reflexoes_2020

Código de Civilidade

O amor seja não fingido. Aborrecei o mal e apegai-vos ao bem.
Amai-vos cordialmente uns aos outros com amor fraternal, preferindo-vos em honra uns aos outros. Romanos 12:9-10.

 

As mais valiosas regras para o intercâmbio social e de família podem ser encontradas na Bíblia. Nela se encontra não apenas a mais pura e melhor norma de moralidade, mas também o mais valioso código de civilidade. No sermão do Monte, feito por nosso Salvador, contém instrução de incalculável valor para adultos e jovens. Devia ser lido sempre em família e seus preciosos ensinamentos exemplificados na vida diária. A regra de ouro: ”Tudo o que vós quereis que os homens vos façam, fazei-lho também vós” (Mat. 7:12), bem como a ordem apostólica: ”Preferindo-vos em honra uns aos outros” (Rom. 12:10), deve tornar-se a lei da família. Os que estimam o espírito de Cristo manifestarão polidez no lar, um espírito de benevolência mesmo nas pequenas coisas. Estarão constantemente procurando tornar todos felizes ao seu redor, esquecendo de si mesmos em sua bondosa atenção para com os outros. Este é o fruto que nasce na árvore cristã. (ST, 1 de julho de 1886). Lar Adventista, 423-424.

O homem que sinceramente teme a Deus preferiria trabalhar noite e dia, sofrer privação e comer o pão da pobreza do que condescender com a obsessão pelo ganho que oprimiria a viúva e o órfão ou destituiria o estranho de seu direito. Os crimes que são cometidos por causa do amor à exibição e ao dinheiro transformam este mundo num covil de ladrões e salteadores e fazem os anjos chorarem. Mas os cristãos são peregrinos na Terra; estão em terra estranha, parando, por assim dizer, por apenas uma noite. Nosso lar está nas mansões que Jesus foi preparar-nos. Esta vida é apenas um vapor que se desfaz.

A aquisição de propriedade torna-se uma mania para alguns. Toda vez que a regra áurea é violada, Cristo é maltratado na pessoa de Seus santos. Toda vantagem tirada dos semelhantes, sejam eles santos ou pecadores, permanecerá como fraude no livro de registro do Céu. Testemunhos para a Igreja, Vol. 4, 490.


Esta publicação está presente nas Reflexões Semanais 2020, para o pôr-do-sol de 11 de dezembro de 2020.

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Quadruplicado na Moeda do Reino

Porque, como está escrito, o nome de Deus é
blasfemado entre os gentios por causa de vós.
Romanos 2:24.

A regra áurea, implicitamente, ensina a mesma verdade apresentada noutra parte do Sermão da Montanha que ”com a mesma medida com que medirdes também vos medirão de novo”. Luc. 6:38. Aquilo que fazemos aos outros, seja bem ou seja mal, terá, certamente, sua reação sobre nós, quer em bênção quer em maldição. Tudo quanto dermos, havemos de tornar a receber. As bênçãos terrestres que comunicamos a outros podem ser, e são-no com freqüência, retribuídas em bondade. O que damos, é-nos muitas vezes recompensado, em tempos de necessidade, quadruplicado, na moeda do reino. Além disto, porém, todas as dádivas são retribuídas, mesmo aqui, em uma mais plena absorção de Seu amor, o que é o resumo de toda glória celeste e seu tesouro. E o mal comunicado volve também. Todo aquele que se tem sentido na liberdade de condenar ou levar outros ao desânimo, será, em sua própria vida, levado a passar pela experiência por que fez outros passarem; sentirá aquilo que eles sofreram devido à sua falta de compassiva compreensão e ternura.

É o amor de Deus para conosco que assim decretou. Ele nos quer levar a aborrecer nossa dureza de coração, e abrir o mesmo para que Jesus aí venha a habitar. E assim, do mal se produz um bem, e o que parecia maldição, torna-se bênção.

A norma da regra áurea é a verdadeira norma do cristianismo; tudo que a deixa de cumprir, é um engano. Uma religião que induz os homens a estimarem em pouco os seres humanos, avaliados por Cristo em tão alto valor que por eles Se deu; uma religião que nos leve a negligenciar as necessidades humanas, seus sofrimentos ou direitos, é religião falsa. Menosprezando os direitos do pobre, do sofredor e do pecador, estamo-nos demonstrando traidores a Cristo. É porque os homens usam o nome de Cristo ao passo que Lhe negam o caráter na vida que vivem, que o cristianismo tem no mundo tão pouco poder. O nome do Senhor é blasfemado por causa dessas coisas. O Maior Discurso de Cristo, 136-137.


Esta publicação está presente nas Reflexões Semanais 2020, para o pôr-do-sol de 4 de dezembro de 2020.

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A Regra de Ouro

E como vós quereis que os homens vos façam,
da mesma maneira lhes fazei vós, também. Lucas 6:31.

 

A regra áurea é o princípio da verdadeira cortesia, e sua mais genuína ilustração se manifesta na vida e no caráter de Jesus. Oh! que suave e bela influência partia da vida diária de nosso Salvador! Que doçura exalava só de Sua presença! O mesmo espírito se revelará em Seus filhos. Aqueles em quem Cristo habita, serão circundados duma atmosfera divina. Suas brancas vestes de pureza exalarão o perfume do jardim do Senhor. Seus rostos refletirão a luz do Seu, iluminando o trilho para pés fatigados e prontos a tropeçar.

Homem algum que tenha o verdadeiro ideal quanto a um caráter perfeito, deixará de manifestar o espírito de compreensão e ternura de Cristo. A influência da graça há de abrandar o coração, refinar e purificar os sentimentos, dando uma delicadeza e um senso de correção de origem celeste.

Mas há ainda uma significação mais profunda na regra áurea. Todo aquele que foi feito mordomo da multiforme graça de Deus, é chamado a comunicá-la a almas que jazem na ignorância e nas trevas, da mesma maneira que, estivesse ele no lugar dessas almas, desejaria que elas lha comunicassem. Disse o apóstolo Paulo: ”Eu sou devedor tanto a gregos como a bárbaros, tanto a sábios como a ignorantes.” Rom. 1:14. Por tudo quanto tendes aprendido acerca do amor de Deus, por tudo quanto tendes recebido dos ricos dons de Sua graça acima da mais entenebrecida e degradada alma da Terra, sois devedores para com essa alma no sentido de lhe comunicar esses dons.

Da mesma maneira quanto aos dons e bênçãos desta vida: tudo quanto possuís acima de vossos semelhantes, coloca-vos, na mesma proporção, em débito para com os menos favorecidos. Possuamos nós fortuna, ou mesmo os confortos da vida, achamo-nos na mais solene obrigação de cuidar dos sofredores enfermos, das viúvas e dos órfãos, exatamente como desejaríamos que eles cuidassem de nós, caso se invertessem as condições. O Maior Discurso de Cristo, 135-136.


Esta publicação está presente nas Reflexões Semanais 2020, para o pôr-do-sol de 27 de novembro de 2020.

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«Amarás o Teu Próximo como a Ti Mesmo»

Portanto, tudo o que vós quereis que os homens vos façam,
fazei-lho também vós, porque esta é a lei e os profetas. Mateus 7:12.

 

A seguir a certeza do amor de Deus para conosco, Jesus recomenda amar-nos uns aos outros, em um vasto princípio que abrange todas as relações dos homens entre si.

Os judeus se interessavam no que deviam receber; a preocupação que os fazia ansiosos era garantir-se aquilo a que se julgavam com direito quanto ao poder, ao respeito e ao serviço. Cristo ensina, porém, que nossa ansiedade não devia ser: Quanto devemos receber? mas: Quanto podemos dar? A norma de nossa obrigação para com os outros é-nos apresentada naquilo que nós mesmos consideramos como sua obrigação para conosco.

Em vossa associação com outros, colocai-vos em seu lugar. Penetrai-lhes nos sentimentos, nas dificuldades, nas decepções, nas alegrias e tristezas. Identificai-vos com eles, e depois, fazei-lhes como, se fossem trocados os lugares, desejaríeis que eles procedessem para convosco. Essa é a verdadeira regra da honestidade. É outra expressão da lei: ”Amarás o teu próximo como a ti mesmo.” Mat. 22:39. E isso constitui a substância dos ensinos dos profetas. É um princípio do Céu, e desenvolver-se-á em todos quantos se acharem habilitados a participar de sua santa convivência. O Maior Discurso de Cristo, 134-135.

”Tudo o que vós quereis que os homens vos façam, fazei-lho também vós.” Mat. 7:12. O Salvador ensinou este princípio para tornar feliz a humanidade, e não infeliz; pois de nenhum outro modo pode vir a felicidade. (Man. 132, 1902). Mente, Caráter e Personalidade, Vol. 2, 645.


Esta publicação está presente nas Reflexões Semanais 2020, para o pôr-do-sol de 20 de novembro de 2020.

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As Cartas Cristãs

Nesta lição você conhecerá as histórias das cartas escritas aos cristãos pelos discípulos. As cartas foram escritas com o propósito de disseminar conhecimento, exortar, orientar ou até chamar a atenção do povo e serve de referência para nós até hoje.

Esta lição foi especialmente adaptada para a compreensão dos pequenos alunos da Escola Sabatina.

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O Dever e o Amor

E por que atentas tu no argueiro que está no olho de teu irmão, e não reparas na trave que está no teu próprio olho? Lucas 6:41.

 

Nem mesmo a sentença ”Tu, que julgas, fazes o mesmo” (Rom. 2:1), alcança a magnitude do pecado daquele que presume criticar e condenar a seu irmão. Jesus disse: ”Por que reparas tu no argueiro que está no olho de teu irmão e não vês a trave que está no teu olho?” Mat. 7:3.

Suas palavras se aplicam à pessoa que é pronta em discernir um defeito nos outros. Quando pensa que descobriu uma imperfeição no caráter ou na vida, é extremamente zelosa em buscar apontá-la; mas Jesus declara que o próprio traço de caráter desenvolvido pelo fazer esta obra anticristã é, em comparação com a falta criticada, como uma trave em comparação com um argueiro. É a própria falta do espírito de paciência e amor que o leva a fazer um mundo de um simples átomo. Aqueles que nunca experimentaram a contrição de uma completa entrega a Cristo, não manifestam em sua vida a suavizadora influência do amor do Salvador. Representam mal o brando, cortês espírito do evangelho, e ferem almas preciosas, por quem Cristo morreu. Segundo a figura empregada por nosso Salvador, aquele que condescende com o espírito de censura é culpado de um pecado maior do que aquele a quem acusa; pois não somente comete o mesmo pecado, como acrescenta ao mesmo presunção e espírito de crítica. O Maior Discurso de Cristo, 125.

Devem vencer o hábito de criticar pequenas coisas que julgam erradas. Sejam tolerantes, generosos e caridosos no julgamento de pessoas e coisas. Abram o coração à luz. Lembrem-se de que o Dever tem um irmão gêmeo –o Amor; unidos, ambos podem realizar quase tudo; mas, separados, nenhum é capaz de fazer o bem. […]

Vocês devem ser firmes em seguir os ditames de uma consciência esclarecida e suas convicções do dever; mas também guardar-se contra a intolerância e o preconceito. Não adotem um espírito farisaico. Testemunhos para a Igreja, Vol. 4, 62.


Esta publicação está presente nas Reflexões Semanais 2020, para o pôr-do-sol de 18 de setembro de 2020.

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Prover os Necessitados

O pobre, do sulco da terra, tira mantimento em abundância; mas há os que se consomem por falta de juízo. (Provérbios 13:23).

Os que têm adquirido riquezas, adquiriram-nas pela aplicação dos talentos que lhes foram dados por Deus; mas esses talentos para a conquista de bens foram-lhes dados a fim de que pudessem aliviar os que estão na pobreza. Esses dons foram concedidos aos homens por Aquele que faz o Seu Sol brilhe e a Sua chuva caia sobre todos, justos e injustos, para que pela produtividade da terra tenham abundante provisão para todas as suas necessidades. Os campos têm sido abençoados por Deus, e em Sua bondade fez ”provisão para os necessitados”. Sal. 68:10. (ST, 13 de junho de 1892). Beneficência Social, 15. (mais…)

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Amor ao Próximo

Pois, se amardes os que vos amam, que galardão tereis? Não fazem os publicanos também o mesmo? E, se saudardes unicamente os vossos irmãos, que fazeis de mais? Não fazem os publicanos também assim? (Mateus 5:46-47).

Enquanto éramos ainda destituídos de amor e do que nos fizesse amáveis no caráter, ”odiosos, odiando-nos uns aos outros” (Tito 3:3), nosso Pai celestial teve misericórdia de nós. ”Quando apareceu a benignidade e caridade de Deus, nosso Salvador, para com os homens, não pelas obras de justiça que houvéssemos feito, mas, segundo a Sua misericórdia, nos salvou.” Tito 3:4 e 5. Uma vez recebido o Seu amor, torna-nos, semelhantemente, bondosos e ternos, não somente para os que nos agradam, mas para com os mais faltosos e errantes pecadores. (mais…)

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Nosso Pai Amoroso

Há muito que o SENHOR me apareceu, dizendo: Porquanto com amor eterno te amei, por isso com benignidade te atraí. (Jeremias 31:3).

Nós amamos a ele porque ele nos amou primeiro. (I João 4:19).

Ele encaminhou Seus ouvintes ao Governador do Universo, sob a nova designação: Pai Nosso. Queria que compreendessem quão ternamente o coração de Deus por eles anelava. Ensinou que Deus cuida de toda alma perdida; que ”como um pai se compadece de seus filhos, assim o Senhor Se compadece daqueles que O temem”. Sal. 103:13. Tal concepção de Deus não foi jamais dada ao mundo por qualquer religião senão a da Bíblia. (mais…)

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