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Santificação: Obra da Trindade

Ensinando-os a guardar todas as coisas que eu vos tenho mandado; e eis que eu estou convosco todos os dias, até a consumação dos séculos. Mateus 28:20.

Muitos, tendo aprendido um pouco na escola, acham que estão prontos para se formar. Acham que já sabem tudo o que vale a pena saber. Não devemos pensar que logo que nos batizamos estamos prontos para nos formar na escola de Cristo. Quando aceitamos a Cristo, e em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo nos comprometemos a servir a Deus, então o Pai, Cristo e o Espírito Santo, os três dignitários e poderes celestes, Se comprometem a nos dar todos os recursos, se cumprirmos nossos votos batismais de retirar-nos “do meio deles”, de separar-nos e de não tocarmos “em coisas impuras”. Quando somos leais a nossos votos, Ele diz: “E Eu vos receberei” (2Co 6:17). (Man. 85, 1901).  Comentário Bíblico, Vol. 6, 1075.

Nossa santificação é obra do Pai, do Filho e do Espírito Santo. É o cumprimento da aliança que Deus fez com os que se unem para estar em santa comunhão com Ele, com Seu Filho e com Seu Espírito. Vocês nasceram de novo? Tornaram-se nova criatura em Cristo Jesus? Então, cooperem com os três grandes poderes do Céu que estão atuando em seu favor. Fazendo isso, vocês revelarão ao mundo os princípios da justiça. Signs of the Times, 19 de junho de 1901.

Os que proclamam a mensagem do terceiro anjo precisam revestir-se de toda a armadura de Deus, a fim de que possam ousadamente permanecer em seus postos, em face de difamações e falsidades, combatendo o bom combate da fé, resistindo ao inimigo com a palavra: “Está escrito”. Mantenham-vos em lugar em que os três grandes poderes do Céu —o Pai, o Filho e o Espírito Santo —possam ser sua eficiência. Esses poderem atuam com aquele que sem reservas se entrega a Deus. O poder do Céu está à disposição dos crentes filhos de Deus. O homem que depõe em Deus sua confiança acha-se protegido por uma muralha inexpugnável. Southern Watchman, 23 de fevereiro de 1904.

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O Sinal de Entrada para o Reino

Portanto ide, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo. Mateus 28:19.

 

Fazendo do batismo o sinal de entrada para o Seu reino espiritual, Cristo o estabeleceu como condição positiva à qual têm de atender os que desejam ser reconhecidos como estando sob a jurisdição do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Antes que o homem possa obter abrigo na igreja, antes mesmo de transpor o limiar do reino espiritual de Deus, deve receber a impressão do nome divino – ”O Senhor Justiça Nossa”. Jer. 23:6.

Simboliza o batismo soleníssima renúncia ao mundo. Os que ao iniciar a carreira cristã são batizados em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo, declaram publicamente que renunciaram ao serviço de Satanás, e se tornaram membros da família real, filhos do Rei celestial. Obedeceram ao preceito que diz: ”Saí do meio deles, e apartai-vos, … e não toqueis nada imundo.” Cumpriu-se em relação a eles a promessa divina: ”E Eu vos receberei; e Eu serei para vós Pai, e vós sereis para Mim filhos e filhas, diz o Senhor todo-poderoso.” II Cor. 6:17 e 18. Testemunhos para a Igreja, Vol. 6, 91.

As águas cobrem o candidato e, na presença de todo o universo celestial, é feito um compromisso mútuo. No nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo a pessoa é imersa na tumba líquida, sepultado com Cristo no batismo e erguido da água para viver uma nova vida de lealdade a Deus. Os três grandes poderes do Céu são testemunhas, invisíveis, mas presentes. (Man. 57, 1900). Comentário Bíblico, Vol. 6, 1074.

O Pai, o Filho e o Espírito Santo, poderes infinitos e oniscientes, recebem os que verdadeiramente entram em relação de aliança com Deus. Estão presentes em cada batismo, para receber os candidatos que renunciaram ao mundo e receberam a Cristo no templo da alma. Esses candidatos entraram para a família de Deus, e os seus nomes estão escritos no livro da vida do Cordeiro. (Man. 271/2, 1900). Idem, 1075.

O Pai, o Filho e o Espírito Santo estão buscando e desejando encontrar canais, pelos quais possam comunicar ao mundo os divinos princípios da verdade. Testemunhos para a Igreja, Vol. 8, 194.


Reflexão Semanal para o pôr-do-sol de 8 de Janeiro de 2021

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A Verdadeira Definição da Trindade

Mas, quando vier o Consolador, que eu da parte do Pai vos hei de enviar, aquele Espírito de verdade, que procede do Pai, ele testificará de mim. João 15:26.

Fui instruída a dizer: Os sentimentos dos que andam em busca de avançadas idéias científicas, não são para confiar. Fazem-se definições como essas: ”O Pai é como a luz invisível; o Filho é como a luz corporificada; o Espírito é a luz derramada.” ”O Pai é como o orvalho, vapor invisível; o Filho é como o orvalho condensado em uma bela forma; o Espírito é como o orvalho caído sobre a sede da vida.” Outra apresentação: ”O Pai é como o vapor invisível; o Filho como a nuvem plúmbea; o Espírito é chuva caída e operando em poder refrigerante.”

Todas essas definições espiritualistas são simplesmente nada. São imperfeitas, inverídicas. Enfraquecem e diminuem a Majestade a que não pode ser comparada nenhuma semelhança terrena. Deus não pode ser comparado a coisas feitas por Suas mãos. Estas são meras coisas terrenas, sofrendo sob a maldição de Deus por causa dos pecados do homem.

O Pai não pode ser definido por coisas da Terra. O Pai é toda a plenitude da Divindade corporalmente, e invisível aos olhos mortais.

O Filho é toda a plenitude da Divindade manifestada. A Palavra de Deus declara que Ele é ”a expressa imagem da Sua pessoa”. Heb. 1:3. ”Deus amou o mundo de tal maneira que deu o Seu Filho unigênito, para que todo aquele que nEle crê não pereça, mas tenha vida eterna.” João 3:16. Aí se manifesta a personalidade do Pai.

 O Consolador que Cristo prometeu enviar depois de ascender ao Céu, é o Espírito em toda a plenitude da Divindade, tornando manifesto o poder da graça divina a todos quantos recebem e crêem em Cristo como um Salvador pessoal.

Há três pessoas vivas pertencentes ao trio celeste; em nome destes três grandes poderes – o Pai, o Filho e o Espírito Santo – os que recebem a Cristo por fé viva são batizados, e esses poderes cooperarão com os súditos obedientes do Céu em seus esforços para viver a nova vida em Cristo. (Special Testimonies, Série B, Nº 7, Ano:1905, págs. 62 e 63). Evangelismo, 614-615.


Reflexão Semanal para o pôr-do-sol de 1 de Janeiro de 2021

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A Glória e Poder da Igreja

E os apóstolos davam, com grande poder, testemunho da
ressurreição do Senhor Jesus, e em todos eles havia abundante graça.
Atos 4:33.

 

Nos dias em que a glória do Cristo ressurgido resplandecia sobre ela, foi dito da igreja apostólica que ninguém dizia ”que coisa alguma do que possuía era sua própria”. Atos 4:32. ”Não havia, pois, entre eles necessitado algum.” Atos 4:34. ”E os apóstolos davam, com grande poder, testemunho da ressurreição do Senhor Jesus, e em todos eles havia abundante graça.” Atos 4:33. ”E, perseverando unânimes todos os dias no templo e partindo o pão em casa, comiam juntos com alegria e singeleza de coração, louvando a Deus e caindo na graça de todo o povo. E todos os dias acrescentava o Senhor à igreja aqueles que se haviam de salvar.” Atos 2:46 e 47.

Rebuscai o céu e a Terra, e não existe aí, revelada, uma verdade mais poderosa do que aquela que se manifesta em obras de misericórdia aos que necessitam de nossa simpatia e auxílio. Esta é a verdade tal como se encontra em Jesus. Quando os que professam o nome de Cristo praticarem os princípios da regra áurea, o evangelho será apoiado pelo mesmo poder que o acompanhava na era apostólica. O Maior Discurso de Cristo, 137.

Não é somente o privilégio, mas o dever de todo cristão manter uma íntima união com Cristo e ter uma rica experiência nas coisas de Deus. Então sua vida será frutífera em boas obras. Disse Cristo: ”Nisto é glorificado Meu Pai: que deis muito fruto.” João 15:8. Quando lemos a vida de homens que foram eminentes por sua piedade, muitas vezes consideramos suas experiências e realizações como muito além de nosso alcance. Mas este não é o caso. Cristo morreu por todos; e é-nos assegurado em Sua Palavra que Ele está mais pronto a dar Seu Santo Espírito àqueles que Lho pedirem do que os pais terrenos a dar boas dádivas a seus filhos. Os profetas e apóstolos não aperfeiçoaram o caráter cristão por milagre. Eles usaram os meios colocados por Deus ao seu alcance; e todos os que fizerem o mesmo esforço hão de conseguir os mesmos resultados. Santificação, 83-84.


Esta publicação está presente nas Reflexões Semanais 2020, para o pôr-do-sol de 25 de dezembro de 2020.

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Despertos para a Ação

Os tesouros da impiedade de nada aproveitam; mas a justiça livra da morte.
O SENHOR não deixa o justo passar fome, mas rechaça a aspiração dos perversos.
O que trabalha com mão displicente empobrece, mas a mão dos diligentes enriquece.
Provérbios 10:2-4.

 

Deus muitas vezes desperta alguém que livre os pobres de serem levados a situações que seriam perda para eles, mesmo que isto seja para seu prejuízo. Este é o dever do homem para com seu semelhante. Tirar vantagem da ignorância de uma pessoa porque ela não está apta a discernir as conseqüências de um determinado procedimento, não é correto. É dever de seu irmão pessoalmente expor-lhe a questão de maneira clara e fiel, com todos os pormenores, para não agir cegamente, e invalidar os recursos a que tem direito. Quando os homens observam a regra áurea: Fazei aos outros o que quereis que os outros vos façam, muitas dificuldades agora existentes seriam depressa contornadas. (Carta 85, 1896). Beneficência Social, 202.

“Tudo o que vós quereis que os homens vos façam, fazei-lho também vós.” Mateus 7:12. Isso se refere tanto aos que trabalham com suas mãos como aos que têm dádivas a conceder. Deus lhe deu forças e habilidade, mas você não as tem usado. Sua energia é suficiente para sustentar perfeitamente a família. Levante-se pela manhã, mesmo enquanto as estrelas ainda brilham, se necessário for. Planeje alguma coisa, e então a realize. Cumpra cada compromisso, a menos que seja prostrado pela enfermidade. Prive-se da comida e do sono de preferência a ser culpado de reter de outros aquilo que lhes é devido. Testemunhos para a Igreja, Vol. 5, 179.

A montanha do progresso não pode ser escalada sem esforço. Ninguém espere ser carregado para receber o prêmio, seja em assuntos religiosos, seja nos seculares, caso não haja diligência de sua parte. […] Os perseverantes e industriosos, não só se sentem contentes eles próprios, como contribuem grandemente para a felicidade de outros. A competência e o conforto não são em geral conseguidos senão à custa de diligente esforço. Idem, 180.


Esta publicação está presente nas Reflexões Semanais 2020, para o pôr-do-sol de 18 de dezembro de 2020.

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Código de Civilidade

O amor seja não fingido. Aborrecei o mal e apegai-vos ao bem.
Amai-vos cordialmente uns aos outros com amor fraternal, preferindo-vos em honra uns aos outros. Romanos 12:9-10.

 

As mais valiosas regras para o intercâmbio social e de família podem ser encontradas na Bíblia. Nela se encontra não apenas a mais pura e melhor norma de moralidade, mas também o mais valioso código de civilidade. No sermão do Monte, feito por nosso Salvador, contém instrução de incalculável valor para adultos e jovens. Devia ser lido sempre em família e seus preciosos ensinamentos exemplificados na vida diária. A regra de ouro: ”Tudo o que vós quereis que os homens vos façam, fazei-lho também vós” (Mat. 7:12), bem como a ordem apostólica: ”Preferindo-vos em honra uns aos outros” (Rom. 12:10), deve tornar-se a lei da família. Os que estimam o espírito de Cristo manifestarão polidez no lar, um espírito de benevolência mesmo nas pequenas coisas. Estarão constantemente procurando tornar todos felizes ao seu redor, esquecendo de si mesmos em sua bondosa atenção para com os outros. Este é o fruto que nasce na árvore cristã. (ST, 1 de julho de 1886). Lar Adventista, 423-424.

O homem que sinceramente teme a Deus preferiria trabalhar noite e dia, sofrer privação e comer o pão da pobreza do que condescender com a obsessão pelo ganho que oprimiria a viúva e o órfão ou destituiria o estranho de seu direito. Os crimes que são cometidos por causa do amor à exibição e ao dinheiro transformam este mundo num covil de ladrões e salteadores e fazem os anjos chorarem. Mas os cristãos são peregrinos na Terra; estão em terra estranha, parando, por assim dizer, por apenas uma noite. Nosso lar está nas mansões que Jesus foi preparar-nos. Esta vida é apenas um vapor que se desfaz.

A aquisição de propriedade torna-se uma mania para alguns. Toda vez que a regra áurea é violada, Cristo é maltratado na pessoa de Seus santos. Toda vantagem tirada dos semelhantes, sejam eles santos ou pecadores, permanecerá como fraude no livro de registro do Céu. Testemunhos para a Igreja, Vol. 4, 490.


Esta publicação está presente nas Reflexões Semanais 2020, para o pôr-do-sol de 11 de dezembro de 2020.

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Quadruplicado na Moeda do Reino

Porque, como está escrito, o nome de Deus é
blasfemado entre os gentios por causa de vós.
Romanos 2:24.

A regra áurea, implicitamente, ensina a mesma verdade apresentada noutra parte do Sermão da Montanha que ”com a mesma medida com que medirdes também vos medirão de novo”. Luc. 6:38. Aquilo que fazemos aos outros, seja bem ou seja mal, terá, certamente, sua reação sobre nós, quer em bênção quer em maldição. Tudo quanto dermos, havemos de tornar a receber. As bênçãos terrestres que comunicamos a outros podem ser, e são-no com freqüência, retribuídas em bondade. O que damos, é-nos muitas vezes recompensado, em tempos de necessidade, quadruplicado, na moeda do reino. Além disto, porém, todas as dádivas são retribuídas, mesmo aqui, em uma mais plena absorção de Seu amor, o que é o resumo de toda glória celeste e seu tesouro. E o mal comunicado volve também. Todo aquele que se tem sentido na liberdade de condenar ou levar outros ao desânimo, será, em sua própria vida, levado a passar pela experiência por que fez outros passarem; sentirá aquilo que eles sofreram devido à sua falta de compassiva compreensão e ternura.

É o amor de Deus para conosco que assim decretou. Ele nos quer levar a aborrecer nossa dureza de coração, e abrir o mesmo para que Jesus aí venha a habitar. E assim, do mal se produz um bem, e o que parecia maldição, torna-se bênção.

A norma da regra áurea é a verdadeira norma do cristianismo; tudo que a deixa de cumprir, é um engano. Uma religião que induz os homens a estimarem em pouco os seres humanos, avaliados por Cristo em tão alto valor que por eles Se deu; uma religião que nos leve a negligenciar as necessidades humanas, seus sofrimentos ou direitos, é religião falsa. Menosprezando os direitos do pobre, do sofredor e do pecador, estamo-nos demonstrando traidores a Cristo. É porque os homens usam o nome de Cristo ao passo que Lhe negam o caráter na vida que vivem, que o cristianismo tem no mundo tão pouco poder. O nome do Senhor é blasfemado por causa dessas coisas. O Maior Discurso de Cristo, 136-137.


Esta publicação está presente nas Reflexões Semanais 2020, para o pôr-do-sol de 4 de dezembro de 2020.

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A Regra de Ouro

E como vós quereis que os homens vos façam,
da mesma maneira lhes fazei vós, também. Lucas 6:31.

 

A regra áurea é o princípio da verdadeira cortesia, e sua mais genuína ilustração se manifesta na vida e no caráter de Jesus. Oh! que suave e bela influência partia da vida diária de nosso Salvador! Que doçura exalava só de Sua presença! O mesmo espírito se revelará em Seus filhos. Aqueles em quem Cristo habita, serão circundados duma atmosfera divina. Suas brancas vestes de pureza exalarão o perfume do jardim do Senhor. Seus rostos refletirão a luz do Seu, iluminando o trilho para pés fatigados e prontos a tropeçar.

Homem algum que tenha o verdadeiro ideal quanto a um caráter perfeito, deixará de manifestar o espírito de compreensão e ternura de Cristo. A influência da graça há de abrandar o coração, refinar e purificar os sentimentos, dando uma delicadeza e um senso de correção de origem celeste.

Mas há ainda uma significação mais profunda na regra áurea. Todo aquele que foi feito mordomo da multiforme graça de Deus, é chamado a comunicá-la a almas que jazem na ignorância e nas trevas, da mesma maneira que, estivesse ele no lugar dessas almas, desejaria que elas lha comunicassem. Disse o apóstolo Paulo: ”Eu sou devedor tanto a gregos como a bárbaros, tanto a sábios como a ignorantes.” Rom. 1:14. Por tudo quanto tendes aprendido acerca do amor de Deus, por tudo quanto tendes recebido dos ricos dons de Sua graça acima da mais entenebrecida e degradada alma da Terra, sois devedores para com essa alma no sentido de lhe comunicar esses dons.

Da mesma maneira quanto aos dons e bênçãos desta vida: tudo quanto possuís acima de vossos semelhantes, coloca-vos, na mesma proporção, em débito para com os menos favorecidos. Possuamos nós fortuna, ou mesmo os confortos da vida, achamo-nos na mais solene obrigação de cuidar dos sofredores enfermos, das viúvas e dos órfãos, exatamente como desejaríamos que eles cuidassem de nós, caso se invertessem as condições. O Maior Discurso de Cristo, 135-136.


Esta publicação está presente nas Reflexões Semanais 2020, para o pôr-do-sol de 27 de novembro de 2020.

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