, o Senhor do templo, está agora cortando-as e polindo-as, e ajustando-as a seus respectivos lugares no templo espiritual. Quando completos, esse templo será perfeito em todas as partes, a admiração dos anjos e dos homens; pois seu artífice e construtor é Deus. Verdadeiramente, os que devem formar esse glorioso edifício são “chamados santos”. RH, 6/05/1884. MM, 2009, Jesus – Meu Modelo, 355.

               É possível que, para a formação de nosso caráter, muito trabalho seja ainda requerido e sejamos ainda pedra tosca que tem de ser burilada antes de poder preencher dignamente seu lugar no templo de Deus. Não devemos nos surpreender, pois, que, com o martelo e o cinzel, Deus Se ponha a desbastar as arestas para ocuparmos o lugar que nos destina. Ser humano algum pode efetuar essa obra. Só Deus a pode executar. E podemos estar certos de que nenhum golpe será dado em falso. Todos os Seus golpes são dados com amor, para a nossa felicidade perpétua. Ele conhece nossas fraquezas e trabalha para restaurar, não para destruir.

            Se surgem provações que parecem inexplicáveis, não devemos permitir que nossa paz nos seja roubada. Conquanto sejamos tratados injustamente, não demonstremos raiva. Alimentando o espírito de represália, prejudicamo-nos a nós mesmos. Destruímos nossa confiança em Deus e entristecemos o Espírito Santo. Ao nosso lado está uma Testemunha, um Mensageiro celestial, que levantará o estandarte contra o inimigo. Ele nos envolverá com os brilhantes raios do Sol da Justiça. Além disso, Satanás não pode penetrar. Não pode atravessar esse escudo de luz sagrada. (ST, 18/08/1909). MM, 2009, Jesus – Meu Modelo, 239.

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Misericórdias Disfarçadas

Muitas são as aflições do justo, mas o Senhor o livra de todas. Salmos 34:19.

            Temos aprendido no meio de sombrias providências que não é sábio seguir a própria vontade ou caminho, e não considerar e refletir sobre a fidelidade divina. Sinto que somos aqueles que podem compreender e simpatizar-se um com o outro. Estamos unidos pela graça de Jesus Cristo e nos laços de afinidades cristãs santificados pelas aflições. […]

            Aflições são freqüentemente misericórdias disfarçadas. Não sabemos o que seríamos sem elas. Quando Deus, em Sua misteriosa providência, impede todos os nossos acariciados planos, e recebemos tristeza no lugar de alegria, devemos nos curvar em submissão e dizer: “Seja feita a Tua vontade, ó Deus.” Precisamos alimentar uma calma e devota confiança nAquele que nos ama, e que deu Sua vida por nós. “O Senhor, durante o dia, me concede a Sua misericórdia, e à noite comigo está o Seu cântico, uma oração ao Deus da minha vida. Digo a Deus, minha rocha: por que te olvidaste de mim? Por que hei de andar eu lamentando sob a opressão dos meus inimigos?” [Salmos 42:8].

               O Senhor considera nossas aflições. Graciosa e distintamente, Ele as limita e as distribui. Como um refinador de prata, Ele nos observa a cada momento até que a purificação seja completa. A fornalha serve para purificar e refinar, não para destruir e consumir. Ele motivará aqueles que colocam sua confiança nEle a cantarem das misericórdias no meio de juízos. Ele está observando para conceder, quando mais for necessário, novas e frescas bênçãos, força no momento de fraqueza, auxílio na hora de perigo, amigos na hora de solidão, simpatia, humana e divina, na hora de tristeza.            

            Estamos caminhando rumo à pátria. Ele, que nos ama tanto a ponto de morrer por nós, construiu-nos uma cidade. A Nova Jerusalém é nosso lugar de descanso. Não haverá tristeza na Cidade de Deus. Nenhum vestígio de tristeza. Nenhum lamento de esperanças frustradas será novamente ouvido. MM, 2009, Jesus – Meu Modelo, 328.

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Selados e Cheios do Espírito

E aquele que não foi achado escrito no livro da vida foi lançado no lago de fogo. Apocalipse 20:15.

            Quando um homem é cheio do Espírito, quanto mais severamente é provado, tanto mais claramente demonstra ser um representante de Cristo. A paz que existe no seu coração vê-se no semblante. As palavras e atos expressam o amor do Salvador. … Há renúncia do próprio eu. O nome de Cristo é escrito em tudo quanto é dito e feito.

            Podemos falar das bênçãos do Espírito Santo, mas a menos que nos preparemos a nós mesmos para recebê-Lo, que aproveitam as nossas obras? Estamos nós nos esforçando com todo o nosso poder para atingir a estatura de homens e mulheres em Cristo? Estamos buscando Sua plenitude, avançando sempre para o alvo que nos é proposto – a perfeição de Seu caráter? Quando o povo do Senhor atingir a esse objetivo, serão selados em suas testas. Cheios do Espírito, serão completos em Cristo, e o anjo relator declarará: ”Está consumado”. João 19:30. (Review and Herald, 10 de junho de 1902). MM, 1962, Nossa Alta Vocação, 148.

            Os que vencem o mundo, a carne e o diabo, serão os agraciados que receberão o selo do Deus vivo. Aqueles cujas mãos não são limpas, cujo coração não é puro, não terá o selo do Deus vivo. Os que planejam pecado e o praticam, serão omitidos. Somente os que, em sua atitude diante de Deus, desempenham a parte dos que se arrependem e confessam os pecados no grande dia antitípico da expiação, serão reconhecidos e assinalados como dignos da proteção de Deus. O nome dos que firmemente aguardam, e esperam o aparecimento do Salvador e por ele velam – mais ardorosa e ansiosamente do que os que esperam pela manhã – será contado como dos selados. Aqueles que, embora tendo toda a luz da verdade a lhes brilhar sobre a alma, e devendo ter obras correspondentes a sua profissão de fé, ainda assim são atraídos pelo pecado, construindo ídolos em seu coração, corrompendo sua alma diante de Deus, e contaminando aqueles que com eles se unem no pecado, terão seus nomes apagados do livro da vida, e serão deixados nas trevas da meia-noite, sem óleo nos vasos nem nas lâmpadas. ”Mas para vós que temeis o Meu nome nascerá o Sol da Justiça e salvação trará debaixo das Suas asas.” Mal. 4:2. Testemunhos para Ministros, 445.

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Recebestes o Espírito Santo?

Querendo o aperfeiçoamento dos santos, para a obra do ministério, para edificação do corpo de Cristo; Até que todos cheguemos à unidade da fé, e ao conhecimento do Filho de Deus, a homem perfeito, à medida da estatura completa de Cristo, Para que não sejamos mais meninos inconstantes, levados em roda por todo o vento de doutrina, pelo engano dos homens que com astúcia enganam fraudulosamente. Efésios 4:12-14.

            Em meu sonho, uma sentinela se achava à porta de importante edifício, e perguntava a cada um que vinha em busca de entrada: ”Recebestes o Espírito Santo?” Tinha na mão uma fita métrica, e apenas muito, muito poucos eram admitidos ao edifício . ”Vosso tamanho como ser humano não é nada”, dizia. ”Mas se alcançasses a plena estatura de um homem em Cristo Jesus, segundo o conhecimento que tendes tido, recebereis um aprazamento para sentar-vos com Cristo nas bodas do Cordeiro; e pelos séculos eternos, nunca deixareis de aprender das bênçãos a vós asseguradas no banquete preparado para vós.

            ”Podeis ser altos e bem proporcionados em vossa pessoa, mas não podeis entrar aqui. Não poderá entrar ninguém que seja criança crescida, levando consigo a disposição, os hábitos, e as características peculiares às crianças. Se nutristes suspeitas, críticas, mau humor, dignidade própria, não podeis ser admitidos; pois estragaríeis o banquete. Todos os que entram por esta porta trajam a veste de bodas, tecida no tear celeste. Os que se educam em apanhar os defeitos no caráter dos outros, revelam uma deformidade que torna as famílias infelizes, que desvia almas da verdade para buscar fábulas. Vosso fermento de desconfiança, vossa falta de fé, vosso poder de acusação, fecham-vos a porta de entrada. Por esta porta não pode entrar coisa alguma que possa arruinar a felicidade dos moradores por arruinar sua perfeita confiança uns nos outros. Não vos podeis unir à família feliz das cortes celestes; pois enxuguei de seus olhos toda lágrima. Não podereis nunca ver o Rei em Sua beleza, caso não sejais vós mesmos representantes de Seu caráter. (Review and Herald, 11 de abril de 1899). Mensagens Escolhidas, Vol. 1, 109-110.

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A Experiência das Virgens Prudentes

Vigiai, pois, porque não sabeis o dia nem a hora em que o Filho do homem há de vir. Mateus 25:13.

             Todos os que esperam o Noivo celestial são representados na parábola como se tivessem adormecido porque o Senhor retarda sua vinda; mas os prudentes despertaram ante a mensagem de Sua aproximação e responderam à mensagem. O discernimento espiritual deles não havia se extinguido totalmente e eles, de um salto, se uniram ao cortejo. Ao se apropriarem da graça de Cristo, a experiência religiosa deles se tornou vigorosa e abundante, e  suas afeições se fixaram nas coisas do alto. Discerniram onde estava a fonte de seus recursos e apreciaram o amor que Deus tinha por eles. Abriram o coração para receber o Espírito Santo, pelo qual o amor lhes foi derramado no coração. Suas lâmpadas foram abastecidas e acesas e emitiram constante raios de luz em meio às trevas morais do mundo. Glorificaram a Deus, porque tinham o óleo da graça no coração e fizeram exatamente a obra que o Mestre fez antes deles: saíram para buscar e salvar o que se havia perdido. (ST, 28 de junho de 1910). Comentário Bíblico, Vol. 5, 1099.

               O azeite é um símbolo do Espírito Santo que é introduzido no coração pela fé em Jesus Cristo. Aqueles que examinam diligentemente as Escrituras com muita oração, que confiam em Deus com firme fé, que obedecem aos Seus mandamentos estarão entre os que são representados como virgens prudentes. (Review and Herald, 17 de setembro de 1895). MM, 2013, Perto do Céu, 109.

               Os que mantiverem o princípio da sua confiança firme até o fim, estarão bem despertos durante o tempo em que a mensagem do terceiro anjo é proclamada com grande poder. (Review and Herald, 13 de outubro de 1904). MM, 1977, Maranata – O Senhor Vem, 216.

               Minha mensagem é que nossa única segurança é estarmos prontos para o refrigério celeste, tendo nossas lâmpadas preparadas e ardendo. Cristo nos disse que vigiássemos; ”porque o Filho do homem há de vir à hora em que não penseis”. ”Vigiai e orai” é a recomendação a nós dada por nosso Redentor. (Review and Herald, 29 de março de 1892). Mensagens Escolhidas, Vol. 1, 192.    

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A Experiência das Virgens Loucas

E depois chegaram também as outras virgens [as Loucas], dizendo: Senhor, Senhor, abre-nos. E ele, respondendo, disse: Em verdade vos digo que vos não conheço. Mateus 25:11-12.

             Ao ler essa parábola, podemos apenas sentir pena das virgens loucas e fazer a pergunta: Por que as virgens prudentes não dividiram seu suprimento de óleo? Porém, ao fazermos a aplicação espiritual da parábola, podemos entender a razão. É impossível para aqueles que possuem fé e graça dividir seu suprimento com aqueles que não possuem. É impossível para aqueles que fizeram profundo exame de coração partilhar os benefícios com aqueles que fizeram apenas um exame superficial. (RH, 17 de setembro de 1895). MM, 2013, Perto do Céu, 109.

            Na parábola das dez virgens, cinco são representadas como prudentes e cinco loucas. O nome “virgens loucas” representa o caráter daqueles que não experimentaram uma verdadeira conversão operada pelo Espírito de Deus. A vinda de Cristo não transforma as virgens loucas em prudentes. Quando Cristo vier, as balanças do Céu pesarão o caráter e decidirão se ele é puro, santificado e santo ou se é impróprio para o reino do Céu. Aqueles que têm desprezado a graça divina que está à sua disposição e que os qualificaria para habitar no Céu, serão as virgens loucas. Eles tiveram toda luz, todo conhecimento, mas falharam em obter o óleo da graça; eles não receberam o poder santificador da verdade. Review and Herald, 19 de agosto de 1890.

            Agora é o tempo de o descuidado despertar de sua indiferença. Agora é o tempo de rogar que as almas não somente ouçam a Palavra de Deus, mas também, sem demora, que abasteçam de óleo os seus vasos e suas lâmpadas. O óleo é a justiça de Cristo. Representa o caráter, e o caráter é intransferível. Ninguém o pode obter para outro. Cada um deve adquirir para si mesmo um caráter purificado de toda a mancha do pecado. (Special Testimonies to Ministers and Workers, Série A, nº 4, 1895). Testemunhos para Ministros, 233-234.

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