Reflexoes_2019

Palavras Verdadeiras e Puras

A vossa palavra seja sempre agradável, temperada com sal, para que saibais como vos convém responder a cada um. (Colossenses 4:6).

Jesus estabeleceu então um princípio que tornaria desnecessário o juramento. Disse que a exata verdade deve ser a lei da linguagem. ”Seja, porém, o vosso falar: Sim, sim; não, não, porque o que passa disso é de procedência maligna.” Mat. 5:37.

Essas palavras condenam todas aquelas frases sem sentido e palavras expletivas [redundantes, desnecessárias], que beiram a profanidade. Condenam os enganosos cumprimentos, a evasiva da verdade, as frases lisonjeiras, os exageros, as falsidades no comércio, coisas comuns na sociedade e no comércio do mundo. Elas ensinam que ninguém que busque parecer o que não é, ou cujas palavras não exprimam o sentimento real do coração, pode ser chamado verdadeiro. (mais…)

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clamor

Folheto: Clamor da Meia-Noite

(1909)

A Mensageira do Senhor aguardando o Clamor: 9 TI 48, 155 [III TSM 310, 355].

O QUE FALTAVA AINDA SER ENTENDIDO POR TODOS OS QUE CREEM NA DOUTRINA DO SANTUÁRIO?

“O grande plano de redenção, conforme revelado na obra final para estes últimos dias, deve ser cuidadosamente estudado. As cenas relacionadas com o santuário celestial devem de tal modo impressionar o espírito e o coração de todos, que estes sejam capazes de impressionar também a outros. Todos precisam compreender melhor a obra da expiação que está sendo efetuada no santuário do Céu. Quando essa importante verdade for reconhecida e compreendida, os que a abraçaram trabalharão de acordo com Cristo, a fim de preparar um povo que esteja em pé no grande dia de Deus e seus esforços serão bem-sucedidos. (mais…)

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A Questão do Juramento – Parte III

Não tomarás o nome do SENHOR teu Deus em vão; porque o SENHOR não terá por inocente o que tomar o seu nome em vão. (Êxodo 20:7).

Este mandamento não somente proíbe os falsos juramentos e juras comuns mas veda-nos o uso do nome de Deus de maneira leviana ou descuidada, sem atentar para a sua terrível significação. Pela precipitada menção de Deus na conversação comum, pelos apelos a Ele feitos em assuntos triviais, e pela freqüente e impensada repetição de Seu nome, nós O desonramos. ”Santo e tremendo é o Seu nome.” Sal. 111:9. Todos devem meditar em Sua majestade, pureza e santidade, para que o coração possa impressionar-se com uma intuição de Seu exaltado caráter; e Seu santo nome deve ser pronunciado com reverência e solenidade. Patriarcas e Profetas, 306-307. (mais…)

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A Questão do Juramento – Parte II

Se alguém der a seu próximo a guardar um jumento, ou boi, ou ovelha, ou outro animal, e este morrer, ou for dilacerado, ou arrebatado, ninguém o vendo, então haverá juramento do SENHOR entre ambos, de que não pôs a sua mão nos bens do seu próximo; e seu dono o aceitará, e o outro não o restituirá. (Êxodo 22:10-11).

Temos homens que são colocados sobre nós como governadores, e leis para nos regerem. Não fosse por essas leis, e as condições do mundo seriam piores do que são agora. Algumas dessas leis são boas, outras más. Estas têm aumentado, e seremos ainda levados a situações apertadas. Mas Deus susterá o Seu povo para ser firme e viver à altura dos princípios de Sua Palavra. (mais…)

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A Questão do Juramento

Outrossim, ouvistes que foi dito aos antigos: não perjurarás, mas cumprirás os teus juramentos ao Senhor. Eu, porém, vos digo que de maneira nenhuma jureis; nem pelo céu, porque é o trono de Deus; nem pela terra, porque é o escabelo de seus pés; nem por Jerusalém, porque é a cidade do grande Rei; nem jurarás pela tua cabeça, porque não podes tornar um cabelo branco ou preto. Seja, porém, o vosso falar: Sim, sim; Não, não; porque o que passa disto é de procedência maligna. (Mateus 5:33-37).

Os judeus compreendiam o terceiro mandamento como proibição do emprego profano do nome de Deus; mas se julgavam na liberdade de empregar outros juramentos. O jurar era coisa comum entre eles. Haviam sido proibidos, por intermédio de Moisés, de jurar falsamente; mas tinham muitos meios de se livrar da obrigação imposta por um juramento. Não temiam condescender com o que era realmente profano, nem recuavam do perjúrio, contanto que o mesmo estivesse velado por qualquer técnica evasiva à lei. (mais…)

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Textos suplementares – Matrimônio

“No tempo do fim, toda instituição divina deve ser restaurada”. PR 678.

“Muitas vezes tenho lido estas palavras: “O casamento é uma loteria.” Alguns procedem como se acreditassem nessa declaração, e sua vida matrimonial testifica de que para eles, assim é. Mas o verdadeiro matrimônio não é loteria. […] Quando o Senhor apresentou Eva a Adão, anjos de Deus testemunharam a cerimônia. Existem, porém, poucos casais que se acham completamente unidos ao ser realizada a cerimônia matrimonial. (mais…)

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A Regra de Cristo é Sábia e Amável

Vós, mulheres, sujeitai-vos a vossos maridos, como ao Senhor; Porque o marido é a cabeça da mulher, como também Cristo é a cabeça da igreja, sendo ele próprio o salvador do corpo. (Efésios 5:22-23).

Nós, mulheres, devemos lembrar que Deus nos pôs em sujeição a nosso marido. Ele é o cabeça; portanto, nosso julgamento, pontos de vista e razões devem concordar com os dele, se possível. Se não, a preferência da Palavra de Deus é dada ao marido em tudo aquilo que não seja questão de consciência. Devemos sujeitar-nos à cabeça. Carta 5, 1861. (mais…)

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Conselhos aos Casados

Assim devem os maridos amar as suas próprias mulheres, como a seus próprios corpos. Quem ama a sua mulher, ama-se a si mesmo. (Efésios 5:28).

Caro irmão e irmã: Vocês se uniram em um concerto vitalício. Está começando a sua educação na vida conjugal. O primeiro ano de vida matrimonial é ano de experiência, ano em que, como a criança aprende lições na escola, marido e mulher descobrem mutuamente os diferentes traços de caráter. Nesse primeiro ano de vida conjugal, não permitam que haja capítulos que possam manchar a felicidade futura. (mais…)

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Passo para Toda a Vida

Vós, maridos, amai vossas mulheres, como também Cristo amou a igreja, e a si mesmo se entregou por ela. (Efésios 5:25).

Vivemos nos últimos dias, quando a mania do assunto matrimonial constitui um dos sinais da breve vinda de Cristo. Deus não é consultado nessas questões. A religião, o dever e os princípios são sacrificados a fim de satisfazer aos impulsos do coração não consagrado. (mais…)

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O Sacro Concerto do Matrimônio

Assim não são mais dois, mas uma só carne. Portanto, o que Deus ajuntou não o separe o homem. (Mateus 19:6).

Entre os judeus era permitido ao homem repudiar sua mulher pelas mais triviais ofensas, e a mulher se achava então em liberdade de casar outra vez. Este costume levava a grande infelicidade e pecado. No Sermão do Monte, Jesus declarou plenamente que não podia haver dissolução do laço matrimonial, a não ser por infidelidade do voto conjugal.* […]

Quando, posteriormente, os fariseus O interrogaram acerca da legalidade do divórcio, Jesus apontou a Seus ouvintes a antiga instituição do casamento, segundo foi ordenada na criação. ”Moisés”, disse Ele, ”por causa da dureza do vosso coração, vos permitiu repudiar vossa mulher; mas, no princípio, não foi assim.” Mat. 19:8. (mais…)

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