Reflexoes_2019

Mansos como Seu Divino Mestre

Bem-aventurados os mansos, porque eles herdarão a terra. (Mateus 5:5).

Há, através das bem-aventuranças, uma progressão na experiência cristã. Os que sentiram sua necessidade de Cristo, os que choraram por causa do pecado, e se sentaram com Cristo na escola da aflição, hão de, com o divino Mestre, aprender a ser mansos.

A paciência e a brandura ao sofrer ofensas, não eram características apreciadas pelos pagãos e pelos judeus. A declaração feita por Moisés sob a inspiração do Espírito Santo, de ser ele o homem mais manso que havia sobre a Terra, não teria sido considerada pelo povo de seu tempo como um louvor; teria antes provocado piedade ou desprezo. Mas Cristo coloca a mansidão entre os primeiros atributos necessários para habitar em Seu reino. Em Sua própria vida e caráter revela-se a divina beleza dessa graça preciosa. O Maior Discurso de Cristo, 13-14. (mais…)

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Reflexoes_2019

O Fim é Salvação

Bendito seja o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, o Pai das misericórdias e o Deus de toda a consolação; Que nos consola em toda a nossa tribulação, para que também possamos consolar os que estiverem em alguma tribulação, com a consolação com que nós mesmos somos consolados por Deus. (II Coríntios 1:3-4).

E também para os que choram em provação e dor, existe conforto. A amargura do desgosto e da humilhação é preferível às satisfações do pecado. Por meio da aflição revela-nos Deus os lugares infeccionados em nosso caráter, para que, por Sua graça, possamos vencer nossas faltas. Desconhecidos capítulos que nos dizem respeito são-nos patenteados, e sobrevém a prova, a ver se aceitamos a repreensão e o conselho de Deus. Quando provados, não nos devemos afligir e impacientar. Não nos devemos rebelar, ou buscar fugir à mão de Cristo. Antes humilhar a alma perante Deus. […] Os caminhos do Senhor são de misericórdia, e o fim é salvação. O Desejado de Todas as Nações, 301. (mais…)

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choro

A Consolação dos Tristes

Bem-aventurados os que choram, porque eles serão consolados. (Mateus 5:4).

Por essas palavras Cristo não ensina que o chorar em si mesmo tenha poder para remover a culpa do pecado. Não sanciona a suposta ou voluntária humildade. O choro a que Se refere, não consiste em melancolia e lamentação. Ao passo que nos afligimos por causa do pecado, cumpre-nos regozijar-nos no precioso privilégio de ser filhos de Deus.

Entristecemo-nos muitas vezes, porque nossas más ações nos trazem desagradáveis conseqüências; mas isso não é arrependimento. A verdadeira tristeza pelo pecado é o resultado da operação do Espírito Santo. Este revela a ingratidão da alma que menosprezou e ofendeu o Salvador, levando-nos contritos ao pé da cruz. Por todo pecado é Jesus novamente ferido; e ao olharmos Àquele a quem traspassamos, choramos as transgressões que Lhe trouxeram angústia. Tal pranto levará à renúncia do pecado. (mais…)

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Reflexoes_2019

Humildes de Espírito

Bem-aventurados os pobres de espírito, porque deles é o reino dos céus. (Mateus 5:3).

As primeiras palavras de Cristo ao povo, no monte, foram de bênção. Bem-aventurados, disse, são os que reconhecem sua pobreza espiritual, e sentem sua necessidade de redenção. […]

”Porque assim diz o Alto e Sublime, que habita na eternidade, e cujo nome é santo: Num alto e santo lugar habito, e também com o contrito e abatido de espírito, para vivificar o espírito dos abatidos, e para vivificar o coração dos contritos.” Isa. 57:15. O Desejado de Todas as Nações, 299-300. (mais…)

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A Expectativa dos Judeus

Então, pela virtude do Espírito, voltou Jesus para a Galiléia, e a sua fama correu por todas as terras em derredor. (Lucas 4:14).

Grande era a obra ainda a fazer por esses discípulos antes de se acharem preparados para a sagrada missão que lhes seria confiada quando Jesus houvesse de ascender ao Céu. Todavia eles correspondiam ao amor de Cristo e, conquanto tardios de coração para crer, Jesus via neles aqueles a quem podia educar e disciplinar para Sua grande obra. E agora, que eles haviam estado com Jesus tempo suficiente para, em certa medida, estabelecer sua fé no divino caráter de Sua missão, e o povo também tivera provas de Seu poder, o qual não podiam pôr em dúvida, estava preparado o caminho para uma declaração dos princípios de Seu reino, os quais os ajudariam a compreender sua verdadeira natureza. O Maior Discurso de Cristo, 3-4. (mais…)

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Reflexoes_2019

Palavras Abençoadas

Não tornando mal por mal, ou injúria por injúria; antes, pelo contrário, bendizendo; sabendo que para isto fostes chamados, para que por herança alcanceis a bênção. (I Pedro 3:9).

Um estudo do maravilhoso Sermão do Monte, proferido por Cristo, ensinará ao crente quais devem ser as características daqueles que o Senhor chama de “bem-aventurados”. […]

Agradeço ao Senhor o fato de instruções tão claras serem dadas aos crentes. Se não tivéssemos nenhuma outra instrução além da que está contida nessas poucas palavras, esta seria suficiente para que ninguém ficasse perplexo. Mas temos a Bíblia toda cheia de preciosas instruções. Ninguém precisa ficar em trevas e incerteza. (mais…)

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Reflexoes_2019

Linguagem Simples e Clara

Do homem são as preparações do coração, mas do SENHOR a resposta da língua. (Provérbios 16:1).

Se Cristo tivesse vindo na majestade de um rei, com a pompa que acompanha os grandes homens da Terra, muitos O teriam aceito. Mas Jesus de Nazaré não ofuscou os sentidos com uma exibição de glória externa, a fim de fazer disso a base de Sua reverência. Ele veio como um homem humilde, a fim de ser Mestre e Modelo, bem como Redentor da raça humana. Tivesse Ele incentivado a pompa, e sido seguido por uma comitiva de grandes homens da Terra, como poderia Ele ter ensinado humildade? Como poderia Ele ter apresentado as verdades candentes que ensinou em Seu Sermão da Montanha? Seu exemplo foi tal que Ele deseja ser imitado por Seus seguidores. Onde ficaria a esperança dos humildes desta vida se Ele tivesse vindo em exaltação, e vivido como um rei na Terra? (mais…)

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Reflexoes_2019

Princípios Eternos

E, chegando-se Jesus, falou-lhes, dizendo: É-me dado todo o poder no céu e na terra. Portanto ide, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo; ensinando-os a guardar todas as coisas que eu vos tenho mandado; e eis que eu estou convosco todos os dias, até a consumação dos séculos. Amém. (Mateus 28:18-20).

O Sermão do Monte é um exemplo de como devemos ensinar. Que cuidados Cristo tomou para fazer que os mistérios não mais fossem mistérios, mas verdades claras e singelas! Nada há em Sua instrução que seja vago, difícil de ser entendido.

“Abrindo a boca, os ensinava.” Mateus 5:2. Suas palavras não eram ditas num sussurro, nem eram Suas sentenças ríspidas e desagradáveis. Ele falava com clareza e ênfase, com força solene e convincente. Testemunhos para a Igreja, Vol. 7, 269. (mais…)

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Saudando a Família Humana

E Jesus, vendo a multidão, subiu a um monte, e, assentando-se, aproximaram-se dele os seus discípulos. (Mateus 5:1).

Fora Cristo que, por entre trovões e relâmpagos, proclamara a lei no monte Sinai. A glória de Deus, qual fogo devorador, repousara no cimo do monte, e este tremera ante a presença do Senhor. O povo de Israel, prostrado em terra, havia escutado em temor os sagrados preceitos da lei. Que contraste com a cena sobre o monte das bem-aventuranças! Sob um firmamento estival, sem som algum a quebrar o silêncio senão o cântico dos pássaros, Jesus desenvolveu os princípios de Seu reino. Todavia Aquele, que naquele dia falava ao povo em acentos de amor, estava-lhes desvendando os princípios da lei proclamada no Sinai. O Maior Discurso de Cristo, 45. (mais…)

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A Recompensa do Mordomo Fiel

Eis que venho sem demora; guarda o que tens, para que ninguém tome a tua coroa. (Apocalipse 3:11).

Há uma recompensa para os obreiros sinceros, nada interesseiros que entram neste campo, e também para os que voluntariamente contribuem com seus recursos para a sua manutenção. Todos os que se empenham no trabalho ativo no campo, como os que dão seus meios para sustentar esses obreiros, participarão das alegrias dos fiéis. Todo mordomo fiel dos bens que lhe foram confiados, entrará no gozo do seu Senhor. […] (mais…)

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