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A Natureza sem Pecado de Jesus (Parte 2)

Mas com o precioso sangue de Cristo,
como de um cordeiro imaculado e incontaminado.
I Pedro 1:19.

 

Não devemos ter dúvidas acerca da perfeita ausência de pecado na natureza humana de Cristo. Nossa fé deve ser uma fé inteligente, olhando para Jesus com perfeita confiança, com plena e inteira fé no Sacrifício expiador. (Signs of the Times, 9 de junho de 1898). Mensagens Escolhidas, Vol. 1, 256.

Cristo foi a única pessoa que andou sobre a Terra em quem não havia nenhuma mancha de pecado. Ele era puro, imaculado e irrepreensível. Que houvesse sobre a Terra Alguém sem a contaminação do pecado perturbava grandemente o autor do pecado, e ele não deixou de usar nenhum meio para vencer a Cristo com o seu poder ardiloso e enganador. (The Youth’s Instructor, fevereiro de 1873). Idem, Vol. 3, 134.

Mas o príncipe das trevas nada achou nEle, nem um simples pensamento ou sentimento de resposta à tentação. Testemunhos para a Igreja, Vol. 5, 422.

Cristo é, por um lado, um representante perfeito de Deus e, por outro lado, um espécime perfeito de humanidade sem pecado. Por conseguinte, Ele combinou divindade e humanidade. (Man. 44, 1898). Comentário Bíblico, Vol. 7, 907.

Ele é nosso exemplo em tudo. É um irmão em nossas fraquezas, mas não em possuir idênticas paixões. Sendo sem pecado, sua natureza recuava do mal. Testemunhos para a Igreja, Vol. 2, 202.      

Era um poderoso solicitador, não possuindo as paixões de nossa natureza caída, mas rodeado das mesmas enfermidades, tentado em todos os pontos como nós o somos. Idem, 509.

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A Natureza sem Pecado de Jesus

 Nisto conhecereis o Espírito de Deus:
Todo o espírito que confessa que Jesus Cristo veio em carne é de Deus.
(I João 4:2).      

 

A Divindade não Se tornou humana, e o humano não foi deificado pela fusão das duas naturezas. Cristo não possuía a mesma deslealdade pecaminosa, corrupta e decaída que nós possuímos, pois então Ele não poderia ser um sacrifício perfeito. (Man. 94, 1893). Mensagens Escolhidas, Vol. 3, 131.

Jesus foi em todas as coisas feito semelhante a Seus irmãos. Tornou-Se carne, da mesma maneira que nós. Tinha fome, sede e fadiga. Sustentava-Se com alimento e refrigerava-Se pelo sono. Era Deus em carne. Desejado de Todas as Nações, 311.

Quando Jesus tomou a natureza do ser humano e Se achava reconhecido em figura humana, Ele assumiu todo o organismo humano. Suas necessidades eram as de um homem. Ele tinha necessidades físicas a serem supridas, cansaço físico a ser aliviado. (Carta 32, 1899). Comentário Bíblico, Vol. 5, 1130.

O plano de Deus, delineado para a salvação do homem, previa que Cristo conhecesse a fome, a pobreza e todos os aspectos da experiência do homem. (Review and Herald, 18 de fevereiro de 1890). Mensagens Escolhidas, Vol. 1, 408-409.

Jesus aceitou a humanidade quando a raça havia sido enfraquecida por quatro mil anos de pecado. Como qualquer filho de Adão, aceitou os resultados da operação da grande lei da hereditariedade. Desejado de Todas as Nações, 49.

Cristo, o segundo Adão, veio em semelhança de carne pecaminosa. Em benefício do homem, tornou-Se sujeito à tristeza, ao cansaço, à fome e à sede. Era sujeito à tentação, mas não cedeu ao pecado. NEle não havia nenhuma mancha de pecado. (Man. 99, 1903). Mensagens Escolhidas, Vol. 3, 141-142.

Ele deveria tomar sua posição como o cabeça da humanidade, tomando a natureza, mas não a pecaminosidade do homem. (Signs of the Times, 29 de maio de 1901). Comentário Bíblico, Vol. 7, 912.

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O Mistério da Encarnação

As quais também falamos, não com palavras de sabedoria humana,
mas com as que o Espírito Santo ensina, comparando as coisas espirituais com as espirituais.
I Coríntios 2:13.

Não podemos explicar o grande mistério do plano da salvação. Jesus tomou sobre Si a humanidade, a fim de que pudesse alcançar a humanidade; não podemos, porém, explicar como a divindade se revestiu da humanidade. Review and Herald, 1 de outubro de 1899.

Que Deus devesse assim ser manifestado na carne é, na verdade, um mistério; e sem o auxílio do Espírito Santo não podemos esperar compreender este assunto. A mais humilhante lição que o homem tem que aprender é a nulidade da sabedoria humana, e a loucura de tentar, por seus próprios e impotentes esforços, encontrar a Deus. RH, 5 de abril de 1906.

Ao contemplarmos a encarnação de Cristo, sentimo-nos desconcertados diante de um insondável mistério que a mente humana é incapaz de compreender. Quanto mais refletimos sobre isto, mais surpreendente nos parece o tema. Quão imenso é o contraste entre a divindade de Cristo e a indefesa criancinha na manjedoura de Belém! Como entender a distância entre o poderoso Deus e a desajudada criança? Pois ainda assim o Criador dos mundos, Aquele em quem habitava a plenitude da divindade, manifestou-Se como indefeso bebê na manjedoura. Mais excelso que qualquer dos anjos, igual ao Pai em dignidade e glória, vestido agora do manto da humanidade! Divindade e humanidade combinaram-se misteriosamente, pois o homem e Deus tornaram-se um. É nessa união que encontramos a esperança para nossa decaída raça. (Signs of the Times, 30 de julho de 1896). A Verdade Sobre os Anjos, 154.

As duas naturezas fundiram-se misteriosamente numa só pessoa – o homem Cristo Jesus. NEle habitava corporalmente toda a plenitude da Divindade. Quando Cristo foi crucificado, foi Sua natureza humana que morreu. A Divindade não sucumbiu e morreu; isso teria sido impossível. […] Isso é um grande mistério, um mistério que não será plena e completamente compreendido em toda a sua grandeza até que ocorra a trasladação dos remidos. (Carta 280, 1904). MM, 1992, Exaltai-O, 77.    

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Cristo – Centro de Todo o Ensino

Todo aquele, pois, que escuta estas minhas palavras, e as pratica,
assemelhá-lo-ei ao homem prudente, que edificou a sua casa sobre a rocha. Mateus 7:24.

Jamais deveria ser pregado um sermão, ou apresentada instrução bíblica sobre qualquer assunto, sem que os ouvintes fossem encaminhados ao “Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.” João 1:29. Toda verdadeira doutrina torna a Cristo o centro, todo preceito recebe força de Suas palavras. Testemunhos para a Igreja, Vol. 6, 54.

O assunto é inexaurível. O estudo da encarnação de Cristo, de Seu sacrifício expiatório e obra mediadora, ocupará a mente do diligente estudante enquanto o tempo durar; e contemplando o Céu com seus inumeráveis anos, exclamará: ”Grande é o mistério da piedade”! I Tim. 3:16. Obreiros Evangélicos, 251.

O sacrifício de Cristo como expiação pelo pecado, é a grande verdade em torno da qual se agrupam as outras. A fim de ser devidamente compreendida e apreciada, toda verdade da Palavra de Deus, de Gênesis a Apocalipse, precisa ser estudada à luz que dimana da cruz do Calvário. Apresento perante vós o grande, magno monumento de misericórdia e regeneração, salvação e redenção – o Filho de Deus erguido na cruz. Isso tem de ser o fundamento de todo discurso feito por nossos pastores. OE 315.

A humanidade do Filho de Deus é tudo para nós. É a corrente de ouro que liga nossa alma a Cristo, e por meio de Cristo a Deus. Isto deve constituir nosso estudo. Cristo foi um homem real; deu prova de Sua humildade, tornando-Se homem. Entretanto, era Ele Deus na carne. Quando abordamos este assunto, bem faremos em levar a sério as palavras dirigidas por Cristo a Moisés, junto à sarça ardente: ”Tira as sandálias dos pés, porque o lugar em que estás é terra santa.” Êxo. 3:5. Devemos aproximar-nos deste estudo com a humildade de um discípulo, de coração contrito. E o estudo da encarnação de Cristo é campo frutífero, que recompensará o pesquisador que cave fundo em busca de verdades ocultas. (Youth’s Instructor, 13 de outubro de 1898). Mensagens Escolhidas, Vol. 1, 244.

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Somente Jesus pode ser o Mediador

Porque há um só Deus, e um só Mediador entre Deus e os homens, Jesus Cristo homem. I Timóteo 2:5.

 

Somente Jesus poderia ser fiador diante de Deus, pois era igual a Deus. Somente Ele poderia tornar-Se mediador entre Deus e o homem, pois possuía a divindade e a humanidade. Jesus podia, assim, dar a garantia a ambas as partes de cumprir as condições prescritas. Como o Filho de Deus, representa o nosso penhor diante de Deus, e como o Verbo eterno, igual ao Pai, assegura-nos que o amor do Pai se encontra à disposição daquele que crê em Sua palavra empenhada. Review and Herald, 3 de abril de 1894.

A reconciliação do homem com Deus somente poderia ser empreendida por um mediador igual a Deus, possuidor de atributos que O dignificassem e O declarassem digno de lidar com o Deus Infinito em favor do homem, e que também representasse a Deus diante do mundo caído. O substituto e penhor do homem necessitava possuir a natureza do homem, uma conexão com a família humana, a quem deveria representar; e, como embaixador de Deus, teria de participar da natureza divina, possuindo conexão com o Infinito, de modo a manifestar a Deus diante do mundo, sendo mediador entre Deus e o homem. RH, 22 de dezembro de 1891.

A plenitude de Sua humanidade e a perfeição de Sua divindade formam para nós um sólido fundamento sobre o qual podemos ser conduzidos à reconciliação com Deus. Foi quando ainda éramos pecadores que Cristo morreu por nós. Temos a redenção, o perdão dos pecados, através de Seu sangue. Suas mãos perfuradas por cravos estendem-se do Céu à Terra. Com uma das mãos Ele alcança os pecadores na Terra, e com a outra toca o trono do Infinito, efetuando assim a nossa reconciliação. Cristo se encontra hoje como nosso Advogado diante do Pai. Ele é o Mediador entre Deus e o homem. Carregando as marcas da crucifixão, Ele pleiteia a causa de nossas almas. (Man. 84a, 1897). Comentário Bíblico, Vol. 7A, 487.

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Apenas Deus poderia ser o Salvador

De tanto melhor aliança Jesus foi feito fiador. Hebreus 7:22.

Eis que a virgem conceberá, e dará à luz um filho, E chamá-lo-ão pelo nome de EMANUEL, Que traduzido é: Deus conosco. Mateus 1:23.

Antes que os fundamentos da Terra fossem lançados, o Pai e o Filho Se haviam unido num concerto para redimir o homem, se ele fosse vencido por Satanás. Haviam-Se dado as mãos, num solene compromisso de que Cristo Se tornaria o fiador da raça humana. Desejado de Todas as Nações, 834.

O Verbo eterno consentiu em fazer-se carne. Deus tornou-se homem! Maravilhosa humildade. (RH, 4 de setembro de 1900). Comentário Bíblico, Vol. 5, 1127.

O sacrifício exigido por sua transgressão, revelava a Adão e Eva o caráter sagrado da lei de Deus; e viram, como nunca antes o fizeram, a culpabilidade do pecado, e seus funestos resultados. Em seu remorso e angústia rogaram que a pena não recaísse nAquele cujo amor havia sido a fonte de toda a sua alegria; antes, que repousasse sobre eles e sua posteridade.

Foi-lhes dito que, visto ser a lei de Jeová o fundamento de Seu governo no Céu assim como na Terra, mesmo a vida de um anjo não poderia ser aceita como sacrifício por sua transgressão. Nenhum de seus preceitos poderia ser anulado ou mudado para valer ao homem em sua condição decaída; mas o Filho de Deus, que criara o homem, poderia fazer expiação por ele. Assim como a transgressão de Adão tinha trazido miséria e morte, o sacrifício de Cristo traria vida e imortalidade. Patriarcas e Profetas, 66-67.

Morrendo sobre a cruz, Ele transferiu a culpa da pessoa do transgressor para a do Substituto divino, por meio da fé nEle como seu Redentor pessoal. Os pecados de um mundo culpado, que em figura são descritos como sendo ”vermelhos como o carmesim” (Isa. 1:18), foram atribuídos ao Penhor divino. (Man. 84a, 1897). MM, 1995, Cuidado de Deus, 275.

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A Divindade Estabelece o Plano da Redenção

E, sem dúvida alguma, grande é o mistério da piedade: Deus se manifestou em carne, foi justificado no Espírito, visto dos anjos, pregado aos gentios, crido no mundo, recebido acima na glória. I Timóteo 3:16.

A Divindade moveu-se de compaixão pela raça, e o Pai, o Filho e o Espírito Santo deram-Se a Si mesmos ao estabelecerem o plano da redenção. A fim de levarem a cabo plenamente esse plano, foi decidido que Cristo, o unigênito Filho de Deus, Se desse a Si mesmo em oferta pelo pecado. (Review and Herald, 2 de maio de 1912). Conselhos Sobre Saúde, 222.

Tivesse Deus, o Pai, vindo ao mundo e habitado entre nós, humilhando-Se, velando Sua glória, a fim de que a humanidade O pudesse contemplar, não se haveria mudado a história que temos, da vida de Cristo. (Carta 83, 1895). MM, 1965, Para Conhecê-Lo, 338.

Nenhum dos anjos poderia ter se tornado fiador da raça humana: sua vida pertence a Deus; eles não podem depô-la. Todos os anjos encontram-se sob o jugo da obediência. São mensageiros indicados por Aquele que comanda todo o Céu. Mas Cristo é igual a Deus, infinito e onipotente. Ele poderia pagar o preço do resgate do homem. Ele é o eterno e auto-existente Filho, que não estava sob nenhum jugo; e quando Deus perguntou ’A quem enviarei?’, Ele pôde responder: ’Eis-Me aqui, envia-Me a Mim.’ Ele podia oferecer-Se como fiador do homem, pois era capaz de dizer aquilo que o mais elevado anjo não podia: ’Eu tenho poder sobre Minha própria vida, poder para a entregar e … poder para reavê-la’ (Youth’s Instructor, 21 de junho de 1900). Comentário Bíblico, Vol. 5, 1136.

Não Lhe foi imposta a obrigação de empreender a obra da expiação. Ele fez um sacrifício voluntário. Sua vida era de suficiente valor para resgatar o homem de sua condição decaída. (Review and Herald, 17 de dezembro de 1872). MM, 1992, Exaltai-O, 24.

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A Obra do Espírito Santo

Quem crê em mim, como diz a Escritura, rios de água viva correrão do seu ventre. E isto disse ele do Espírito que haviam de receber os que nele cressem; porque o Espírito Santo ainda não fora dado, por ainda Jesus não ter sido glorificado. João 7:38-39.

Mas, quando vier aquele, o Espírito de verdade, ele vos guiará em toda a verdade; porque não falará de si mesmo, mas dirá tudo o que tiver ouvido, e vos anunciará o que há de vir. João 16:13.

O Espírito Santo é eficaz ajudador na restauração da imagem de Deus na alma humana. Conselhos aos Pais Professores e Estudantes, 67.

Quando o Espírito Santo habita no coração, guiará o ser humano para ver seus próprios defeitos de caráter, a se compadecer das fraquezas dos outros, a perdoar como deseja ser perdoado. Ele será compassivo, cortês, semelhante a Cristo. (Review and Herald, 10 de abril de 1900).

O Espírito Santo aprecia dirigir-Se à juventude, para desvendar-lhe os tesouros e belezas da Palavra de Deus. Parábolas de Jesus, 132.

O Espírito Santo comunica amor, alegria, paz, resistência e consolação; é como uma fonte de água saltando para a vida eterna. A bênção é gratuita para todos. (Signs of the Times, 22 de agosto de 1892). MM, 1959, Fé pela qual Eu Vivo, 53.

Muitos há que crêem e professam reclamar a promessa do Senhor; falam acerca de Cristo e acerca do Espírito Santo, e todavia não recebem benefício. Não entregam a alma para ser guiada e regida pelas forças divinas. Não podemos usar o Espírito Santo. Ele é que deve servir-Se de nós. Desejado de Todas as Nações, 672.

Por entre a confusão de doutrinas enganadoras, o Espírito de Deus será um guia e proteção aos que não têm resistido às evidências da verdade, silenciando todas as outras vozes além da que vem dAquele que é a verdade. Obreiros Evangélicos, 289.

O Consolador é chamado “o Espírito de verdade”. Sua obra é definir e manter a verdade. Ele primeiro habita o coração como o Espírito de verdade, e torna-Se assim o Consolador. Há conforto e paz na verdade, mas nenhuma paz ou conforto real se pode achar na falsidade. Desejado de Todas as Nações, 671.

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Espírito Santo – Terceira Pessoa da Divindade

Não entristeçais o Espírito Santo.  Efésios 4:30.

E da mesma maneira também o Espírito ajuda as nossas fraquezas; porque não sabemos o que havemos de pedir como convém, mas o mesmo Espírito intercede por nós com gemidos inexprimíveis. Romanos 8:26.

Disse então Pedro: Ananias, por que encheu Satanás o teu coração, para que mentisses ao Espírito Santo, e retivesses parte do preço da herdade? Guardando-a não ficava para ti? E, vendida, não estava em teu poder? Por que formaste este desígnio em teu coração? Não mentiste aos homens, mas a Deus. Atos 5:3-4.

Ao pecado só se poderia resistir e vencer por meio da poderosa operação da terceira pessoa da Divindade, a qual viria, não com energia modificada, mas na plenitude do divino poder. Desejado de Todas as Nações, 671.

O Espírito é dado como agente de regeneração, para tornar  eficaz a salvação operada pela morte de nosso Redentor. Atos dos Apóstolos, 52.

Precisamos reconhecer que o Espírito Santo, que é tanto uma pessoa como o próprio Deus, está andando por esses terrenos. (Man. 66, 1899).

O Espírito Santo é uma pessoa, pois dá testemunho com o nosso espírito de que somos filhos de Deus. Uma vez dado esse testemunho, traz consigo mesmo sua própria evidência. Em tais ocasiões acreditamos e estamos certos de que somos filhos de Deus. …

O Espírito Santo tem personalidade, do contrário não poderia testificar ao nosso espírito e com nosso espírito que somos filhos de Deus. Deve ser também uma pessoa divina, do contrário não poderia perscrutar os segredos que jazem ocultos na mente de Deus. ”Por que qual dos homens sabe as coisas do homem, senão o espírito do homem, que nele está? assim também ninguém sabe as coisas de Deus, senão o Espírito de Deus.” I Cor. 2:11. (Man. 20, 1906).

O príncipe da potestade do mal só pode ser mantido em sujeição pelo poder de Deus na terceira pessoa da Divindade, o Espírito Santo. (Special Testimonies, Série A, nº 10, pág. 37). Evangelismo, 616-617.

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Eu e o Pai somos Um

Disse o Senhor ao meu Senhor: Assenta-te à minha mão direita, até que ponha os teus inimigos por escabelo dos teus pés. Salmos 110:1

E, estando reunidos os fariseus, interrogou-os Jesus, Dizendo: Que pensais vós do Cristo? De quem é filho? Eles disseram-lhe: De Davi. Disse-lhes ele: Como é então que Davi, em espírito, lhe chama Senhor, dizendo: Disse o Senhor ao meu Senhor: Assenta-te à minha direita, Até que eu ponha os teus inimigos por escabelo de teus pés? Se Davi, pois, lhe chama Senhor, como é seu filho? E ninguém podia responder-lhe uma palavra; nem desde aquele dia ousou mais alguém interrogá-lo. Mateus 22:41-46.

Cristo, o Verbo, o Unigênito de Deus, era um com o eterno Pai – um na natureza, no caráter e no propósito. Grande Conflito, 493.

“Eu e o Pai somos Um”. As palavras de Cristo estavam cheias de profundo significado ao declarar que Ele e o Pai eram um em substância possuindo os mesmos atributos. Signs of the Times, 27 de novembro de 1893.

Essa unidade é a mais convincente prova para o mundo quanto à majestade e a virtude de Cristo, e ao Seu poder de tirar o pecado. (Man. 111, 1903). MM, 2005, Filhos e Filhas de Deus, 286.

As Escrituras indicam claramente a relação entre Deus e Cristo, apresentando com igual clareza a personalidade e individualidade de cada um. […] A personalidade do Pai e do Filho, bem como a unidade existente entre Eles, é apresentada no capítulo dezessete de João, na oração de Cristo por Seus discípulos: ”E não rogo somente por estes, mas também por aqueles que, pela Sua palavra, hão de crer em Mim; para que todos sejam um, como Tu, ó Pai, o és em Mim, e Eu em Ti; que também eles sejam um em Nós, para que o mundo creia que Tu Me enviaste.” João 17:20 e 21.

A unidade que existe entre Cristo e Seus discípulos não anula a personalidade de nenhum. São um em desígnio, mente, em caráter, mas não em pessoa. É assim que Deus e Cristo são um. Ciência do Bom Viver, 422-423.

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