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O TÍTULO FILHO DE DEUS PARA CRISTO

(Apêndice da “Reflexões Semanais 2021: Divindade Triúna”).

A Bíblia Sagrada, em Lucas 1:35, deixa evidente que Cristo seria chamado Filho de Deus a partir de Sua encarnação (“O Santo, que de ti há de nascer, será chamado Filho de Deus”). Em II Samuel 7:12-14 nas palavras de Deus para Davi, é deixado ainda mais notório que esta relação de Pai e Filho, literalmente, seria apenas quando Cristo se tornasse um homem da descendência de Davi. A afirmação de Deus acerca do Messias, o prometido Salvador (“Eu lhe serei por pai, e ele me será por filho”), é clara o suficiente.

O relacionamento que Deus queria ter conosco, Ele primeiramente demonstrou através de Cristo. Um relacionamento tão íntimo como de um pai para com seus filhos (Ver PJ 141-142 e DTN 113). Seu amor e cuidado por nós, é representado como o de um pai pelo filho, como o de um marido pela sua esposa (Efésios 5:25), e também como o de uma mãe pelo filho (Isaías 49:15).

Cristo sempre esteve unido com Deus Pai, e não foi diferente quando se tornou homem, pois, esteve ligado com Deus durante toda a Sua vida na Terra. Não lhe era necessário o batismo, mas se batizou para nos dar o exemplo. Quanto a nós, é necessário o novo nascimento representado pelo batismo para sermos ligados com Deus. A queda de Adão rompeu nosso ligação com o Criador. Jesus é a ponte sobre o abismo do pecado que nos liga a Deus. Ele é o mediador que torna possível sermos filhos de Deus. Mas, em tudo isso, Ele primeiro nos deu o exemplo, nos abrindo o caminho desta grande salvação, sendo Ele mesmo um filho de Deus como nós; um homem ligado ao Criador. Assim, o que foi dito para Cristo em II Samuel 7:14: “Eu lhe serei por pai, e ele me será por filho”, agora é declarado a nós: “Quem vencer, herdará todas as coisas; e eu serei seu Deus, e ele será meu filho”. Apocalipse 21:7.

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Maria e sua Crença no Salvador

 E Simeão os abençoou, e disse a Maria, sua mãe: Eis que este é posto para queda e elevação de muitos em Israel, e para sinal que é contraditado (E uma espada traspassará também a tua própria alma); para que se manifestem os pensamentos de muitos corações. Lucas 2:34-35.

 

            Haveria um casamento em Caná da Galiléia. Os noivos eram parentes de José e Maria. Cristo sabia dessa reunião de família, e sabia que muitas pessoas influentes estariam ali; portanto, em companhia de Seus discípulos recém-agregados, dirigiu-Se a Caná. Logo que se soube que Jesus havia vindo para aquele lugar, foi enviado um convite especial para Ele e para os discípulos. Isso estava dentro de Seu propósito; portanto, Ele brindou a festa com sua presença.

            Ele estava separado de sua mãe já por um tempo considerável. Durante esse período, havia sido batizado por João e enfrentado as tentações no deserto. Havia chegado até Maria rumores a respeito de seu filho e de Seus sofrimentos. João, um dos novos discípulos, havia procurado Cristo e O havia encontrado em Sua humilhação, emaciado e com sinais de grande angústia física e mental. Jesus, não desejando que João testemunhasse Sua humilhação, havia de maneira gentil, mas firme, despedido-o de Sua presença. Ele desejava ficar sozinho; nenhum olho humano devia contemplar-Lhe a agonia, nenhum coração humano, simpatizar com Sua aflição.

            O discípulo havia procurado Maria em sua casa e relatado a ela os incidentes desse encontro com Jesus, bem como o evento de Seu batismo, quando a voz de Deus tinha sido ouvida em reconhecimento de Seu Filho, e o fato de que o profeta João havia apontado para Cristo, dizendo: “Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.” Durante trinta anos esta mulher havia entesourado evidências de que Jesus era o Filho de Deus, o prometido Salvador do mundo. José estava morto, e ela não tinha ninguém a quem confidenciar os pensamentos secretos de seu coração. Ela havia flutuado entre a esperança e as dúvidas que a deixavam perplexa, mas sempre sentindo, em maior ou menor grau, uma certeza de que seu filho era de fato o Salvador prometido. (Spirit of Prophecy, Vol. 2, págs. 99-100). Comentário Bíblico, Vol. 5, 1132.

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Meu Filho Amado

E, respondendo o anjo, disse-lhe: Descerá sobre ti o Espírito Santo, e a virtude do Altíssimo te cobrirá com a sua sombra; por isso também o Santo, que de ti há de nascer, será chamado Filho de Deus. Lucas 1:35.

E sucederá que no lugar em que lhes foi dito: Vós não sois meu povo; Aí serão chamados filhos do Deus vivo. Romanos 9:26.

 

            E as palavras dirigidas a Jesus no Jordão: ”Este é o Meu Filho amado, em quem Me comprazo”, abrangem a humanidade. Deus falou a Jesus como nosso representante. Com todos os nossos pecados e fraquezas, não somos rejeitados como indignos. Deus ”nos fez agradáveis a Si no Amado”. Efés. 1:6. A glória que repousou sobre Cristo é um penhor do amor de Deus para conosco. Indica-nos o poder da oração – como a voz humana pode chegar aos ouvidos de Deus, e nossas petições podem achar aceitação nas cortes celestiais. Em razão do pecado, a Terra foi separada do Céu e alienada de sua comunhão; mas Jesus a ligou novamente com a esfera da glória. Seu amor circundou o homem e atingiu o mais alto Céu. A luz que se projetou das portas abertas sobre a cabeça de nosso Salvador, incidirá sobre nós ao pedirmos auxílio para resistir à tentação. A voz que falou a Cristo, diz a todo crente: ”Este é Meu Filho amado, em quem Me comprazo”.

            ”Amados, agora somos filhos de Deus, e ainda não é manifestado o que havemos de ser. Mas sabemos que, quando Ele Se manifestar, seremos semelhantes a Ele”. I João 3:2. Nosso Redentor abriu o caminho, de maneira que o mais pecador, necessitado, opresso e desprezado pode achar acesso ao Pai. Todos podem ter um lar nas mansões que Jesus foi preparar. ”Isto diz o que é santo, o que é verdadeiro, o que tem a chave de Davi; o que abre e ninguém fecha; e fecha e ninguém abre; … eis que diante de ti tenho posto uma porta aberta, e ninguém a pode fechar”. Apoc. 3:7 e 8. Desejado de Todas as Nações, 113.

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O Batismo de Jesus

E João testificou, dizendo: Eu vi o Espírito descer do céu como pomba, e repousar sobre ele. E eu não o conhecia, mas o que me mandou a batizar com água, esse me disse: Sobre aquele que vires descer o Espírito, e sobre ele repousar, esse é o que batiza com o Espírito Santo. João 1:32-33.

 

            A vida de Cristo fora tão isolada em Nazaré que o mundo não O conheceu como o Filho de Deus – seu Redentor. Ele apenas era considerado o filho de José e Maria. Sua vida na infância e na juventude foi notável. […]

            O Senhor revelara a João que Jesus estaria entre os candidatos que receberiam o batismo pelas mãos dele, e que lhe daria um sinal especial pelo qual poderia conhecer o Cordeiro de Deus e chamar a atenção do povo para Ele como o Messias esperado por muito tempo.

            João ouvira falar do caráter sem pecado e da imaculada pureza da vida de Cristo e que Ele afirmava ser o Filho de Deus. Fora informado de Suas sábias perguntas e respostas no Templo, que surpreenderam os sisudos doutores. Escutara o relato de o Jovem galileu silenciando os doutores com o Seu profundo raciocínio. E achou que Este devia ser o Filho de Deus, o Messias prometido.

            Logo que o penetrante olhar de João incidiu sobre Jesus, seu espírito experimentou a mais profunda emoção. Sabia que Ele não era como qualquer outro homem que recebera o rito por seu intermédio. Tinha fortes convicções de que Este era o Cristo sobre quem escreveram Moisés e os profetas. Seu coração voltou-se para Cristo com tão intenso amor e reverência que nunca sentira antes. A própria atmosfera de Sua presença era santa e infundia temor respeitoso. … Seu coração nunca experimentara tais emoções como as que sentiu na presença de Cristo. …

            Cristo viera receber o batismo, mas não com confissão de pecados para arrependimento, pois era isento da mancha do pecado. … Mediante a perfeição do Seu caráter Ele foi aceito pelo Pai como mediador pelo homem pecaminoso. … O Capitão de nossa salvação foi aperfeiçoado pelo sofrimento, sendo assim habilitado a ajudar o homem caído precisamente onde ele necessitava de auxílio. (Youth’s Instructor, janeiro de 1874). MM, 1992, Exaltai-O, 33.

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Jesus Chamava Deus de Pai para nos dar o Exemplo

[Deus falando para Davi acerca da encarnação de Cristo:] Quando teus dias forem completos, e vieres a dormir com teus pais, então farei levantar depois de ti um dentre a tua descendência, o qual sairá das tuas entranhas, e estabelecerei o seu reino. Este edificará uma casa ao meu nome, e confirmarei o trono do seu reino para sempre. Eu lhe serei por pai, e ele me será por filho. II Samuel 7:12-14.

[Deus diz acerca de Cristo:] Ele me chamará, dizendo: Tu és meu pai, meu Deus, e a rocha da minha salvação. Também o farei meu primogênito mais elevado do que os reis da terra. Salmos 89:26-27.

 

            Para fortalecer-nos a confiança em Deus, Cristo nos ensina a dirigirmo-nos a Ele [Deus] por um nome novo, um nome enlaçado com as mais caras relações do coração humano. Concede-nos o privilégio de chamar o infinito Deus de nosso Pai. Este nome dito a Ele ou dEle, é um sinal de nosso amor e confiança para com Ele, e um penhor de Sua consideração e parentesco conosco. Pronunciado ao pedir Seu favor ou bênçãos, soa-Lhe aos ouvidos como música. Para que não julgássemos presunção invocá-Lo por este nome, repetiu-o muitas vezes. Deseja que nos familiarizemos com este trato.

            Deus nos considera filhos Seus. Redimiu-nos do mundo indiferente, e nos escolheu para tornar-nos membros da família real, filhos e filhas do celeste Rei. Parábolas de Jesus, 141-142.

            Tal concepção de Deus não foi jamais dada ao mundo por qualquer religião senão a da Bíblia. O paganismo ensina os homens a olharem para o Ser Supremo como objeto de temor em vez de amor – uma divindade maligna a ser apaziguada por sacrifícios, e não um Pai derramando sobre Seus filhos o dom do Seu amor. Maior Discurso de Cristo, 74.

            Aprendemos, mediante a cruz, que nosso Pai celeste nos ama com infinito amor, e nos atrai a Si com uma compaixão mais anelante que a de uma mãe por seu filho errante. (Review and Herald, 29 de abril de 1902). MM, 1962, Nossa Alta Vocação, 44.

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Jeová Emanuel

Vós sois as minhas testemunhas, diz o SENHOR [Jeová] e meu servo, a quem escolhi; para que o saibais, e me creiais, e entendais que eu sou o mesmo, e que antes de mim deus nenhum se formou, e depois de mim nenhum haverá. Eu, eu sou o SENHOR [Jeová], e fora de mim não há Salvador. Isaías 43:10-11.

O nosso redentor cujo nome é o SENHOR [Jeová] dos Exércitos, é o Santo de Israel. Isaías 47:4.

Seja conhecido de vós todos, e de todo o povo de Israel, que em nome de Jesus Cristo, o Nazareno, aquele a quem vós crucificastes. […] E em nenhum outro há salvação, porque também debaixo do céu nenhum outro nome há, dado entre os homens, pelo qual devamos ser salvos. Atos 4:10-12.

 

            Jeová, o Ser eterno, existente por Si mesmo, incriado, sendo o originador e mantenedor de todas as coisas, é o único que tem direito a reverência e culto supremos. Patriarcas e Profetas, 305.

            Jeová é o fundamento de toda sabedoria, de toda verdade, de todo conhecimento. … Os homens não podem sequer demorar-se nas bordas dessa vasta expansão, e deixar a imaginação voar. Homens finitos não podem sondar as coisas profundas de Deus. (RH, 29 de dezembro de 1896). MM, 1959, Fé pela qual Eu Vivo, 39.

            Jeová é o nome dado a Cristo. [Citação de Isaías 12:2-4; 26:1-4]. Signs of the Times, 3 de maio de 1899.

            As portas celestes tornar-se-ão a erguer, e, com miríades de miríades e milhares de milhares de santos, nosso Salvador sairá como Rei dos reis e Senhor dos senhores. Jeová Emanuel ”será rei sobre toda a Terra; naquele dia, um será o Senhor, e um será o Seu nome”. Zac. 14:9. Maior Discurso de Cristo, 108.

            Jeová Emanuel – Aquele ”em quem estão escondidos todos os tesouros da sabedoria e da ciência”, em quem habita ”corporalmente toda a plenitude da divindade” (Col. 2:3 e 9). Idem, 34-35.

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Em Cristo há Vida Original

Nele estava a vida, e a vida era a luz dos homens. João 1:4.

 

            Jesus declarou: ”Eu sou a ressurreição e a vida.” Em Cristo há vida original, não emprestada, não derivada. ”Quem tem o Filho tem a vida.” I João 5:12. A divindade de Cristo é a certeza de vida eterna para o crente. Desejado de Todas as Nações, 530.

            ”A vida estava nEle e a vida era a luz dos homens.” João 1:4. Não é a vida física que é especificada aí, mas a vida eterna, a vida que é exclusivamente a propriedade de Deus. A Palavra, que estava com Deus, e que era Deus, tinha essa vida. A vida física é algo que cada indivíduo recebeu. Ela não é eterna ou imortal; pois Deus, o Doador da vida, toma-a de volta. (ST, 13 de fevereiro de 1912). Comentário Bíblico, Vol. 5, 1130.

            Quando a voz do anjo foi ouvida, dizendo: “Teu Pai Te chama”, Aquele que disse: “Eu dou a Minha vida para a reassumir”; “Destruí este santuário, e em três dias o reconstruirei”, saiu da sepultura para a vida que estava em Si mesmo. A divindade não morreu. A humanidade morreu, mas Cristo agora proclama sobre sepulcro aberto de José: “Eu sou a ressureição e a vida.” Em Sua divindade, Cristo possuía o poder de quebrar as algemas da morte. Ele declara que tem vida em si mesmo para vivificar a quem quer.

“Eu sou a ressureição e a vida.” Esta linguagem só pode ser usado pela Divindade. Todos os seres criados vivem pela vontade e pelo poder de Deus. […] Somente Aquele que possui, Ele só, a imortalidade, que habita na luz e na vida, poderia dizer [com respeito a Sua vida]: “Tenho autoridade para a entregar e também para reavê-la.” Todos os seres humanos em nosso mundo extraem vida dEle. Ele é o manancial, a fonte da vida. (Man. 131, 1897). Idem, 1113.    

            Houve uma explosão de triunfo, pois a família celestial estava esperando recepcioná-Lo; e o poderoso anjo, seguido do exército do Céu, prostrou-se diante dEle em adoração enquanto Ele, o Rei do Céu, proclamava sobre o partido sepulcro de José: ”Eu sou a ressurreição e a vida.” João 11:25. (Youth’s Instructor, 26/07/1898). MM, 2005, Filhos e Filhas de Deus, 237.

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Jesus é Existente por Si Mesmo

Eis que eu envio um anjo diante de ti, para que te guarde pelo caminho, e te leve ao lugar que te tenho preparado. Guarda-te diante dele, e ouve a sua voz, e não o provoques à ira; porque não perdoará a vossa rebeldia; porque o meu nome está nele. Êxodo 23:20-21. (Ver também: Êxodo 3:2-4; Atos 7:30-32).

Disse-lhes Jesus: Em verdade, em verdade vos digo que antes que Abraão existisse, Eu Sou. João 8:58.

 

               Deus sempre existiu. Ele é o grande EU SOU. […] É infinito e onipresente. Nenhuma palavra nossa pode descrever a Sua grandeza e majestade. (Man. 132, 1902). Medicina e Salvação, 92.

               Toda a comunhão entre o Céu e a raça decaída tem sido por meio de Cristo. Patriarcas e Profetas, 366.

            Foi Cristo que, do monte Horebe, falou a Moisés, dizendo: ”EU SOU O QUE SOU…. Assim dirás aos filhos de Israel: EU SOU me enviou a vós.” Êxo. 3:14. Desejado de Todas as Nações, 24.

            Havia sido Ele [Cristo], na qualidade de Anjo do concerto, quem Se revelara aos patriarcas em outras eras. Moisés estremeceu, enchendo-se de terror quando o Senhor o chamou pelo nome. (ST, 26 de fevereiro de 1880). Verdade Sobre os Anjos, 90.

            O Filho de Deus partilhava do trono do Pai, e a glória do Ser eterno, existente por Si mesmo, rodeava a ambos. Patriarcas e Profetas, 36.

            Com solene dignidade, respondeu Jesus: ”Em verdade, em verdade vos digo que antes que Abraão existisse Eu Sou.” João 8:58. Fez-se silêncio na vasta assembléia. O nome de Deus, dado a Moisés para exprimir a idéia da presença eterna, fora reclamado como Seu pelo Rabi da Galiléia. Declarara-Se Aquele que tem existência própria, Aquele que fora prometido a Israel, ”cujas saídas são desde os tempos antigos, desde os dias da eternidade”. Miq. 5:2. Desejado de Todas as Nações, 469-470.

            Cristo é o Filho de Deus, preexistente, existente por Si mesmo. … Falando de Sua preexistência, Cristo conduz a mente através de séculos incontáveis. Afirma-nos que nunca houve tempo em que Ele não estivesse em íntima comunhão com o eterno Deus. Aquele cuja voz os judeus estavam então ouvindo estivera com Deus como Alguém que vivera sempre com Ele. (Signs of the Times, 29 de agosto de 1900). Evangelismo, 615.

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Cristo – o Eterno Soberano do Céu

E no manto e na sua coxa tem escrito este nome: Rei dos reis, e Senhor dos senhores. Apocalipse 19:16.

 

            Lúcifer estava invejoso e enciumado de Jesus Cristo. Todavia, quando todos os anjos se curvaram ante Jesus reconhecendo Sua supremacia e alta autoridade e direito de governar, ele curvou-se com eles, mas seu coração estava cheio de inveja e rancor. História da Redenção, 14.

            [Lúcifer] Começou a insinuar dúvidas com respeito às leis que governavam os seres celestiais, dando a entender que, conquanto pudessem as leis ser necessárias para os habitantes dos mundos, não necessitavam de tais restrições os anjos, mais elevados por natureza, pois que sua sabedoria era um guia suficiente. Não eram eles seres que pudessem acarretar desonra a Deus; todos os seus pensamentos eram santos; não havia para eles maior possibilidade de errar do que para o próprio Deus. A exaltação do Filho de Deus à igualdade com o Pai, foi representada como sendo uma injustiça a Lúcifer, o qual, pretendia-se, tinha também direito à reverência e à honra. Se este príncipe dos anjos pudesse tão-somente alcançar a sua verdadeira e elevada posição, grande bem resultaria para todo o exército do Céu; pois era seu objetivo conseguir liberdade para todos. Agora, porém, mesmo a liberdade que eles até ali haviam desfrutado, tinha chegado a seu fim; pois lhes havia sido designado um Governador absoluto, e todos deveriam prestar homenagem à Sua autoridade. Tais foram os erros sutis que por meio dos ardis de Lúcifer estavam a propagar-se rapidamente nos lugares celestiais.

               Não tinha havido mudança alguma na posição ou autoridade de Cristo. A inveja e falsa representação de Lúcifer, bem como sua pretensão à igualdade com Cristo, tornaram necessária uma declaração a respeito da verdadeira posição do Filho de Deus; mas esta havia sido a mesma desde o princípio. Patriarcas e Profetas, 37-38.                              

            Cristo era reconhecido como o soberano do Céu; Seu poder e autoridade eram os mesmos de Deus. Lúcifer pensou em si mesmo como o favorito entre os anjos no Céu. Tinha sido grandemente exaltado, mas isto não despertou nele louvor e gratidão ao seu Criador. Aspirava à altura do próprio Deus. História da Redenção, 14.

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A Plenitude da Divindade de Jesus

Porque nele habita corporalmente toda a plenitude da divindade. Colossenses 2:9.

E tu, Belém Efrata, posto que pequena entre os milhares de Judá, de ti me sairá o que governará em Israel, e cujas saídas são desde os tempos antigos, desde os dias da eternidade. Miquéias 5:2.

 

            Mensagens portadoras de credencias divinas foram enviadas ao povo de Deus. A glória, a majestade, a justiça de Cristo, cheias de bondade e verdade, se apresentaram. A plenitude da Divindade em Jesus Cristo foi apresentada entre nós com beleza e encanto para atrair todos aqueles cujo coração não está cerrado por preconceito. Sabemos que Deus operou entre nós. Review and Herald, 27 de março de 1890.

            Há luz e glória na verdade de que Cristo era um com o Pai antes de terem sido lançados os fundamentos do mundo. Esta é a luz que brilhava em lugar escuro, fazendo-o resplender com a divina glória original. Esta verdade, infinitamente misteriosa em si, explica outros mistérios e verdades de outro modo inexplicáveis, ao mesmo tempo que se reveste de luz inacessível e incompreensível. (RH, 5 de abril de 1906). Mensagens Escolhidas, Vol. 1, 248.

            Por mais que um pastor ame a suas ovelhas, ama ainda mais a seus próprios filhos e filhas. Jesus não é somente nosso pastor; é nosso ”eterno Pai”. Desejado de Todas as Nações,  483.

            Antes de serem criados homens ou anjos, a Palavra [ou Verbo] estava com Deus, e era Deus.

               O mundo foi feito por Ele, ”e sem Ele nada do que foi feito se fez”. João 1:3. Se Cristo fez todas as coisas, existiu Ele antes de todas as coisas. As palavras faladas com respeito a isso são tão positivas que ninguém precisa deixar-se ficar em dúvida. Cristo era, essencialmente e no mais alto sentido, Deus. Estava Ele com Deus desde toda a eternidade, Deus sobre todos, bendito para todo o sempre. (RH, 5 de abril de 1906). Mensagens Escolhidas, Vol. 1, 247.

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