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A Natureza sem Pecado de Jesus (Parte 4)

Porque nos convinha tal sumo sacerdote, santo, inocente, imaculado,
separado dos pecadores, e feito mais sublime do que os céus.
Hebreus 7:26.

 

Quando Cristo inclinou a cabeça e morreu, trouxe consigo ao chão as colunas do reino de Satanás. Venceu Satanás na mesma natureza sobre a qual, no Éden, Satanás obtivera vitória. O inimigo foi vencido por Cristo em Sua natureza humana. (Youth’s Instructor, 25 de abril de 1901). Comentário Bíblico, Vol. 5, 1108.

A natureza humana de Cristo era semelhante à nossa, e o sofrimento era mais intensamente sentido por Ele, pois Sua natureza espiritual era livre de toda mácula de pecado. Portanto, Seu desejo para a remoção do sofrimento era mais forte do que o que os seres humanos podem experimentar. (ST, 9 de dezembro de 1897). Idem, 1104.

Seja cuidadoso, extremamente cuidadoso, ao tratar da natureza humana de Cristo. Não O apresente diante das pessoas como um homem com propensões para o pecado. Ele é o segundo Adão. […] Evite toda e qualquer questão relacionada com a humanidade de Cristo que possa ser mal-entendida. A verdade fica muito próxima da trilha da presunção. Ao tratar sobre a humanidade de Cristo, é preciso que esteja muito atento a cada afirmação para que suas palavras não sejam entendidas de maneira diferente, e assim perca a percepção clara da Sua humanidade combinada com a divindade, ou que a deixe empalidecer.

O Seu nascimento foi um milagre de Deus; pois o anjo disse: [Citação de Lucas 1:31-35]. Estas palavras não são aplicadas a nenhum ser humano, exceto o Filho do Deus Infinito. Nunca, de maneira alguma, deixe a mais leve impressão sobre as mentes humanas de que havia uma mancha ou inclinação para a corrupção sobre Cristo, ou que, de alguma maneira, Ele cedeu à corrupção. […] A encarnação de Cristo sempre foi e sempre será um mistério. O que foi revelado, assim o foi para nós e nossos filhos, mas que todos os seres humanos se acautelem quanto a considerar Cristo totalmente, como nós outros, pois isso não pode ser. (Carta 8, 1895). Idem, 1128-1129.