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Pai Nosso!

Portanto, vós orareis assim: Pai nosso, que estás nos céus, santificado seja o teu nome. Mateus 6:9.

Conquanto tivessem as Escrituras que testificavam de Cristo, os judeus não foram capazes de discernir a Cristo nas Escrituras; e embora tenhamos o Antigo e o Novo Testamentos, os homens torcem as Escrituras para escapar de suas verdades; e, em suas interpretações das Escrituras, eles ensinam – como o faziam os fariseus – os preceitos e as tradições dos homens em lugar dos mandamentos de Deus. Nos dias de Cristo os dirigentes religiosos haviam por tanto tempo apresentado idéias humanas diante do povo, que os ensinos de Cristo se opunham em todo o sentido a suas teorias e práticas. Seu sermão na montanha contradisse virtualmente as doutrinas dos presunçosos escribas e fariseus. Eles haviam representado tão mal a Deus que Ele era considerado um juiz severo, destituído de compaixão, misericórdia e amor. Apresentavam ao povo inumeráveis preceitos e tradições como procedentes de Deus, embora não tivessem um ”Assim diz o Senhor” por sua autoridade. Conquanto professassem conhecer e adorar o Deus vivo e verdadeiro, desfiguravam-nO completamente; e o caráter de Deus, da maneira como era retratado por Seu Filho, constituía um assunto original, uma nova dádiva ao mundo.

Cristo fez todo o esforço possível para remover de tal modo a deturpação feita por Satanás, que pudesse ser restabelecida a confiança do homem no amor de Deus. Ele ensinou os homens a dirigirem-se ao Supremo Governador do Universo pelo novo nome: ”Pai Nosso.” Mat. 6:9. Este nome indica Sua verdadeira relação para conosco, e, quando proferido com sinceridade pelos lábios humanos, é qual música aos ouvidos de Deus. Cristo nos conduz ao trono de Deus por um novo e vivo caminho, a fim de apresentá-Lo a nós em Seu amor paternal. (RH, 11 de setembro de 1894). Fundamentos da Educação Cristã, 309.


07/01/22