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A Linha de Separação entre o Mundo e os Cristãos

Porque noutro tempo éreis trevas, mas agora sois luz no SENHOR; andai como filhos da luz (Porque o fruto do Espírito está em toda a bondade, e justiça e verdade); Aprovando o que é agradável ao Senhor. Efésios 5:8-10.

Quando o Senhor exige de nós que sejamos distintos e diferentes, como podemos cobiçar popularidade ou imitar os costumes e práticas do mundo? “Não sabeis vós que a amizade do mundo é inimizade contra Deus? Portanto qualquer que quiser ser amigo do mundo constitui-se inimigo de Deus.” Tiago 4:4.

Abaixar as normas a fim de conseguir popularidade e aumento de números e fazer depois desse acréscimo motivo de regozijo, mostra grande cegueira. Fossem algarismos prova de êxito, e Satanás poderia reclamar a preeminência; pois neste mundo seus seguidores são claramente mais numerosos. Testemunhos para a Igreja, Vol. 6, 143.

Ao nos conformarmos inteiramente com a vontade de Deus, somos firmados em terreno vantajoso, e veremos a necessidade de decidida separação dos costumes e práticas do mundo.

Não devemos elevar nossa norma apenas um pouco acima das normas do mundo, mas devemos fazer com que a distinção seja decididamente notória. A razão de exercermos tão pouca influência sobre parentes e amigos incrédulos é que tem havido pouquíssima decidida diferença entre nossas práticas e as do mundo. Ibidem, 146.

Jamais a linha de separação entre os seguidores de Jesus e os de Satanás deve ser obliterada. Há uma linha divisória distinta, traçada pelo próprio Deus, entre a igreja e o mundo, entre os que observam Seus mandamentos e os que quebrantam Seus preceitos. Não se unem uns aos outros. Divergem uns dos outros como o dia da noite, pelos seus gostos, aspirações, propósitos e caráter. Cultivando o amor e o temor de Deus, havemos de aborrecer até a coisa mais insignificante que tenha sinais de impureza. Testemunhos para a Igreja, Vol. 5, 602.


Esta publicação está presente nas Reflexões Semanais 2017, para o pôr-do-sol de 22 de dezembro de 2017.

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