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O Sinal de Entrada para o Reino

Portanto ide, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo. Mateus 28:19.

 

Fazendo do batismo o sinal de entrada para o Seu reino espiritual, Cristo o estabeleceu como condição positiva à qual têm de atender os que desejam ser reconhecidos como estando sob a jurisdição do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Antes que o homem possa obter abrigo na igreja, antes mesmo de transpor o limiar do reino espiritual de Deus, deve receber a impressão do nome divino – ”O Senhor Justiça Nossa”. Jer. 23:6.

Simboliza o batismo soleníssima renúncia ao mundo. Os que ao iniciar a carreira cristã são batizados em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo, declaram publicamente que renunciaram ao serviço de Satanás, e se tornaram membros da família real, filhos do Rei celestial. Obedeceram ao preceito que diz: ”Saí do meio deles, e apartai-vos, … e não toqueis nada imundo.” Cumpriu-se em relação a eles a promessa divina: ”E Eu vos receberei; e Eu serei para vós Pai, e vós sereis para Mim filhos e filhas, diz o Senhor todo-poderoso.” II Cor. 6:17 e 18. Testemunhos para a Igreja, Vol. 6, 91.

As águas cobrem o candidato e, na presença de todo o universo celestial, é feito um compromisso mútuo. No nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo a pessoa é imersa na tumba líquida, sepultado com Cristo no batismo e erguido da água para viver uma nova vida de lealdade a Deus. Os três grandes poderes do Céu são testemunhas, invisíveis, mas presentes. (Man. 57, 1900). Comentário Bíblico, Vol. 6, 1074.

O Pai, o Filho e o Espírito Santo, poderes infinitos e oniscientes, recebem os que verdadeiramente entram em relação de aliança com Deus. Estão presentes em cada batismo, para receber os candidatos que renunciaram ao mundo e receberam a Cristo no templo da alma. Esses candidatos entraram para a família de Deus, e os seus nomes estão escritos no livro da vida do Cordeiro. (Man. 271/2, 1900). Idem, 1075.

O Pai, o Filho e o Espírito Santo estão buscando e desejando encontrar canais, pelos quais possam comunicar ao mundo os divinos princípios da verdade. Testemunhos para a Igreja, Vol. 8, 194.


Reflexão Semanal para o pôr-do-sol de 8 de Janeiro de 2021

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Lição: Justificação pela Fé e Santificação

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Clique aqui para baixar – Justificação pela Fé e Santificação

A lição de Escola Sabatina “Justificação pela Fé e Santificação – A Pérola de Grande Preço”,
publicada para o 1º semestre (janeiro-junho) de 2021, nos traz os seguintes temas:

  • Verdadeira Causa da Queda
  • Incredulidade – Causa da Demora
  • Repetição da História
  • A Mais Urgente Necessidade
  • Justificação pela Fé – Mensagem do 3°. Anjo
  • A Pérola de Grande Preço
  • Atração Divina
  • Arrependimento e Perdão
  • Entrega e Confissão
  • Nascimento do Espírito
  • Santificação e os Frutos do Espírito
  • Fidelidade

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Globo

Uma Ponte sobre o Abismo

“Por que Deus amou o mundo de tal maneira que deu o Seu filho unigênito, para que todo o que nÊle crer não pereça, mas tenha a vida eterna.” (João 3:16).

Certa vez Jacó, o patriarca, neto de Abraão, teve um sonho. Isto aconteceu quando ele partiu, ou melhor, quando fugia de seu irmão Esaú, que irado, queria matá-lo. A contenda surgira por causa de direito de primogenitura ou por assim dizer, por causa de herança. Mas, aí é outra história. Voltemos ao sonho, deixando que a própria Bíblia, a Escritura Sagrada, passe o relato correto: “partiu Jacó de Berseba e seguiu para Harã. Tendo chegado a certo lugar, ali passou a noite, pois já era sol-posto; tomou uma das pedras do lugar, fê-la seu travesseiro, e se deitou ali mesmo para dormir. E sonhou: Eis posta na terra uma escada, cujo topo atingia o céu; e os anjos de Deus subiam e desciam por ela. Perto dele estava o Senhor, e lhe disse: Eu sou o Senhor teu Deus, Deus de Abraão, Teu pai, e Deus de Isaque. A terra em que agora estás deitado, eu te darei, a ti e a tua descendência. A tua descendência, será como o pó da terra; estender-te-ás para o Ocidente e para o Oriente, para o Norte, e para o Sul. Em ti e na sua descendência serão abençoadas todas as famílias da terra. Eis que Eu estou contigo, e te guardarei por onde quer que fores, e te farei voltar a esta terra, porque te não desampararei, até cumprir Eu aquilo que te hei referido.

 

Despertando Jacó do seu sono, disse: Na verdade o Senhor está neste lugar, e eu não sabia. E, temendo disse: Quão temível é este lugar! É a casa de Deus, a porta dos céus. Tendo-se levantado Jacó, cedo, de madrugada, tomou a pedra que havia posto por travesseiro, e a erigiu em coluna, sobre cujo topo entornou azeite. E o lugar, cidade que outrora se chamava Luz, deu o nome de Betel. Fez também Jacó um voto, dizendo: Se Deus for comigo, e me guardar nesta jornada que empreendo, e me der pão para comer e roupa para que me vista, de maneira que eu volte em paz para a casa de meu pai, então o Senhor será o meu Deus; e a pedra que erigi por coluna, será a casa de Deus; e de tudo quanto me concederes, certamente eu te darei o dízimo”. Gênesis 28:10-22.

 

Desta maneira singela, o evangelho, as boas novas foram transmitidas com mais amplitude à Jacó. Que lições podemos tirar disso quanto à essência da palavra Religião, ou Religar? Quem é a ponte de ligação? O profeta Isaías, em seu maravilhoso livro inspirado, nos dá uma noção para que possamos entender melhor pontos ou assuntos da Bíblia. Leiamos: “Porque é preceito sobre preceito, preceito e mais preceito; regra sobre regra, regra e mais regra: um pouco aqui um pouco ali.”

 

A resposta sobre a ponte de ligação está em outro lugar; como disse Isaías, “um pouco aqui um pouco ali.” No novo testamento, no evangelho de João 1:43-51, lemos o seguinte: “No dia imediato, resolveu Jesus partir para a Galiléia, e encontrou a Filipe, a quem disse: Segue-me”. Ora Filipe era de Betsaida, cidade de André e de Pedro. Filipe achou a Natanael e disse-lhe: Achamos aquele de quem Moisés escreveu na lei, e a quem se referiram os profetas, Jesus, o nazareno, filho de José. Perguntou-lhe Natanael: De Nazaré pode sair alguma coisa boa? Respondeu-lhe Filipe: Vem e vê. Jesus viu Natanael aproximar-se e disse a seu respeito: Eis um verdadeiro israelita em quem não há dolo! Perguntou-lhe Natanael: Donde me conheces? Respondeu-lhe Jesus: Antes que Filipe te chamasse, eu te vi, quando estavas debaixo da figueira. Respondeu-lhe Natanael: Rabi, tu és o Filho de Deus, tu és rei de Israel. Ao que lhe disse Jesus: Porque te disse: Vi-te debaixo da figueira, crês? coisas maiores do que estas verás. E acrescentou: Em verdade, em verdade vos digo que vereis o céu aberto, e os anjos de Deus subindo e descendo sobre o Filho do homem.

 

“Porque há um só Deus, e um só Mediador entre Deus e os homens, Cristo Jesus, homem” I Timóteo 2:5.

 

“Ele (Jesus) fez uma ponte sobre o golfo feito pelo pecado e ligou a Terra e o Céu. Em Sua natureza humana, Ele manteve a pureza do Seu caráter divino.” YI. 02/06/1898 – (QOD.) pág. 650. (Ellen G. White)

 

Caro leitor, crê você nisso? A mesma afirmação de Jesus para Natanael, Ele lhe faz agora. Jesus Cristo está vivo. Ele morreu na cruz por nós e ressuscitou. Aceite-o pela fé. Ele é a “Ponte” sobre o abismo. Amém.

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Cruz

JUSTIFICAÇÃO E SANTIFICAÇÃO PELA FÉ

Quando por meio de arrependimento e fé aceitamos a Cristo como nosso Salvador, o Senhor perdoa nossos pecados e suspende a punição prescrita para a transgressão da lei. O pecador se encontra, então, diante de Deus como uma pessoa justa; desfruta o favor do Céu, e, por meio do Espírito, tem comunhão com o Pai e o Filho.

Então há ainda outra obra a ser realizada, e esta é de natureza progressiva. A alma deve ser santificada pela verdade. E isto também é realizado pela fé. Pois é somente pela graça de Cristo, a qual recebemos pela fé, que o caráter pode ser transformado. (mais…)

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Reavivamento e Reforma – Um Convite ao Estudo da Parábola das Dez Virgens e Clamor da Meia-Noite

Não é exagero dizer que o tema da “Parábola das Dez Virgens & Clamor da Meia-Noite” é um dos mais essenciais para o adventismo de hoje, bem como um dos temas mais carentes de estudo aprofundado. A presente literatura que está agora ao alcance do leitor, chega a fim de remediar a falta de materiais que se aprofundam na aplicação profética desta parábola. Aplicação esta que tem relação intima com a história do movimento adventista.

Por que seria esse assunto um dos mais essenciais para nossos dias?

Antes de ser respondida esta pergunta, devemos analisar alguns textos da pena de Ellen G. White: (mais…)

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