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A Experiência das Virgens Prudentes

Vigiai, pois, porque não sabeis o dia nem a hora em que o Filho do homem há de vir. Mateus 25:13.

             Todos os que esperam o Noivo celestial são representados na parábola como se tivessem adormecido porque o Senhor retarda sua vinda; mas os prudentes despertaram ante a mensagem de Sua aproximação e responderam à mensagem. O discernimento espiritual deles não havia se extinguido totalmente e eles, de um salto, se uniram ao cortejo. Ao se apropriarem da graça de Cristo, a experiência religiosa deles se tornou vigorosa e abundante, e  suas afeições se fixaram nas coisas do alto. Discerniram onde estava a fonte de seus recursos e apreciaram o amor que Deus tinha por eles. Abriram o coração para receber o Espírito Santo, pelo qual o amor lhes foi derramado no coração. Suas lâmpadas foram abastecidas e acesas e emitiram constante raios de luz em meio às trevas morais do mundo. Glorificaram a Deus, porque tinham o óleo da graça no coração e fizeram exatamente a obra que o Mestre fez antes deles: saíram para buscar e salvar o que se havia perdido. (ST, 28 de junho de 1910). Comentário Bíblico, Vol. 5, 1099.

               O azeite é um símbolo do Espírito Santo que é introduzido no coração pela fé em Jesus Cristo. Aqueles que examinam diligentemente as Escrituras com muita oração, que confiam em Deus com firme fé, que obedecem aos Seus mandamentos estarão entre os que são representados como virgens prudentes. (Review and Herald, 17 de setembro de 1895). MM, 2013, Perto do Céu, 109.

               Os que mantiverem o princípio da sua confiança firme até o fim, estarão bem despertos durante o tempo em que a mensagem do terceiro anjo é proclamada com grande poder. (Review and Herald, 13 de outubro de 1904). MM, 1977, Maranata – O Senhor Vem, 216.

               Minha mensagem é que nossa única segurança é estarmos prontos para o refrigério celeste, tendo nossas lâmpadas preparadas e ardendo. Cristo nos disse que vigiássemos; ”porque o Filho do homem há de vir à hora em que não penseis”. ”Vigiai e orai” é a recomendação a nós dada por nosso Redentor. (Review and Herald, 29 de março de 1892). Mensagens Escolhidas, Vol. 1, 192.    

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A Experiência das Virgens Loucas

E depois chegaram também as outras virgens [as Loucas], dizendo: Senhor, Senhor, abre-nos. E ele, respondendo, disse: Em verdade vos digo que vos não conheço. Mateus 25:11-12.

             Ao ler essa parábola, podemos apenas sentir pena das virgens loucas e fazer a pergunta: Por que as virgens prudentes não dividiram seu suprimento de óleo? Porém, ao fazermos a aplicação espiritual da parábola, podemos entender a razão. É impossível para aqueles que possuem fé e graça dividir seu suprimento com aqueles que não possuem. É impossível para aqueles que fizeram profundo exame de coração partilhar os benefícios com aqueles que fizeram apenas um exame superficial. (RH, 17 de setembro de 1895). MM, 2013, Perto do Céu, 109.

            Na parábola das dez virgens, cinco são representadas como prudentes e cinco loucas. O nome “virgens loucas” representa o caráter daqueles que não experimentaram uma verdadeira conversão operada pelo Espírito de Deus. A vinda de Cristo não transforma as virgens loucas em prudentes. Quando Cristo vier, as balanças do Céu pesarão o caráter e decidirão se ele é puro, santificado e santo ou se é impróprio para o reino do Céu. Aqueles que têm desprezado a graça divina que está à sua disposição e que os qualificaria para habitar no Céu, serão as virgens loucas. Eles tiveram toda luz, todo conhecimento, mas falharam em obter o óleo da graça; eles não receberam o poder santificador da verdade. Review and Herald, 19 de agosto de 1890.

            Agora é o tempo de o descuidado despertar de sua indiferença. Agora é o tempo de rogar que as almas não somente ouçam a Palavra de Deus, mas também, sem demora, que abasteçam de óleo os seus vasos e suas lâmpadas. O óleo é a justiça de Cristo. Representa o caráter, e o caráter é intransferível. Ninguém o pode obter para outro. Cada um deve adquirir para si mesmo um caráter purificado de toda a mancha do pecado. (Special Testimonies to Ministers and Workers, Série A, nº 4, 1895). Testemunhos para Ministros, 233-234.

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Firmados na Verdade

Por isso não deixarei de exortar-vos sempre acerca destas coisas, ainda que bem as saibais, e estejais confirmados na presente verdade. II Pedro 1:12.

                Todo homem, mulher e criança que não se encontra sob o domínio do Espírito de Deus, está sob a influência do encantamento de Satanás, e por sua palavra e exemplo desviará outros do caminho da verdade. Mensagens aos Jovens, 278.

            Dia após dia se passa para a eternidade, levando-nos mais próximos do fim do tempo da graça. Devemos, como nunca antes, orar para o Espírito Santo ser mais abundantemente concedido, e devemos esperar que Sua santificadora influência venha sobre os obreiros, a fim de que aqueles por quem trabalham saibam que eles estiveram com Jesus, e dEle aprenderam.

               Necessitamos de uma visão espiritual, a fim de ver os desígnios do perigo, e, como vigias fiéis, proclamar o perigo. Precisamos de poder do alto, para compreender, tanto quanto possível à mente humana, os grandes temas do cristianismo e seus princípios de longo alcance.

            Os que se acham sob a influência do Espírito de Deus, não serão fanáticos, mas calmos e firmes, isentos de extravagância em idéias, palavras e ações. Por entre a confusão de doutrinas enganadoras, o Espírito de Deus será um guia e proteção aos que não têm resistido às evidências da verdade, silenciando todas as outras vozes além da que vem dAquele que é a verdade.

               Estamos vivendo nos últimos dias, quando o erro de caráter mais enganador é aceito e crido, ao passo que a verdade é rejeitada. O Senhor reputará responsáveis tanto os pastores como o povo, pela luz que sobre eles brilha. Ele nos chama a trabalhar diligentemente em ajuntar as jóias da verdade, colocando-as no escrínio do evangelho. Em toda a sua divina beleza devem elas resplandecer nas trevas morais do mundo. Obreiros Evangélicos, 288-289.

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Transformação de Caráter: Prova de Conversão

Mas o fruto do Espírito é: amor, gozo, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fé, mansidão, temperança. Gálatas 5:22.

             Pode alguém não ser capaz de dizer exatamente a ocasião ou lugar de sua conversão, nem seguir toda a cadeia de circunstâncias no seu processo; mas isto não prova que essa pessoa não seja convertida. Cristo disse a Nicodemos: ”O vento assopra onde quer, e ouves a sua voz, mas não sabes donde vem, nem para onde vai; assim é todo aquele que é nascido do Espírito.” João 3:8. Como o vento, que é invisível, mas cujos efeitos se podem claramente ver e sentir, assim é o Espírito de Deus em Sua obra no coração humano. Essa virtude regeneradora que nenhum olho humano pode ver, gera na alma uma vida nova; cria um novo ser, à imagem de Deus. Conquanto a obra do Espírito seja silenciosa e imperceptível, seus efeitos são manifestos. Se o coração foi renovado pelo Espírito de Deus, a vida dará testemunho desse fato. Se bem que nada possamos fazer para mudar o coração ou pôr-nos em harmonia com Deus; se bem que não devamos absolutamente confiar em nós mesmos ou em nossas boas obras, nossa vida revelará se a graça de Deus está habitando em nós. Ver-se-á mudança no caráter, nos hábitos e atividades. Será claro e positivo o contraste entre o que foram e o que são. O caráter se revela, não por boas ou más ações ocasionais, mas pela tendência das palavras e atos costumeiros. Caminho a Cristo, 53.

            Conquanto não possamos ver o Espírito de Deus, sabemos que os homens que estão mortos em ofensas e pecados ficam convencidos e convertidos sob Sua atuação. O irrefletido e desgarrado torna-se sério. O empedernido arrepende-se de seus pecados, e o incrédulo crê. O jogador, o bêbado, o licencioso, tornam-se ajuizados, sóbrios e puros. O rebelde e obstinado torna-se manso e semelhante a Cristo. Ao vermos essas modificações no caráter, podemos ter a certeza de que o poder divino de conversão transformou o homem todo. (Review and Herald, 5 de maio de 1896). Evangelismo, 288.

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O Pecado Contra o Espírito Santo

Portanto, eu vos digo: Todo o pecado e blasfêmia se perdoará aos homens; mas a blasfêmia contra o Espírito não será perdoada aos homens. E, se qualquer disser alguma palavra contra o Filho do homem, ser-lhe-á perdoado; mas, se alguém falar contra o Espírito Santo, não lhe será perdoado, nem neste século nem no futuro. Mateus 12:31-32.

                A consciência é a voz de Deus, ouvida por entre o conflito das paixões humanas; quando a ela se resiste, o Espírito de Deus é entristecido. Testemunhos para a Igreja, Vol. 5, 120.

            Quero dirigir estas linhas aos que têm tido luz, aos que têm tido privilégios, aos que têm recebido advertências e apelos, mas não têm feito decidido esforço para entregar-se completamente a Deus. Desejo advertir-vos para que tenhais receio de pecar contra o Espírito Santo, ficando então entregues aos vossos próprios caminhos, caindo em letargia moral e nunca mais obtendo perdão. Por que consentiríeis em continuar sendo educados na escola de Satanás e seguir uma linha de procedimento que torne impossível o arrependimento e a reforma? Por que resistir às propostas da misericórdia? Por que dizer: ”Deixem-me em paz”, até que Deus seja compelido a satisfazer o vosso desejo, porque quereis que seja assim?

               Os que resistem ao Espírito de Deus pensam que se hão de arrepender algum dia no futuro, quando estiverem preparados para dar um passo decisivo em direção à reforma; mas o arrependimento estará então fora de seu alcance. As trevas dos que recusam andar na luz enquanto a luz está com eles serão proporcionais à luz e aos privilégios concedidos.

            Ninguém precisa considerar o pecado contra o Espírito Santo como coisa misteriosa e indefinível. O pecado contra o Espírito Santo é o pecado de persistente recusa de atender aos convites para arrependimento. […] No entanto, que nenhuma alma fique desalentada com esta apresentação do assunto. Não desfaleça ninguém que esteja empenhado em fazer a vontade do Mestre. Esperai em Deus. O Senhor Jesus tornou evidente que tem infinito apreço por vós. Ele deixou o Seu trono real, deixou Suas cortes reais, revestiu Sua divindade com a humanidade, e teve uma morte ignominiosa sobre a cruz do Calvário, para que pudésseis ser salvos. (RH, 29 de junho de 1897). MM, 1999, E Recebereis Poder, 35.

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O Poder do Espírito Santo

Todavia digo-vos a verdade, que vos convém que eu vá; porque, se eu não for, o Consolador não virá a vós; mas, quando eu for, vo-lo enviarei. E, quando ele vier, convencerá o mundo do pecado, e da justiça e do juízo. João 16:7-8.

               O Espírito Santo é um agente livre, operante, independente. (ST, 08/03/1910). MM, 1999, E Recebereis Poder, 323.

            Desde o princípio tem Deus operado por Seu Espírito Santo, mediante agentes humanos, para a realização de Seu propósito em benefício da raça caída. Isto se manifestou na vida dos patriarcas. À igreja no deserto, no tempo de Moisés, também deu Deus Seu ”bom Espírito, para os ensinar”. Nee. 9:20. E nos dias dos apóstolos Ele atuou poderosamente por Sua igreja através do Espírito Santo. O mesmo poder que susteve os patriarcas, que a Calebe e Josué deu fé e coragem, e eficiência à obra da igreja apostólica, tem sustido os fiéis filhos de Deus nos séculos sucessivos. Foi mediante o poder do Espírito Santo que na idade escura os cristãos valdenses ajudaram a preparar o caminho para a Reforma. Foi o mesmo poder que deu êxito aos esforços de nobres homens e mulheres que abriram o caminho para o estabelecimento das modernas missões, e para a tradução da Bíblia para as línguas e dialetos de todas as nações e povos. Atos dos Apóstolos, 53.              

            A pregação da Palavra não será de nenhum proveito sem a contínua presença e ajuda do Espírito Santo. Este é o único Mestre eficaz da verdade divina. Unicamente quando a verdade chega ao coração acompanhada pelo Espírito, vivificará a consciência e transformará a vida. Uma pessoa pode ser capaz de apresentar a letra da Palavra de Deus, pode estar familiarizada com todos os seus mandamentos e promessas; mas a menos que o Espírito Santo impressione o coração com a verdade, alma alguma cairá sobre a Rocha e se despedaçará. A mais esmerada educação, as maiores vantagens, não podem tornar uma pessoa um veículo de luz sem a cooperação do Espírito de Deus. A semeadura da semente evangélica não terá êxito algum a menos que essa semente seja vivificada pelo orvalho do Céu. Antes de ser escrito um livro do Novo Testamento, antes de ser pregado qualquer sermão depois da ascensão de Cristo, o Espírito Santo desceu sobre os apóstolos em oração. Então seus inimigos deram o testemunho: ”Enchestes Jerusalém desta vossa doutrina.” Atos 5:28. Desejado de Todas as Nações, 671-672.

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Santo e Tremendo é o Nosso Deus

Redenção enviou ao seu povo; ordenou a sua aliança para sempre; santo e tremendo é o seu nome. Salmos 111:9.  

            A verdadeira reverência para com Deus é inspirada por um sentimento de Sua infinita grandeza, e de Sua presença. Com esse sentimento do Invisível, todo coração deve ser profundamente impressionado. Obreiros Evangélicos, 178.

               Alguns consideram ser sinal de humildade orar a Deus de maneira comum, como se estivessem falando com um ser humano. Eles profanam Seu nome misturando desnecessária e irreverentemente em suas orações as palavras – ”Deus, todo-poderoso” – tremendas e sagradas palavras, que nunca deveriam passar pelos lábios senão em tom submisso, e com sentimento de respeito.

            A linguagem floreada é inadequada à oração, seja a petição feita no púlpito, no círculo da família, ou em particular. Especialmente o que ora em público deve servir-se de linguagem simples, para que os outros possam entender o que diz, e unir-se à petição. Idem, 176-177.

            Se Cristo Se encontrasse hoje na Terra, rodeado pelos que usam o título de ”Reverendo”, ”Reverendíssimo”, não repetiria Suas palavras: ”Nem vos chameis, mestres, porque um só é o vosso Mestre, que é o Cristo”? Mat. 23:10. A Escritura declara a respeito de Deus: ”Santo e tremendo [’reverendo’ dizem outras versões] é o Seu nome.” Sal. 111:9. A que ser humano cabe esse título? Quão pouco revela o homem da sabedoria e da justiça que o mesmo indica! Quantos dos que aceitam esse título estão representando mal o nome e o caráter de Deus! Desejado de Todas as Nações, 613.

            Não devemos nunca, de qualquer modo, tratar com leviandade os títulos ou nomes da Divindade. Ao orar, penetramos na sala de audiência do Altíssimo, e devemos ir à Sua presença possuídos de santa reverência. Os anjos velam o rosto em Sua presença. Os querubins e os santos serafins aproximam-se de Seu trono com solene reverência. Quanto mais deveríamos nós, seres finitos e pecadores, apresentar-nos de modo reverente perante o Senhor, nosso Criador! Maior Discurso de Cristo, 106.

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Os Desígnios de Deus

Porque, quem compreendeu a mente do Senhor? ou quem foi seu conselheiro? Ou quem lhe deu primeiro a ele, para que lhe seja recompensado? Porque dele e por ele, e para ele, são todas as coisas; glória, pois, a ele eternamente. Amém. Romanos 11:34-36.  

            Nunca podemos descobrir a Deus pela pesquisa. Ele não revela Seus planos a mentes curiosas e inquisitivas. Precisamos não tentar erguer com mão presunçosa a cortina com a qual Ele protege Sua majestade. Exclama o apóstolo: ”Quão insondáveis são os Seus juízos, e quão inescrutáveis, os Seus caminhos!” Rom. 11:33. É uma prova de Sua misericórdia o estar oculto o Seu poder, o esconder-Se Ele nas respeitáveis nuvens do mistério e da obscuridade; pois erguer a cortina que esconde a presença divina é morte. Mente alguma mortal pode penetrar no secreto em que habita e atua o Poderoso. Não podemos compreender mais de Seu trato conosco e os motivos que nEle atuam, do que Lhe parece bem revelar. Tudo Ele ordena em justiça, e não temos de ficar malsatisfeitos e desconfiados, mas inclinar-nos em reverente submissão. Ele nos revelará de Seus desígnios o quanto for para nosso bem; e para além disso, devemos confiar na mão que é onipotente, no coração cheio de amor. Testemunhos para a Igreja, Vol. 5, 301-302.

            ”As coisas encobertas são para o Senhor, nosso Deus; porém as reveladas são para nós e para nossos filhos, para sempre.” Deut. 29:29. A revelação que Deus de Si mesmo deu em Sua Palavra é para nosso estudo. Esta, podemos procurar compreender. Mas além disto não devemos penetrar. O mais elevado intelecto pode esforçar-se até à exaustão em conjeturas concernentes à natureza de Deus, mas infrutíferos serão os esforços. Esse problema não nos foi dado a solver. Nenhuma mente humana pode compreender a Deus. Ninguém se deve entregar a especulações com referência a Sua natureza. A esse respeito, o silêncio é eloqüente. O Onisciente está acima de discussão. Ciência do Bom Viver, 429.

            Deus não Se propõe ser chamado a contas por Seus caminhos e obras. É glória para Ele ocultar Seus desígnios agora; porém afinal eles serão revelados em sua verdadeira importância. Ele, porém, não ocultou Seu grande amor, que é a base de todo o Seu trato com Seus filhos. MM, 1959, A Fé pela qual Eu Vivo, 42.

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Copiando o Modelo Divino

[O Senhor] disse-me: A minha graça te basta, porque o meu poder se aperfeiçoa na fraqueza. De boa vontade, pois, me gloriarei nas minhas fraquezas, para que em mim habite o poder de Cristo. Por isso sinto prazer nas fraquezas, nas injúrias, nas necessidades, nas perseguições, nas angústias por amor de Cristo. Porque quando estou fraco então sou forte. II Coríntios 12:9-10.

            Quanto mais perto vos chegardes de Jesus, tanto mais cheio de faltas parecereis aos vossos olhos; porque vossa visão será mais clara e vossas imperfeições se verão em amplo e vivo contraste com Sua natureza perfeita. Isto é prova de que os enganos de Satanás perderam seu poder; que a influência vivificante do Espírito de Deus está a despertar-vos.

            Não pode habitar um amor profundo e arraigado no coração daquele que não reconhece sua pecaminosidade. A alma transformada pela graça de Cristo admirará o Seu caráter divino; se, porém, não reconhecemos nossa própria deformidade moral, é isto uma prova inequívoca de que não obtivemos uma visão da beleza e excelência de Cristo. Caminho a Cristo, 64-65.

               Cristo é nosso modelo, o perfeito e santo exemplo que nos é dado seguir. Não podemos nunca igualar o modelo, mas podemos imitá-lo e nos assemelharmos a ele segundo nossa capacidade. (Review and Herald, 5 de fevereiro de 1895). MM, 2002, Cristo Triunfante,  203.     

Devemos lembrar que nossos próprios caminhos não são perfeitos. Cometemos repetidamente erros. … Ninguém, senão Jesus, é perfeito. (Man. 24, 1892). MM, 1965, Para Conhecê-Lo, 136.                                  

Havemos de falhar muitas vezes em nossos esforços por copiar o Modelo divino. Muitas vezes havemos de prostrar-nos em pranto aos pés de Jesus, por motivo de nossas faltas e erros; mas não nos devemos desanimar; cumpre orar mais fervorosamente, crer mais plenamente, e de novo tentar, com mais constância, crescer na semelhança de nosso Senhor. À medida que desconfiarmos de nossa capacidade, confiaremos na capacidade de nosso Redentor, e renderemos louvor a Deus, que é a salvação de nossa face, e nosso Deus. (Signs of the Times, 26 de dezembro de 1892). Mensagens Escolhidas, Vol. 1, 337.

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O Único Remédio para o Pecador

Enganoso é o coração, mais do que todas as coisas, e perverso; quem o conhecerá? Jeremias 17:9.

O pecado é a herança dos filhos. O pecado os separou de Deus. Jesus deu Sua vida para poder unir com Deus os elos partidos. Com relação ao primeiro Adão, os homens nada receberam dele senão a culpa e a sentença de morte. (Carta 68, 1899). Orientação da Criança, 475.

Um dos efeitos deploráveis da apostasia original foi a perda de poder do homem para governar seu próprio coração. (Carta 10, 1888). Manuscript Releases, Vol. 8, pág. 208.

O coração do homem é, por natureza, frio, escuro e desagradável; sempre que alguém manifeste espírito de misericórdia e perdão, fá-lo, não de si mesmo, mas mediante a influência do divino Espírito a mover-lhe o coração. Maior Discurso de Cristo, 21-22.                           

Nós somos pecaminosos por natureza, e temos uma obra a fazer para purificar o templo da alma de toda impureza. Review and Herald, 27 de maio de 1884.

Não nos achegaremos ao Senhor para que Ele nos possa salvar de toda intemperança no comer e beber, de toda paixão profana, concupiscente, toda impiedade? Não nos humilharemos perante Deus, afastando de nós tudo quanto corrompe a carne e o espírito, para que, em Seu temor, aperfeiçoemos a santidade do caráter? (7 TI 258). Temperança, 22.

Cristo é o ”Príncipe da Paz” (Isa. 9:6), e é Sua missão restituir à Terra e ao Céu a paz que o pecado arrebatou. ”Sendo, pois, justificados pela fé, temos paz com Deus por nosso Senhor Jesus Cristo.” Rom. 5:1. Todo aquele que consente em renunciar ao pecado, e abre o coração ao amor de Cristo, torna-se participante dessa paz celestial.

Não há outra base de paz senão essa. A graça de Cristo, recebida no coração, subjuga a inimizade; afasta a contenda, e enche o coração de amor. Aquele que se acha em paz com Deus e seus semelhantes, não se pode tornar infeliz. Em seu coração não se achará a inveja; ruins suspeitas aí não encontrarão guarida; o ódio não pode existir. O coração que se encontra em harmonia com Deus partilha da paz do Céu, e difundirá ao redor de si sua bendita influência. O espírito de paz repousará qual orvalho sobre os corações desgostosos e turbados pelos conflitos mundanos. Maior Discurso de Cristo, 22-23.

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