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Jesus Chamava Deus de Pai para nos dar o Exemplo

[Deus falando para Davi acerca da encarnação de Cristo:] Quando teus dias forem completos, e vieres a dormir com teus pais, então farei levantar depois de ti um dentre a tua descendência, o qual sairá das tuas entranhas, e estabelecerei o seu reino. Este edificará uma casa ao meu nome, e confirmarei o trono do seu reino para sempre. Eu lhe serei por pai, e ele me será por filho. II Samuel 7:12-14.

[Deus diz acerca de Cristo:] Ele me chamará, dizendo: Tu és meu pai, meu Deus, e a rocha da minha salvação. Também o farei meu primogênito mais elevado do que os reis da terra. Salmos 89:26-27.

 

            Para fortalecer-nos a confiança em Deus, Cristo nos ensina a dirigirmo-nos a Ele [Deus] por um nome novo, um nome enlaçado com as mais caras relações do coração humano. Concede-nos o privilégio de chamar o infinito Deus de nosso Pai. Este nome dito a Ele ou dEle, é um sinal de nosso amor e confiança para com Ele, e um penhor de Sua consideração e parentesco conosco. Pronunciado ao pedir Seu favor ou bênçãos, soa-Lhe aos ouvidos como música. Para que não julgássemos presunção invocá-Lo por este nome, repetiu-o muitas vezes. Deseja que nos familiarizemos com este trato.

            Deus nos considera filhos Seus. Redimiu-nos do mundo indiferente, e nos escolheu para tornar-nos membros da família real, filhos e filhas do celeste Rei. Parábolas de Jesus, 141-142.

            Tal concepção de Deus não foi jamais dada ao mundo por qualquer religião senão a da Bíblia. O paganismo ensina os homens a olharem para o Ser Supremo como objeto de temor em vez de amor – uma divindade maligna a ser apaziguada por sacrifícios, e não um Pai derramando sobre Seus filhos o dom do Seu amor. Maior Discurso de Cristo, 74.

            Aprendemos, mediante a cruz, que nosso Pai celeste nos ama com infinito amor, e nos atrai a Si com uma compaixão mais anelante que a de uma mãe por seu filho errante. (Review and Herald, 29 de abril de 1902). MM, 1962, Nossa Alta Vocação, 44.

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Jeová Emanuel

Vós sois as minhas testemunhas, diz o SENHOR [Jeová] e meu servo, a quem escolhi; para que o saibais, e me creiais, e entendais que eu sou o mesmo, e que antes de mim deus nenhum se formou, e depois de mim nenhum haverá. Eu, eu sou o SENHOR [Jeová], e fora de mim não há Salvador. Isaías 43:10-11.

O nosso redentor cujo nome é o SENHOR [Jeová] dos Exércitos, é o Santo de Israel. Isaías 47:4.

Seja conhecido de vós todos, e de todo o povo de Israel, que em nome de Jesus Cristo, o Nazareno, aquele a quem vós crucificastes. […] E em nenhum outro há salvação, porque também debaixo do céu nenhum outro nome há, dado entre os homens, pelo qual devamos ser salvos. Atos 4:10-12.

 

            Jeová, o Ser eterno, existente por Si mesmo, incriado, sendo o originador e mantenedor de todas as coisas, é o único que tem direito a reverência e culto supremos. Patriarcas e Profetas, 305.

            Jeová é o fundamento de toda sabedoria, de toda verdade, de todo conhecimento. … Os homens não podem sequer demorar-se nas bordas dessa vasta expansão, e deixar a imaginação voar. Homens finitos não podem sondar as coisas profundas de Deus. (RH, 29 de dezembro de 1896). MM, 1959, Fé pela qual Eu Vivo, 39.

            Jeová é o nome dado a Cristo. [Citação de Isaías 12:2-4; 26:1-4]. Signs of the Times, 3 de maio de 1899.

            As portas celestes tornar-se-ão a erguer, e, com miríades de miríades e milhares de milhares de santos, nosso Salvador sairá como Rei dos reis e Senhor dos senhores. Jeová Emanuel ”será rei sobre toda a Terra; naquele dia, um será o Senhor, e um será o Seu nome”. Zac. 14:9. Maior Discurso de Cristo, 108.

            Jeová Emanuel – Aquele ”em quem estão escondidos todos os tesouros da sabedoria e da ciência”, em quem habita ”corporalmente toda a plenitude da divindade” (Col. 2:3 e 9). Idem, 34-35.

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Em Cristo há Vida Original

Nele estava a vida, e a vida era a luz dos homens. João 1:4.

 

            Jesus declarou: ”Eu sou a ressurreição e a vida.” Em Cristo há vida original, não emprestada, não derivada. ”Quem tem o Filho tem a vida.” I João 5:12. A divindade de Cristo é a certeza de vida eterna para o crente. Desejado de Todas as Nações, 530.

            ”A vida estava nEle e a vida era a luz dos homens.” João 1:4. Não é a vida física que é especificada aí, mas a vida eterna, a vida que é exclusivamente a propriedade de Deus. A Palavra, que estava com Deus, e que era Deus, tinha essa vida. A vida física é algo que cada indivíduo recebeu. Ela não é eterna ou imortal; pois Deus, o Doador da vida, toma-a de volta. (ST, 13 de fevereiro de 1912). Comentário Bíblico, Vol. 5, 1130.

            Quando a voz do anjo foi ouvida, dizendo: “Teu Pai Te chama”, Aquele que disse: “Eu dou a Minha vida para a reassumir”; “Destruí este santuário, e em três dias o reconstruirei”, saiu da sepultura para a vida que estava em Si mesmo. A divindade não morreu. A humanidade morreu, mas Cristo agora proclama sobre sepulcro aberto de José: “Eu sou a ressureição e a vida.” Em Sua divindade, Cristo possuía o poder de quebrar as algemas da morte. Ele declara que tem vida em si mesmo para vivificar a quem quer.

“Eu sou a ressureição e a vida.” Esta linguagem só pode ser usado pela Divindade. Todos os seres criados vivem pela vontade e pelo poder de Deus. […] Somente Aquele que possui, Ele só, a imortalidade, que habita na luz e na vida, poderia dizer [com respeito a Sua vida]: “Tenho autoridade para a entregar e também para reavê-la.” Todos os seres humanos em nosso mundo extraem vida dEle. Ele é o manancial, a fonte da vida. (Man. 131, 1897). Idem, 1113.    

            Houve uma explosão de triunfo, pois a família celestial estava esperando recepcioná-Lo; e o poderoso anjo, seguido do exército do Céu, prostrou-se diante dEle em adoração enquanto Ele, o Rei do Céu, proclamava sobre o partido sepulcro de José: ”Eu sou a ressurreição e a vida.” João 11:25. (Youth’s Instructor, 26/07/1898). MM, 2005, Filhos e Filhas de Deus, 237.

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Jesus é Existente por Si Mesmo

Eis que eu envio um anjo diante de ti, para que te guarde pelo caminho, e te leve ao lugar que te tenho preparado. Guarda-te diante dele, e ouve a sua voz, e não o provoques à ira; porque não perdoará a vossa rebeldia; porque o meu nome está nele. Êxodo 23:20-21. (Ver também: Êxodo 3:2-4; Atos 7:30-32).

Disse-lhes Jesus: Em verdade, em verdade vos digo que antes que Abraão existisse, Eu Sou. João 8:58.

 

               Deus sempre existiu. Ele é o grande EU SOU. […] É infinito e onipresente. Nenhuma palavra nossa pode descrever a Sua grandeza e majestade. (Man. 132, 1902). Medicina e Salvação, 92.

               Toda a comunhão entre o Céu e a raça decaída tem sido por meio de Cristo. Patriarcas e Profetas, 366.

            Foi Cristo que, do monte Horebe, falou a Moisés, dizendo: ”EU SOU O QUE SOU…. Assim dirás aos filhos de Israel: EU SOU me enviou a vós.” Êxo. 3:14. Desejado de Todas as Nações, 24.

            Havia sido Ele [Cristo], na qualidade de Anjo do concerto, quem Se revelara aos patriarcas em outras eras. Moisés estremeceu, enchendo-se de terror quando o Senhor o chamou pelo nome. (ST, 26 de fevereiro de 1880). Verdade Sobre os Anjos, 90.

            O Filho de Deus partilhava do trono do Pai, e a glória do Ser eterno, existente por Si mesmo, rodeava a ambos. Patriarcas e Profetas, 36.

            Com solene dignidade, respondeu Jesus: ”Em verdade, em verdade vos digo que antes que Abraão existisse Eu Sou.” João 8:58. Fez-se silêncio na vasta assembléia. O nome de Deus, dado a Moisés para exprimir a idéia da presença eterna, fora reclamado como Seu pelo Rabi da Galiléia. Declarara-Se Aquele que tem existência própria, Aquele que fora prometido a Israel, ”cujas saídas são desde os tempos antigos, desde os dias da eternidade”. Miq. 5:2. Desejado de Todas as Nações, 469-470.

            Cristo é o Filho de Deus, preexistente, existente por Si mesmo. … Falando de Sua preexistência, Cristo conduz a mente através de séculos incontáveis. Afirma-nos que nunca houve tempo em que Ele não estivesse em íntima comunhão com o eterno Deus. Aquele cuja voz os judeus estavam então ouvindo estivera com Deus como Alguém que vivera sempre com Ele. (Signs of the Times, 29 de agosto de 1900). Evangelismo, 615.

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Cristo – o Eterno Soberano do Céu

E no manto e na sua coxa tem escrito este nome: Rei dos reis, e Senhor dos senhores. Apocalipse 19:16.

 

            Lúcifer estava invejoso e enciumado de Jesus Cristo. Todavia, quando todos os anjos se curvaram ante Jesus reconhecendo Sua supremacia e alta autoridade e direito de governar, ele curvou-se com eles, mas seu coração estava cheio de inveja e rancor. História da Redenção, 14.

            [Lúcifer] Começou a insinuar dúvidas com respeito às leis que governavam os seres celestiais, dando a entender que, conquanto pudessem as leis ser necessárias para os habitantes dos mundos, não necessitavam de tais restrições os anjos, mais elevados por natureza, pois que sua sabedoria era um guia suficiente. Não eram eles seres que pudessem acarretar desonra a Deus; todos os seus pensamentos eram santos; não havia para eles maior possibilidade de errar do que para o próprio Deus. A exaltação do Filho de Deus à igualdade com o Pai, foi representada como sendo uma injustiça a Lúcifer, o qual, pretendia-se, tinha também direito à reverência e à honra. Se este príncipe dos anjos pudesse tão-somente alcançar a sua verdadeira e elevada posição, grande bem resultaria para todo o exército do Céu; pois era seu objetivo conseguir liberdade para todos. Agora, porém, mesmo a liberdade que eles até ali haviam desfrutado, tinha chegado a seu fim; pois lhes havia sido designado um Governador absoluto, e todos deveriam prestar homenagem à Sua autoridade. Tais foram os erros sutis que por meio dos ardis de Lúcifer estavam a propagar-se rapidamente nos lugares celestiais.

               Não tinha havido mudança alguma na posição ou autoridade de Cristo. A inveja e falsa representação de Lúcifer, bem como sua pretensão à igualdade com Cristo, tornaram necessária uma declaração a respeito da verdadeira posição do Filho de Deus; mas esta havia sido a mesma desde o princípio. Patriarcas e Profetas, 37-38.                              

            Cristo era reconhecido como o soberano do Céu; Seu poder e autoridade eram os mesmos de Deus. Lúcifer pensou em si mesmo como o favorito entre os anjos no Céu. Tinha sido grandemente exaltado, mas isto não despertou nele louvor e gratidão ao seu Criador. Aspirava à altura do próprio Deus. História da Redenção, 14.

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A Plenitude da Divindade de Jesus

Porque nele habita corporalmente toda a plenitude da divindade. Colossenses 2:9.

E tu, Belém Efrata, posto que pequena entre os milhares de Judá, de ti me sairá o que governará em Israel, e cujas saídas são desde os tempos antigos, desde os dias da eternidade. Miquéias 5:2.

 

            Mensagens portadoras de credencias divinas foram enviadas ao povo de Deus. A glória, a majestade, a justiça de Cristo, cheias de bondade e verdade, se apresentaram. A plenitude da Divindade em Jesus Cristo foi apresentada entre nós com beleza e encanto para atrair todos aqueles cujo coração não está cerrado por preconceito. Sabemos que Deus operou entre nós. Review and Herald, 27 de março de 1890.

            Há luz e glória na verdade de que Cristo era um com o Pai antes de terem sido lançados os fundamentos do mundo. Esta é a luz que brilhava em lugar escuro, fazendo-o resplender com a divina glória original. Esta verdade, infinitamente misteriosa em si, explica outros mistérios e verdades de outro modo inexplicáveis, ao mesmo tempo que se reveste de luz inacessível e incompreensível. (RH, 5 de abril de 1906). Mensagens Escolhidas, Vol. 1, 248.

            Por mais que um pastor ame a suas ovelhas, ama ainda mais a seus próprios filhos e filhas. Jesus não é somente nosso pastor; é nosso ”eterno Pai”. Desejado de Todas as Nações,  483.

            Antes de serem criados homens ou anjos, a Palavra [ou Verbo] estava com Deus, e era Deus.

               O mundo foi feito por Ele, ”e sem Ele nada do que foi feito se fez”. João 1:3. Se Cristo fez todas as coisas, existiu Ele antes de todas as coisas. As palavras faladas com respeito a isso são tão positivas que ninguém precisa deixar-se ficar em dúvida. Cristo era, essencialmente e no mais alto sentido, Deus. Estava Ele com Deus desde toda a eternidade, Deus sobre todos, bendito para todo o sempre. (RH, 5 de abril de 1906). Mensagens Escolhidas, Vol. 1, 247.

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Cristo Conservará a Sua Natureza humana para Sempre

 Porventura pode uma mulher esquecer-se tanto de seu filho que cria, que não se compadeça dele, do filho do seu ventre? Mas ainda que esta se esquecesse dele, contudo eu não me esquecerei de ti. Eis que nas palmas das minhas mãos eu te gravei. Isaías 49:15-16.

 

            Cristo era Deus manifestado na carne, o mistério oculto dos séculos, e nossa aceitação ou rejeição do Salvador envolvem interesses eternos. (RH, 17 de novembro de 1891). Fundamentos da Educação Cristã, 179.

            Pela Sua vida e morte, Cristo operou ainda mais do que a restauração da ruína produzida pelo pecado. Era o intuito de Satanás causar entre o homem e Deus uma eterna separação; em Cristo, porém, chegamos a ficar em mais íntima união com Ele do que se nunca houvéssemos pecado. Ao tomar a nossa natureza, o Salvador ligou-Se à humanidade por um laço que jamais se partirá. Ele nos estará ligado por toda a eternidade. ”Deus amou o mundo de tal maneira que deu o Seu Filho unigênito.” João 3:16. Não O deu somente para levar os nossos pecados e morrer em sacrifício por nós; deu-O à raça caída. Para nos assegurar Seu imutável conselho de paz, Deus deu Seu Filho unigênito a fim de que Se tornasse membro da família humana, retendo para sempre Sua natureza humana. Esse é o penhor de que Deus cumprirá Sua palavra.

            ”Um Menino nos nasceu, um Filho se nos deu; e o principado está sobre os Seus ombros.” Isa. 9:6. Deus adotou a natureza humana na pessoa de Seu Filho, levando a mesma ao mais alto Céu. É o ”Filho do homem”, que partilha do trono do Universo. É o ”Filho do homem”, cujo nome será ”Maravilhoso Conselheiro, Deus Forte, Pai da eternidade, Príncipe da paz”. Isa. 9:6. O EU SOU é o Árbitro entre Deus e a humanidade, pondo a mão sobre ambos. Aquele que é ”santo, inocente, imaculado, separado dos pecadores” (Heb. 7:26), ”não Se envergonha de nos chamar irmãos”. Heb 2:11. Em Cristo se acham ligadas a família da Terra e a do Céu. Cristo glorificado é nosso irmão. O Céu Se acha abrigado na humanidade, e esta envolvida no seio do Infinito Amor. Desejado de Todas as Nações, 25-26.

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Modelo Lição de Crianças 48 Págs

Os Libertadores de Israel

 48 Págs

Nesta lição você conhecerá várias histórias relatadas na Bíblia no livro de Juízes. Conta-se sobre várias pessoas que procuraram libertar Israel da opressão de seus inimigos. Você conhecerá a corajosa profeta Débora; o humilde Gideão; o forte Sansão que não tinha domínio próprio; Ana e Samuel e muito mais.

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Os Libertadores de Israel

Esta lição foi especialmente adaptada para a compreensão dos pequenos alunos da Escola Sabatina.

 

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Lição: Biografias Bíblicas

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Clique aqui para baixar – Biografias Bíblicas 

A lição de Escola Sabatina “Biografias Bíblicas – Histórias do Antigo Testamento”,
publicada para o 2º semestre (julho-dezembro) de 2021, nos traz os seguintes temas:

  • O Patriarca Jó e as Provações
  • Ensinamentos de Jesus sobre o Sofrimento
  • Os Irmãos de Jesus
  • A Profetisa Débora
  • Raabe e a sua Fé Ativa
  • Rute – Alcançada pela Graça
  • Abigail – Coragem e Brandura
  • A Verdadeira Feminilidade
  • O Reino Dividido
  • Roboão – A Inconstância no Poder
  • Jeroboão – A Fraqueza no Poder
  • Jonas – O Profeta Relutante
  • O Arrependimento dos Ninivitas
  • Missão pelas Cidades do Mundo
  • Os Profetas Oséias e Amós
  • A Jovem Ester
  • A Providência Divina
  • O Chamado para a Obra
  • O Livramento do Povo de Deus

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O Nosso Irmão Mais Velho

Porque convinha que aquele, para quem são todas as coisas, e mediante quem tudo existe, trazendo muitos filhos à glória, consagrasse pelas aflições o príncipe da salvação deles. Porque, assim o que santifica, como os que são santificados, são todos de um; por cuja causa não se envergonha de lhes chamar irmãos. Hebreus 2:10-11.

Porque os que dantes conheceu também os predestinou para serem conformes à imagem de seu Filho, a fim de que ele seja o primogênito entre muitos irmãos. Romanos 8:29.

 

               Jesus cuida de cada um como se não houvesse outra criatura na face da Terra. Como Divindade, exerce forte poder em nosso favor, ao passo que, como nosso Irmão mais velho, sente todas as nossas tristezas. Testemunhos para a Igreja, Vol. 5, 346. [II TSM 115].

            Deus nos deixa enfrentar na Terra as tempestades e conflitos a fim de aperfeiçoarmos o caráter cristão, de nos relacionarmos mais intimamente com Deus, nosso Pai, e com Cristo, nosso Irmão mais velho; e fazermos obra para o Mestre, ganhando para Ele muitas almas, de modo que, com coração alegre, possamos ouvir as palavras: ”Bem está, servo bom e fiel… entra no gozo do teu Senhor.” Mat. 25:21. (Review and Herald, 25 de outubro de 1881). Serviço Cristão, 275.

            Não nos esforçaremos para fazer o melhor uso possível de nossa capacidade no pouco tempo que ainda nos resta para viver neste mundo, acrescentando uma graça a outra, e uma capacidade a outra, mostrando que, nos lugares celestiais, temos acesso a uma fonte de poder? Cristo disse: ”É-Me dado todo o poder no Céu e na Terra.” Mat. 28:18. Para que Lhe é dado o poder? – Para nós. Ele quer que compreendamos que voltou para o Céu como nosso Irmão mais velho, e que o poder ilimitado que Lhe é dado está à nossa disposição. Testemunhos para a Igreja, Vol. 9, 186. [III TSM 384].

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