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Santo e Tremendo é o Nosso Deus

Redenção enviou ao seu povo; ordenou a sua aliança para sempre; santo e tremendo é o seu nome. Salmos 111:9.  

            A verdadeira reverência para com Deus é inspirada por um sentimento de Sua infinita grandeza, e de Sua presença. Com esse sentimento do Invisível, todo coração deve ser profundamente impressionado. Obreiros Evangélicos, 178.

               Alguns consideram ser sinal de humildade orar a Deus de maneira comum, como se estivessem falando com um ser humano. Eles profanam Seu nome misturando desnecessária e irreverentemente em suas orações as palavras – ”Deus, todo-poderoso” – tremendas e sagradas palavras, que nunca deveriam passar pelos lábios senão em tom submisso, e com sentimento de respeito.

            A linguagem floreada é inadequada à oração, seja a petição feita no púlpito, no círculo da família, ou em particular. Especialmente o que ora em público deve servir-se de linguagem simples, para que os outros possam entender o que diz, e unir-se à petição. Idem, 176-177.

            Se Cristo Se encontrasse hoje na Terra, rodeado pelos que usam o título de ”Reverendo”, ”Reverendíssimo”, não repetiria Suas palavras: ”Nem vos chameis, mestres, porque um só é o vosso Mestre, que é o Cristo”? Mat. 23:10. A Escritura declara a respeito de Deus: ”Santo e tremendo [’reverendo’ dizem outras versões] é o Seu nome.” Sal. 111:9. A que ser humano cabe esse título? Quão pouco revela o homem da sabedoria e da justiça que o mesmo indica! Quantos dos que aceitam esse título estão representando mal o nome e o caráter de Deus! Desejado de Todas as Nações, 613.

            Não devemos nunca, de qualquer modo, tratar com leviandade os títulos ou nomes da Divindade. Ao orar, penetramos na sala de audiência do Altíssimo, e devemos ir à Sua presença possuídos de santa reverência. Os anjos velam o rosto em Sua presença. Os querubins e os santos serafins aproximam-se de Seu trono com solene reverência. Quanto mais deveríamos nós, seres finitos e pecadores, apresentar-nos de modo reverente perante o Senhor, nosso Criador! Maior Discurso de Cristo, 106.

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Copiando o Modelo Divino

[O Senhor] disse-me: A minha graça te basta, porque o meu poder se aperfeiçoa na fraqueza. De boa vontade, pois, me gloriarei nas minhas fraquezas, para que em mim habite o poder de Cristo. Por isso sinto prazer nas fraquezas, nas injúrias, nas necessidades, nas perseguições, nas angústias por amor de Cristo. Porque quando estou fraco então sou forte. II Coríntios 12:9-10.

            Quanto mais perto vos chegardes de Jesus, tanto mais cheio de faltas parecereis aos vossos olhos; porque vossa visão será mais clara e vossas imperfeições se verão em amplo e vivo contraste com Sua natureza perfeita. Isto é prova de que os enganos de Satanás perderam seu poder; que a influência vivificante do Espírito de Deus está a despertar-vos.

            Não pode habitar um amor profundo e arraigado no coração daquele que não reconhece sua pecaminosidade. A alma transformada pela graça de Cristo admirará o Seu caráter divino; se, porém, não reconhecemos nossa própria deformidade moral, é isto uma prova inequívoca de que não obtivemos uma visão da beleza e excelência de Cristo. Caminho a Cristo, 64-65.

               Cristo é nosso modelo, o perfeito e santo exemplo que nos é dado seguir. Não podemos nunca igualar o modelo, mas podemos imitá-lo e nos assemelharmos a ele segundo nossa capacidade. (Review and Herald, 5 de fevereiro de 1895). MM, 2002, Cristo Triunfante,  203.     

Devemos lembrar que nossos próprios caminhos não são perfeitos. Cometemos repetidamente erros. … Ninguém, senão Jesus, é perfeito. (Man. 24, 1892). MM, 1965, Para Conhecê-Lo, 136.                                  

Havemos de falhar muitas vezes em nossos esforços por copiar o Modelo divino. Muitas vezes havemos de prostrar-nos em pranto aos pés de Jesus, por motivo de nossas faltas e erros; mas não nos devemos desanimar; cumpre orar mais fervorosamente, crer mais plenamente, e de novo tentar, com mais constância, crescer na semelhança de nosso Senhor. À medida que desconfiarmos de nossa capacidade, confiaremos na capacidade de nosso Redentor, e renderemos louvor a Deus, que é a salvação de nossa face, e nosso Deus. (Signs of the Times, 26 de dezembro de 1892). Mensagens Escolhidas, Vol. 1, 337.

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O Único Remédio para o Pecador

Enganoso é o coração, mais do que todas as coisas, e perverso; quem o conhecerá? Jeremias 17:9.

O pecado é a herança dos filhos. O pecado os separou de Deus. Jesus deu Sua vida para poder unir com Deus os elos partidos. Com relação ao primeiro Adão, os homens nada receberam dele senão a culpa e a sentença de morte. (Carta 68, 1899). Orientação da Criança, 475.

Um dos efeitos deploráveis da apostasia original foi a perda de poder do homem para governar seu próprio coração. (Carta 10, 1888). Manuscript Releases, Vol. 8, pág. 208.

O coração do homem é, por natureza, frio, escuro e desagradável; sempre que alguém manifeste espírito de misericórdia e perdão, fá-lo, não de si mesmo, mas mediante a influência do divino Espírito a mover-lhe o coração. Maior Discurso de Cristo, 21-22.                           

Nós somos pecaminosos por natureza, e temos uma obra a fazer para purificar o templo da alma de toda impureza. Review and Herald, 27 de maio de 1884.

Não nos achegaremos ao Senhor para que Ele nos possa salvar de toda intemperança no comer e beber, de toda paixão profana, concupiscente, toda impiedade? Não nos humilharemos perante Deus, afastando de nós tudo quanto corrompe a carne e o espírito, para que, em Seu temor, aperfeiçoemos a santidade do caráter? (7 TI 258). Temperança, 22.

Cristo é o ”Príncipe da Paz” (Isa. 9:6), e é Sua missão restituir à Terra e ao Céu a paz que o pecado arrebatou. ”Sendo, pois, justificados pela fé, temos paz com Deus por nosso Senhor Jesus Cristo.” Rom. 5:1. Todo aquele que consente em renunciar ao pecado, e abre o coração ao amor de Cristo, torna-se participante dessa paz celestial.

Não há outra base de paz senão essa. A graça de Cristo, recebida no coração, subjuga a inimizade; afasta a contenda, e enche o coração de amor. Aquele que se acha em paz com Deus e seus semelhantes, não se pode tornar infeliz. Em seu coração não se achará a inveja; ruins suspeitas aí não encontrarão guarida; o ódio não pode existir. O coração que se encontra em harmonia com Deus partilha da paz do Céu, e difundirá ao redor de si sua bendita influência. O espírito de paz repousará qual orvalho sobre os corações desgostosos e turbados pelos conflitos mundanos. Maior Discurso de Cristo, 22-23.

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A Terra é Resgatada

E deu-lhe o poder de exercer o juízo, porque é o Filho do homem. João 5:27.

Eu estava olhando nas minhas visões da noite, e eis que vinha nas nuvens do céu um como o filho do homem; e dirigiu-se ao ancião de dias, e o fizeram chegar até ele. E foi-lhe dado o domínio, e a honra, e o reino, para que todos os povos, nações e línguas o servissem; o seu domínio é um domínio eterno, que não passará, e o seu reino tal, que não será destruído. Daniel 7:13-14.

Que com grande voz diziam: Digno é o Cordeiro, que foi morto, de receber o poder, e riquezas, e sabedoria, e força, e honra, e glória, e ações de graças. Apocalipse 5:12.      

            A suprema glória dos atributos de Cristo, é Sua santidade. Os anjos se inclinam diante dEle em adoração, exclamando: ”Santo, Santo, Santo é o Senhor Deus, o Todo-poderoso.” Apoc. 4:8. Declara-se a Seu respeito que Ele é glorioso em Sua santidade. Considerai o caráter de Deus. Contemplando a Cristo, buscando-O com fé e oração, podeis tornar-vos semelhantes a Ele. Conselhos aos Pais Professores e Estudantes, 402.

            O homem Cristo Jesus não se mostrava como o Senhor Deus Todo-Poderoso. Comentário Bíblico, Vol. 5, 1129.

               A razão da indicação de Cristo encontra-se na humanidade que Lhe foi agregada. Deus confiou ao Filho todo o julgamento, pois sem contestação Ele é Deus manifestado na carne. Review and Herald, 22 de novembro de 1898.

            Cristo aceitou a natureza humana e viveu na Terra uma vida pura e santificada. Por esta razão Ele recebeu a designação de Juiz. Aquele que ocupa a posição de Juiz é Deus manifestado na carne. (RH, 18/06/1901). […]

            A Cristo foi confiado todo o julgamento porque Ele é o Filho do homem. […] Como General dos exércitos, Ele dirige o exército celestial, levando-o a postar-se como muro de fogo ao redor de Seu povo. Só Ele é o juiz de sua justiça, pois os criou, e resgatou-os a um preço infinito para Si mesmo. Tomará providências para que a obediência aos mandamentos de Deus seja recompensada. (Carta 19, 1901). MM, 1992, Exaltai-O, 349.

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De Volta ao Céu

Que, sendo em forma de Deus, não teve por usurpação ser igual a Deus, Mas esvaziou-se a si mesmo, tomando a forma de servo, fazendo-se semelhante aos homens; E, achado na forma de homem, humilhou-se a si mesmo, sendo obediente até à morte, e morte de cruz. Filipenses 2:6-8.

            Ao ser consumado o grande sacrifício, Cristo ascendeu aos Céus, recusando a adoração dos anjos antes que apresentasse o pedido: ”Aqueles que Me deste quero que, onde Eu estiver, também eles estejam.” João 17:24. Então, com amor e poder inexprimíveis, veio a resposta, do trono do Pai: ”E todos os anjos de Deus O adorem.” Heb. 1:6. Mancha alguma repousava sobre Jesus. Terminara a Sua humilhação, completara-se o Seu sacrifício, fora-Lhe dado um nome que é acima de todo nome. Grande Conflito, 501-502.

            Foi um sacrifício voluntário. Jesus poderia haver permanecido ao lado de Seu Pai. Poderia haver retido a glória do Céu, e as homenagens dos anjos. Mas preferiu entregar o cetro nas mãos de Seu Pai, e descer do trono do Universo, a fim de trazer luz aos entenebrecidos, e vida aos que estavam prestes a perecer. Desejado de Todas as Nações, 22-23.

            Depondo Sua veste e coroa reais, Cristo revestiu de humanidade a Sua divindade, a fim de que o ser humano pudesse ser erguido de sua degradação e colocado em terreno vantajoso. Review and Herald, 15 de junho de 1905.

            Jesus era o Comandante do Céu, igual a Deus, contudo condescendeu em colocar de lado Sua coroa e Seu manto real, e revestiu a divindade com a humanidade. (ST, 30 de junho de 1896). Comentário Bíblico, Vol. 5, 1130.

            Ao transpor as portas celestiais, foi Jesus entronizado em meio à adoração dos anjos. Tão logo foi esta cerimônia concluída, o Espírito Santo desceu em ricas torrentes sobre os discípulos, e Cristo foi de fato glorificado com aquela glória que tinha com o Pai desde toda a eternidade. O derramamento pentecostal foi uma comunicação do Céu de que a confirmação do Redentor havia sido feita. De conformidade com Sua promessa, Jesus enviara do Céu o Espírito Santo sobre Seus seguidores, em sinal de que Ele, como Sacerdote e Rei, recebera todo o poder no Céu e na Terra, tornando-Se o Ungido sobre Seu povo. Atos dos Apóstolos, 38-39.

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O SIGNIFICATIVO NOME ESCOLHIDO PARA O MESSIAS

(Apêndice da “Reflexões Semanais 2021: Divindade Triúna”).

O nome divino “Jeová”, é formado de quatro consoantes que, ao serem transliteradas do hebraico, podem ficar de duas formas: JHVH ou YHWH. Sendo acrescentadas as vogais em JHVH, temos “Jehovah” ou “Jahvéh”. Acrescentadas em YHWH, temos “Yahweh” ou “Yehowah”.

Para nós, hoje, os nomes servem apenas para identificação. Mas, nos tempos bíblicos, os hebreus tinham grande cuidado ao escolher o nome de seus filhos, pois, o nome escolhido, representava a fé e a esperança dos pais. Ellen G. White diz que: “Grande significação era atribuída aos nomes dados pelos pais hebreus a seus filhos. Freqüentemente representavam traços de caráter que os pais desejavam ver desenvolvidos no filho”. PR 481. Se era de grande significado o nome dos filhos, quando os pais escolhiam, quanto mais será o nome de Cristo, escolhido pelo próprio Deus.

“Jesus”, nome dado a Cristo em Sua encarnação, em grego é “Iesous”, nome este diretamente derivado do hebraico “Yehosua”, que nos é traduzido por “Josué”.

O nome “Yehosua” é a junção de dois termos hebraicos: “Yehowah” [YHWH] e “Yasa” que tem por significado “Jeová Salva”. Por isso, o anjo indica à Maria o nome “Jesus” para chamá-Lo, “porque ele salvará o seu povo dos seus pecados”. (Mateus 1:21).

A seguir, um texto que identifica Cristo como Jeová. Podemos ter certeza que se refere a Ele, pois, é o nosso único Salvador (Atos 4:12).

Vós sois as minhas testemunhas, diz o SENHOR [Jeová] e meu servo, a quem escolhi; para que o saibais, e me creiais, e entendais que eu sou o mesmo, e que antes de mim deus nenhum se formou, e depois de mim nenhum haverá. Eu, eu sou o SENHOR [Jeová], e fora de mim não há Salvador. Isaías 43:10-11. (Ver também Isaías 47:4).

Para mais textos comprobatórios de que Jesus é Jeová, ver: Isaías 40:3; Lucas 3:2-6. Salmos 103:2-3; Mateus 9:6. Salmos 23:1; João 10:14.

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Jesus – Nosso Modelo

Nisto conhecemos que amamos os filhos de Deus, quando amamos a Deus e guardamos os seus mandamentos. Porque este é o amor de Deus: que guardemos os seus mandamentos; e os seus mandamentos não são pesados. Porque todo o que é nascido de Deus vence o mundo; e esta é a vitória que vence o mundo, a nossa fé. I João 5:2-4.

 

            Satanás declarara que era impossível ao homem obedecer aos mandamentos de Deus; e é verdade que por nossa própria força não lhes podemos obedecer. Cristo, porém, veio na forma humana, e por Sua perfeita obediência provou que a humanidade e a divindade combinadas podem obedecer a todos os preceitos de Deus. Parábolas de Jesus, 314.

            O Senhor Jesus veio ao nosso mundo, não para revelar o que Deus podia fazer, e, sim, o que o homem podia realizar, mediante a fé no poder de Deus para ajudar em toda emergência. O homem deve, pela fé, ser participante da natureza divina e vencer toda tentação com que é assaltado. O Senhor requer agora que todo filho e filha de Adão, pela fé em Jesus Cristo, O sirva na natureza humana que temos atualmente.

            O Senhor Jesus pôs uma ponte sobre o abismo causado pelo pecado. Ele ligou a Terra com o Céu, e o homem finito com o Deus infinito. Jesus, o Redentor do mundo, só podia guardar os mandamentos de Deus da mesma maneira que a humanidade pode guardá-los. ”Pelas quais nos têm sido doadas as Suas preciosas e mui grandes promessas para que por elas vos torneis co-participantes da natureza divina, livrando-vos da corrupção das paixões que há no mundo.” II Ped. 1:4.

            Precisamos seguir o exemplo de Cristo, tendo em mente Sua qualidade de Filho e Sua humanidade. Não foi como Deus que foi tentado no deserto, nem devia como Deus suportar as contradições dos pecadores contra Si mesmo. Foi a Majestade do Céu que Se tornou homem – humilhou-Se até nossa natureza humana. (Man. 1, 1892). Mensagens Escolhidas, Vol. 3, 140.

            ”Mas a todos quantos O receberam deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus: aos que crêem no Seu nome.” João 1:12. Este poder não está no instrumento humano. É o poder de Deus. Quando uma alma recebe a Cristo, recebe também o poder de viver a vida de Cristo. Parábolas de Jesus, 314.

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O TÍTULO FILHO DE DEUS PARA CRISTO

(Apêndice da “Reflexões Semanais 2021: Divindade Triúna”).

A Bíblia Sagrada, em Lucas 1:35, deixa evidente que Cristo seria chamado Filho de Deus a partir de Sua encarnação (“O Santo, que de ti há de nascer, será chamado Filho de Deus”). Em II Samuel 7:12-14 nas palavras de Deus para Davi, é deixado ainda mais notório que esta relação de Pai e Filho, literalmente, seria apenas quando Cristo se tornasse um homem da descendência de Davi. A afirmação de Deus acerca do Messias, o prometido Salvador (“Eu lhe serei por pai, e ele me será por filho”), é clara o suficiente.

O relacionamento que Deus queria ter conosco, Ele primeiramente demonstrou através de Cristo. Um relacionamento tão íntimo como de um pai para com seus filhos (Ver PJ 141-142 e DTN 113). Seu amor e cuidado por nós, é representado como o de um pai pelo filho, como o de um marido pela sua esposa (Efésios 5:25), e também como o de uma mãe pelo filho (Isaías 49:15).

Cristo sempre esteve unido com Deus Pai, e não foi diferente quando se tornou homem, pois, esteve ligado com Deus durante toda a Sua vida na Terra. Não lhe era necessário o batismo, mas se batizou para nos dar o exemplo. Quanto a nós, é necessário o novo nascimento representado pelo batismo para sermos ligados com Deus. A queda de Adão rompeu nosso ligação com o Criador. Jesus é a ponte sobre o abismo do pecado que nos liga a Deus. Ele é o mediador que torna possível sermos filhos de Deus. Mas, em tudo isso, Ele primeiro nos deu o exemplo, nos abrindo o caminho desta grande salvação, sendo Ele mesmo um filho de Deus como nós; um homem ligado ao Criador. Assim, o que foi dito para Cristo em II Samuel 7:14: “Eu lhe serei por pai, e ele me será por filho”, agora é declarado a nós: “Quem vencer, herdará todas as coisas; e eu serei seu Deus, e ele será meu filho”. Apocalipse 21:7.

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Maria e sua Crença no Salvador

 E Simeão os abençoou, e disse a Maria, sua mãe: Eis que este é posto para queda e elevação de muitos em Israel, e para sinal que é contraditado (E uma espada traspassará também a tua própria alma); para que se manifestem os pensamentos de muitos corações. Lucas 2:34-35.

 

            Haveria um casamento em Caná da Galiléia. Os noivos eram parentes de José e Maria. Cristo sabia dessa reunião de família, e sabia que muitas pessoas influentes estariam ali; portanto, em companhia de Seus discípulos recém-agregados, dirigiu-Se a Caná. Logo que se soube que Jesus havia vindo para aquele lugar, foi enviado um convite especial para Ele e para os discípulos. Isso estava dentro de Seu propósito; portanto, Ele brindou a festa com sua presença.

            Ele estava separado de sua mãe já por um tempo considerável. Durante esse período, havia sido batizado por João e enfrentado as tentações no deserto. Havia chegado até Maria rumores a respeito de seu filho e de Seus sofrimentos. João, um dos novos discípulos, havia procurado Cristo e O havia encontrado em Sua humilhação, emaciado e com sinais de grande angústia física e mental. Jesus, não desejando que João testemunhasse Sua humilhação, havia de maneira gentil, mas firme, despedido-o de Sua presença. Ele desejava ficar sozinho; nenhum olho humano devia contemplar-Lhe a agonia, nenhum coração humano, simpatizar com Sua aflição.

            O discípulo havia procurado Maria em sua casa e relatado a ela os incidentes desse encontro com Jesus, bem como o evento de Seu batismo, quando a voz de Deus tinha sido ouvida em reconhecimento de Seu Filho, e o fato de que o profeta João havia apontado para Cristo, dizendo: “Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.” Durante trinta anos esta mulher havia entesourado evidências de que Jesus era o Filho de Deus, o prometido Salvador do mundo. José estava morto, e ela não tinha ninguém a quem confidenciar os pensamentos secretos de seu coração. Ela havia flutuado entre a esperança e as dúvidas que a deixavam perplexa, mas sempre sentindo, em maior ou menor grau, uma certeza de que seu filho era de fato o Salvador prometido. (Spirit of Prophecy, Vol. 2, págs. 99-100). Comentário Bíblico, Vol. 5, 1132.

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Meu Filho Amado

E, respondendo o anjo, disse-lhe: Descerá sobre ti o Espírito Santo, e a virtude do Altíssimo te cobrirá com a sua sombra; por isso também o Santo, que de ti há de nascer, será chamado Filho de Deus. Lucas 1:35.

E sucederá que no lugar em que lhes foi dito: Vós não sois meu povo; Aí serão chamados filhos do Deus vivo. Romanos 9:26.

 

            E as palavras dirigidas a Jesus no Jordão: ”Este é o Meu Filho amado, em quem Me comprazo”, abrangem a humanidade. Deus falou a Jesus como nosso representante. Com todos os nossos pecados e fraquezas, não somos rejeitados como indignos. Deus ”nos fez agradáveis a Si no Amado”. Efés. 1:6. A glória que repousou sobre Cristo é um penhor do amor de Deus para conosco. Indica-nos o poder da oração – como a voz humana pode chegar aos ouvidos de Deus, e nossas petições podem achar aceitação nas cortes celestiais. Em razão do pecado, a Terra foi separada do Céu e alienada de sua comunhão; mas Jesus a ligou novamente com a esfera da glória. Seu amor circundou o homem e atingiu o mais alto Céu. A luz que se projetou das portas abertas sobre a cabeça de nosso Salvador, incidirá sobre nós ao pedirmos auxílio para resistir à tentação. A voz que falou a Cristo, diz a todo crente: ”Este é Meu Filho amado, em quem Me comprazo”.

            ”Amados, agora somos filhos de Deus, e ainda não é manifestado o que havemos de ser. Mas sabemos que, quando Ele Se manifestar, seremos semelhantes a Ele”. I João 3:2. Nosso Redentor abriu o caminho, de maneira que o mais pecador, necessitado, opresso e desprezado pode achar acesso ao Pai. Todos podem ter um lar nas mansões que Jesus foi preparar. ”Isto diz o que é santo, o que é verdadeiro, o que tem a chave de Davi; o que abre e ninguém fecha; e fecha e ninguém abre; … eis que diante de ti tenho posto uma porta aberta, e ninguém a pode fechar”. Apoc. 3:7 e 8. Desejado de Todas as Nações, 113.

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