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Para Entender a Missão de Jesus, Temos que Entender Sua Divindade

E Tomé respondeu, e disse-lhe: Senhor meu, e Deus meu! João 20:28.

 E aconteceu que, ao ouvir Isabel a saudação de Maria, a criancinha saltou no seu ventre; e Isabel foi cheia do Espírito Santo. E exclamou com grande voz, e disse: Bendita és tu entre as mulheres, e bendito o fruto do teu ventre. E de onde me provém isto a mim, que venha visitar-me a mãe do meu Senhor? Lucas 1:41-43.

               Se os homens rejeitam o testemunho das Escrituras inspiradas concernente à divindade de Cristo, é em vão argüir com eles sobre este ponto; pois nenhum argumento, por mais conclusivo, poderia convencê-los. ”O homem natural não compreende as coisas do Espírito de Deus, porque lhe parecem loucura; e não pode entendê-las, porque elas se discernem espiritualmente.” I Cor. 2:14. Pessoa alguma que alimente este erro pode ter exato conceito do caráter ou missão de Cristo, nem do grande plano de Deus para a redenção do homem. Grande Conflito, 524.

            Tornar-se-á cada vez mais difícil trabalhar nos muitos campos que ainda não foram tocados. Nosso método é: Não torneis proeminentes os aspectos objetáveis de nossa fé, que batem mui decididamente contra as práticas e costumes do povo, até que o Senhor lhe dê uma boa oportunidade de conhecer que somos crentes em Cristo, que cremos na divindade de Cristo e em Sua preexistência. Demoremos sobre o testemunho do Redentor do mundo. (Special Testimonies to Ministers and Workers, Série A, nº 5, 1896). Testemunhos para Ministros, 253.

            Quem pode descobrir plenamente a Deus mediante o estudo? Os evangelhos apresentam o caráter de Cristo como infinitamente perfeito. Gostaria de poder falar disso de modo que o mundo inteiro pudesse ouvir sobre o objetivo da missão e obra de Cristo. Lede e pesquisai as Escrituras, nas quais Cristo é apresentado como o divino objeto de nossa fé. Quando o homem finito, sob a sutil influência do tentador, chega a questionar as palavras dAquele que é chamado ”Maravilhoso Conselheiro, Deus forte, Pai da Eternidade, Príncipe da Paz” (Isa. 9:6), suas concepções a respeito de si mesmo aumentam, e suas concepções sobre Cristo e Deus diminuem. (Carta 280, 1904). MM, 1983, Olhando para o Alto, 254.

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Maria e sua Crença no Salvador

 E Simeão os abençoou, e disse a Maria, sua mãe: Eis que este é posto para queda e elevação de muitos em Israel, e para sinal que é contraditado (E uma espada traspassará também a tua própria alma); para que se manifestem os pensamentos de muitos corações. Lucas 2:34-35.

 

            Haveria um casamento em Caná da Galiléia. Os noivos eram parentes de José e Maria. Cristo sabia dessa reunião de família, e sabia que muitas pessoas influentes estariam ali; portanto, em companhia de Seus discípulos recém-agregados, dirigiu-Se a Caná. Logo que se soube que Jesus havia vindo para aquele lugar, foi enviado um convite especial para Ele e para os discípulos. Isso estava dentro de Seu propósito; portanto, Ele brindou a festa com sua presença.

            Ele estava separado de sua mãe já por um tempo considerável. Durante esse período, havia sido batizado por João e enfrentado as tentações no deserto. Havia chegado até Maria rumores a respeito de seu filho e de Seus sofrimentos. João, um dos novos discípulos, havia procurado Cristo e O havia encontrado em Sua humilhação, emaciado e com sinais de grande angústia física e mental. Jesus, não desejando que João testemunhasse Sua humilhação, havia de maneira gentil, mas firme, despedido-o de Sua presença. Ele desejava ficar sozinho; nenhum olho humano devia contemplar-Lhe a agonia, nenhum coração humano, simpatizar com Sua aflição.

            O discípulo havia procurado Maria em sua casa e relatado a ela os incidentes desse encontro com Jesus, bem como o evento de Seu batismo, quando a voz de Deus tinha sido ouvida em reconhecimento de Seu Filho, e o fato de que o profeta João havia apontado para Cristo, dizendo: “Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.” Durante trinta anos esta mulher havia entesourado evidências de que Jesus era o Filho de Deus, o prometido Salvador do mundo. José estava morto, e ela não tinha ninguém a quem confidenciar os pensamentos secretos de seu coração. Ela havia flutuado entre a esperança e as dúvidas que a deixavam perplexa, mas sempre sentindo, em maior ou menor grau, uma certeza de que seu filho era de fato o Salvador prometido. (Spirit of Prophecy, Vol. 2, págs. 99-100). Comentário Bíblico, Vol. 5, 1132.

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Na Cruz do Calvário, Cristo Sofreu em Nosso Lugar

E, à hora nona, Jesus exclamou com grande voz, dizendo: Eloí, Eloí, lamá sabactâni? que, traduzido, é: Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste? Marcos 15:34.

 

            Na expiação fez-se justiça completa. Em lugar do pecador, o imaculado Filho de Deus recebeu a penalidade, e o pecador é libertado, contanto que receba e conserve a Cristo como seu Salvador pessoal. Sendo culpado, é tido como inocente. Cristo satisfez todas as reivindicações exigidas pela justiça. Youth’s Instructor, 25 de abril de 1901.

            Cristo não poderia ter efetuado essa obra, não fosse Ele pessoalmente imaculado. Só alguém que fosse a perfeição em pessoa poderia ser ao mesmo tempo o portador de pecados e o perdoador de pecados. Manuscrito 165, 1899. 

            A culpa de todos os pecados imprimia seu peso sobre a alma divina do Redentor do Mundo. Signs of the Times, 5 de dezembro de 1892.

            O Filho de Deus suportou a ira de Deus contra o pecado. Todo o acumulado pecado do mundo foi posto sobre o Portador do pecado, que era inocente e que, unicamente, podia ser a propiciação pelo pecado, porque Ele mesmo era obediente. Era Um com Deus. Nenhuma mancha de corrupção estava sobre Ele. ST, 9 de dezembro de 1897.

            O santo Filho de Deus não teve que carregar pecados ou pesares Seus próprios; foi o Portador dos pesares alheios; sobre Ele foi colocada a iniquidade de todos nós. Mediante simpatia divina, Ele se une ao homem e, como representante da raça humana, sujeita-se a ser tratado como transgressor. Ele olha para o abismo da desgraça, que com os nossos pecados nós abrimos, e se dispõe a servir de ponte sobre o abismo que separa de Deus o homem. Bible Echo and Signs of the Times, 1 de agosto de 1892.

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Jesus Poderia ter Cedido à Tentação

E, achado na forma de homem, humilhou-se a si mesmo, sendo obediente até à morte, e morte de cruz. Filipenses 2:8.

 

                Como Deus, Ele não podia ser tentado; mas, como homem, podia sê-lo, e isso fortemente, e podia ceder às tentações. (Man. 94, 1893). Mensagens Escolhidas, Vol. 3, 129.

            Pretendem muitos que era impossível Cristo ser vencido pela tentação. Neste caso, não teria sido colocado na posição de Adão; não poderia haver obtido a vitória que aquele deixara de ganhar. Se tivéssemos, em certo sentido, um mais probante conflito do que teve Cristo, então Ele não estaria habilitado para nos socorrer. Mas nosso Salvador Se revestiu da humanidade com todas as contingências da mesma. Tomou a natureza do homem com a possibilidade de ceder à tentação. Não temos que suportar coisa nenhuma que Ele não tenha sofrido. Desejado de Todas as Nações, 117.

               Os que afirmam que era impossível Cristo pecar, não podem crer que Ele tomasse realmente sobre Si a natureza humana. (Man. 141, 1901). Comentário Bíblico, Vol. 7, 929.

            Tivesse sido tocada a cabeça de Cristo, e teria perecido a esperança da raça humana. A ira divina teria sobrevindo a Cristo, como sobreveio a Adão. Cristo e a igreja teriam ficado sem esperança. (ST, 9 de junho de 1898). Mensagens Escolhidas, Vol. 1, 256.

            As tentações às quais Cristo foi submetido eram uma terrível realidade. Como livre agente moral, Ele foi posto à prova, com liberdade para ceder às tentações de Satanás e agir em oposição à vontade de Deus. […]

            As tentações de Cristo e Seus sofrimentos diante delas eram proporcionais a Seu elevado caráter sem pecado. […]

            A menos que haja a possibilidade de ceder, a tentação não é tentação. Ela é resistida quando o homem é fortemente influenciado a cometer uma má ação; e, sabendo que pode praticá-la, resiste, pela fé, com firme apego ao poder divino. Foi esta a provação pela qual Cristo passou. (Youth’s Instructor, 26 de outubro de 1899). Mensagens Escolhidas, Vol. 3, 131-132.

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A Natureza sem Pecado de Jesus

 Nisto conhecereis o Espírito de Deus:
Todo o espírito que confessa que Jesus Cristo veio em carne é de Deus.
(I João 4:2).      

 

A Divindade não Se tornou humana, e o humano não foi deificado pela fusão das duas naturezas. Cristo não possuía a mesma deslealdade pecaminosa, corrupta e decaída que nós possuímos, pois então Ele não poderia ser um sacrifício perfeito. (Man. 94, 1893). Mensagens Escolhidas, Vol. 3, 131.

Jesus foi em todas as coisas feito semelhante a Seus irmãos. Tornou-Se carne, da mesma maneira que nós. Tinha fome, sede e fadiga. Sustentava-Se com alimento e refrigerava-Se pelo sono. Era Deus em carne. Desejado de Todas as Nações, 311.

Quando Jesus tomou a natureza do ser humano e Se achava reconhecido em figura humana, Ele assumiu todo o organismo humano. Suas necessidades eram as de um homem. Ele tinha necessidades físicas a serem supridas, cansaço físico a ser aliviado. (Carta 32, 1899). Comentário Bíblico, Vol. 5, 1130.

O plano de Deus, delineado para a salvação do homem, previa que Cristo conhecesse a fome, a pobreza e todos os aspectos da experiência do homem. (Review and Herald, 18 de fevereiro de 1890). Mensagens Escolhidas, Vol. 1, 408-409.

Jesus aceitou a humanidade quando a raça havia sido enfraquecida por quatro mil anos de pecado. Como qualquer filho de Adão, aceitou os resultados da operação da grande lei da hereditariedade. Desejado de Todas as Nações, 49.

Cristo, o segundo Adão, veio em semelhança de carne pecaminosa. Em benefício do homem, tornou-Se sujeito à tristeza, ao cansaço, à fome e à sede. Era sujeito à tentação, mas não cedeu ao pecado. NEle não havia nenhuma mancha de pecado. (Man. 99, 1903). Mensagens Escolhidas, Vol. 3, 141-142.

Ele deveria tomar sua posição como o cabeça da humanidade, tomando a natureza, mas não a pecaminosidade do homem. (Signs of the Times, 29 de maio de 1901). Comentário Bíblico, Vol. 7, 912.

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Somente Jesus pode ser o Mediador

Porque há um só Deus, e um só Mediador entre Deus e os homens, Jesus Cristo homem. I Timóteo 2:5.

 

Somente Jesus poderia ser fiador diante de Deus, pois era igual a Deus. Somente Ele poderia tornar-Se mediador entre Deus e o homem, pois possuía a divindade e a humanidade. Jesus podia, assim, dar a garantia a ambas as partes de cumprir as condições prescritas. Como o Filho de Deus, representa o nosso penhor diante de Deus, e como o Verbo eterno, igual ao Pai, assegura-nos que o amor do Pai se encontra à disposição daquele que crê em Sua palavra empenhada. Review and Herald, 3 de abril de 1894.

A reconciliação do homem com Deus somente poderia ser empreendida por um mediador igual a Deus, possuidor de atributos que O dignificassem e O declarassem digno de lidar com o Deus Infinito em favor do homem, e que também representasse a Deus diante do mundo caído. O substituto e penhor do homem necessitava possuir a natureza do homem, uma conexão com a família humana, a quem deveria representar; e, como embaixador de Deus, teria de participar da natureza divina, possuindo conexão com o Infinito, de modo a manifestar a Deus diante do mundo, sendo mediador entre Deus e o homem. RH, 22 de dezembro de 1891.

A plenitude de Sua humanidade e a perfeição de Sua divindade formam para nós um sólido fundamento sobre o qual podemos ser conduzidos à reconciliação com Deus. Foi quando ainda éramos pecadores que Cristo morreu por nós. Temos a redenção, o perdão dos pecados, através de Seu sangue. Suas mãos perfuradas por cravos estendem-se do Céu à Terra. Com uma das mãos Ele alcança os pecadores na Terra, e com a outra toca o trono do Infinito, efetuando assim a nossa reconciliação. Cristo se encontra hoje como nosso Advogado diante do Pai. Ele é o Mediador entre Deus e o homem. Carregando as marcas da crucifixão, Ele pleiteia a causa de nossas almas. (Man. 84a, 1897). Comentário Bíblico, Vol. 7A, 487.

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Apenas Deus poderia ser o Salvador

De tanto melhor aliança Jesus foi feito fiador. Hebreus 7:22.

Eis que a virgem conceberá, e dará à luz um filho, E chamá-lo-ão pelo nome de EMANUEL, Que traduzido é: Deus conosco. Mateus 1:23.

Antes que os fundamentos da Terra fossem lançados, o Pai e o Filho Se haviam unido num concerto para redimir o homem, se ele fosse vencido por Satanás. Haviam-Se dado as mãos, num solene compromisso de que Cristo Se tornaria o fiador da raça humana. Desejado de Todas as Nações, 834.

O Verbo eterno consentiu em fazer-se carne. Deus tornou-se homem! Maravilhosa humildade. (RH, 4 de setembro de 1900). Comentário Bíblico, Vol. 5, 1127.

O sacrifício exigido por sua transgressão, revelava a Adão e Eva o caráter sagrado da lei de Deus; e viram, como nunca antes o fizeram, a culpabilidade do pecado, e seus funestos resultados. Em seu remorso e angústia rogaram que a pena não recaísse nAquele cujo amor havia sido a fonte de toda a sua alegria; antes, que repousasse sobre eles e sua posteridade.

Foi-lhes dito que, visto ser a lei de Jeová o fundamento de Seu governo no Céu assim como na Terra, mesmo a vida de um anjo não poderia ser aceita como sacrifício por sua transgressão. Nenhum de seus preceitos poderia ser anulado ou mudado para valer ao homem em sua condição decaída; mas o Filho de Deus, que criara o homem, poderia fazer expiação por ele. Assim como a transgressão de Adão tinha trazido miséria e morte, o sacrifício de Cristo traria vida e imortalidade. Patriarcas e Profetas, 66-67.

Morrendo sobre a cruz, Ele transferiu a culpa da pessoa do transgressor para a do Substituto divino, por meio da fé nEle como seu Redentor pessoal. Os pecados de um mundo culpado, que em figura são descritos como sendo ”vermelhos como o carmesim” (Isa. 1:18), foram atribuídos ao Penhor divino. (Man. 84a, 1897). MM, 1995, Cuidado de Deus, 275.

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A Divindade Estabelece o Plano da Redenção

E, sem dúvida alguma, grande é o mistério da piedade: Deus se manifestou em carne, foi justificado no Espírito, visto dos anjos, pregado aos gentios, crido no mundo, recebido acima na glória. I Timóteo 3:16.

A Divindade moveu-se de compaixão pela raça, e o Pai, o Filho e o Espírito Santo deram-Se a Si mesmos ao estabelecerem o plano da redenção. A fim de levarem a cabo plenamente esse plano, foi decidido que Cristo, o unigênito Filho de Deus, Se desse a Si mesmo em oferta pelo pecado. (Review and Herald, 2 de maio de 1912). Conselhos Sobre Saúde, 222.

Tivesse Deus, o Pai, vindo ao mundo e habitado entre nós, humilhando-Se, velando Sua glória, a fim de que a humanidade O pudesse contemplar, não se haveria mudado a história que temos, da vida de Cristo. (Carta 83, 1895). MM, 1965, Para Conhecê-Lo, 338.

Nenhum dos anjos poderia ter se tornado fiador da raça humana: sua vida pertence a Deus; eles não podem depô-la. Todos os anjos encontram-se sob o jugo da obediência. São mensageiros indicados por Aquele que comanda todo o Céu. Mas Cristo é igual a Deus, infinito e onipotente. Ele poderia pagar o preço do resgate do homem. Ele é o eterno e auto-existente Filho, que não estava sob nenhum jugo; e quando Deus perguntou ’A quem enviarei?’, Ele pôde responder: ’Eis-Me aqui, envia-Me a Mim.’ Ele podia oferecer-Se como fiador do homem, pois era capaz de dizer aquilo que o mais elevado anjo não podia: ’Eu tenho poder sobre Minha própria vida, poder para a entregar e … poder para reavê-la’ (Youth’s Instructor, 21 de junho de 1900). Comentário Bíblico, Vol. 5, 1136.

Não Lhe foi imposta a obrigação de empreender a obra da expiação. Ele fez um sacrifício voluntário. Sua vida era de suficiente valor para resgatar o homem de sua condição decaída. (Review and Herald, 17 de dezembro de 1872). MM, 1992, Exaltai-O, 24.

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«Amarás o Teu Próximo como a Ti Mesmo»

Portanto, tudo o que vós quereis que os homens vos façam,
fazei-lho também vós, porque esta é a lei e os profetas. Mateus 7:12.

 

A seguir a certeza do amor de Deus para conosco, Jesus recomenda amar-nos uns aos outros, em um vasto princípio que abrange todas as relações dos homens entre si.

Os judeus se interessavam no que deviam receber; a preocupação que os fazia ansiosos era garantir-se aquilo a que se julgavam com direito quanto ao poder, ao respeito e ao serviço. Cristo ensina, porém, que nossa ansiedade não devia ser: Quanto devemos receber? mas: Quanto podemos dar? A norma de nossa obrigação para com os outros é-nos apresentada naquilo que nós mesmos consideramos como sua obrigação para conosco.

Em vossa associação com outros, colocai-vos em seu lugar. Penetrai-lhes nos sentimentos, nas dificuldades, nas decepções, nas alegrias e tristezas. Identificai-vos com eles, e depois, fazei-lhes como, se fossem trocados os lugares, desejaríeis que eles procedessem para convosco. Essa é a verdadeira regra da honestidade. É outra expressão da lei: ”Amarás o teu próximo como a ti mesmo.” Mat. 22:39. E isso constitui a substância dos ensinos dos profetas. É um princípio do Céu, e desenvolver-se-á em todos quantos se acharem habilitados a participar de sua santa convivência. O Maior Discurso de Cristo, 134-135.

”Tudo o que vós quereis que os homens vos façam, fazei-lho também vós.” Mat. 7:12. O Salvador ensinou este princípio para tornar feliz a humanidade, e não infeliz; pois de nenhum outro modo pode vir a felicidade. (Man. 132, 1902). Mente, Caráter e Personalidade, Vol. 2, 645.


Esta publicação está presente nas Reflexões Semanais 2020, para o pôr-do-sol de 20 de novembro de 2020.

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Contai Tudo a Jesus

Dá-me, filho meu, o teu coração, e os teus olhos observem os meus caminhos. Provérbios 23:26.

 

Jesus apreciaria que os filhos na juventude viessem a Ele com a mesma confiança com que vão a seus pais. Como uma criança suplica pão ao pai ou à mãe quando está com fome, assim o Senhor gostaria que Seus filhos viessem a Ele em suas necessidades. …

Jesus conhece as necessidades das crianças, e tem prazer em ouvir suas orações. Que as crianças fechem a porta ao mundo e a tudo que lhes apartariam os pensamentos de Deus; e sintam que estão sozinhos com Deus, que Seus olhos penetram o íntimo do coração e lêem o desejo da alma, e que podem falar com Deus. …

Então, crianças, pedi a Deus que faça por vós o que vós mesmas não podeis fazer. Contai tudo a Jesus. Abri perante Ele os segredos de vosso coração; pois os Seus olhos perscrutam o mais íntimo recesso da alma, e Ele lê vossos pensamentos como num livro aberto. Quando pedirdes o que for necessário para o bem de vossa alma, crede que o recebereis, e tê-lo-eis. (The Youth’s Instructor, 7 de julho de 1892). Lar Adventista, 299.

Apresente-se a verdade tal como é em Jesus, mandamento sobre mandamento, regra sobre regra, um pouco aqui, um pouco ali. Falai do amor de Deus com palavras de fácil compreensão. A verdade bíblica apresentada com a humildade e o amor de Jesus exercerá influência notável sobre muitas mentes.

Muitas almas estão famintas do pão da vida. Seu clamor é: ”Dai-me pão; e não me deis uma pedra. É pão que eu preciso.” Alimentai essas almas que perecem, que morrem de fome. Lembrem-se nossos pastores de que o alimento mais sólido não é para ser dado às crianças que não conhecem os rudimentos da verdade como nós a cremos. Em cada época teve o Senhor uma mensagem especial para o povo desse tempo; assim nós temos uma mensagem para o povo nesta era. Mas se bem que tenhamos muita coisa para dizer, podemos ver-nos obrigados a reter algumas delas por algum tempo, porque as pessoas não estão preparadas para recebê-las agora. (RH, 14 de outubro de 1902). Evangelismo, 199-200.


Esta publicação está presente nas Reflexões Semanais 2020, para o pôr-do-sol de 6 de novembro de 2020.

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