Soldados de Cristo

Sofre, pois, comigo, as aflições, como bom soldado de Jesus Cristo. Ninguém que milita se embaraça com negócios desta vida, a fim de agradar àquele que o alistou para a guerra. E, se alguém também milita, não é coroado se não militar legitimamente. II Timóteo 2:3-5.

Mostrai, mediante Jesus Cristo, que sois dignos do santo legado com que o Senhor vos honrou, ao conceder-vos vida e graça. Deveis recusar sujeitar-vos ao poder do mal. Como soldados de Cristo, precisamos deliberada e inteligentemente aceitar Suas condições de salvação sob todas as circunstâncias, acariciar retos princípios e agir de acordo com eles. A sabedoria divina deve ser uma lâmpada para os vossos pés. Sede fiéis a vós mesmos e a vosso Deus. Tudo quanto puder ser abalado, sê-lo-á; mas arraigados e fundados na verdade, permanecereis com as coisas que não podem ser abaladas. A lei do Senhor é firme, inalterável; pois é a expressão do caráter de Jeová. Resolvei-vos a não lançar, por palavra ou influência, a menor desonra sobre sua autoridade. (The Youth’s Instructor, 2 de fevereiro de 1893). MJ 30.

Vi que os quatro anjos segurariam os quatro ventos até que a obra de Jesus estivesse terminada no santuário, e então viriam as sete últimas pragas. Estas pragas enfureceram os ímpios contra os justos, pois pensavam que nós havíamos trazido os juízos divinos sobre eles, e que se pudessem livrar a Terra de nós, as pragas cessariam. Saiu um decreto para se matarem os santos, o que fez com que estes clamassem dia e noite por livramento. Este foi o tempo da angústia de Jacó. Então todos os santos clamaram com angústia de espírito, e alcançaram livramento pela voz de Deus. Os cento e quarenta e quatro mil triunfaram. Sua face se iluminou com a glória de Deus. Foi-me mostrada então uma multidão que ululava em agonia. Em suas vestes estava escrito em grandes letras: “Pesado foste na balança e foste achado em falta.” Dan. 5:27. Perguntei quem era aquela multidão. O anjo disse: “Estes são os que já guardaram o sábado e o abandonaram.” Ouvi-os clamar com grande voz: “Acreditamos em Tua vinda e a ensinamos com ardor.” E enquanto falavam, seus olhares caíam sobre suas vestes, viam a escrita e então choravam em alta voz. Vi que eles haviam bebido de águas profundas, e enlameado o resto com os pés – pisando o sábado a pés; e por isso foram pesados na balança e achados em falta. (Ano: 1849). PE 36.

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