pergaminho

E a história continua…

Abrimos os Estudos Especiais para o Lar e a Escola Sabatina do primeiro trimestre do ano (janeiro-março de 2019), com a doutrina da vinda de Jesus em glória. Nesta nova fase de nossa jornada pela história da igreja de Deus, chegamos ao movimento adventista que começou por volta do início do século 19.

O segundo estudo (“A Obra de Deus e a Repetição da História”), introduz o assunto das mensagens angélicas de Apocalipse 14 e a condição espiritual das igrejas protestantes no início do tempo do fim. Relembra também como Cristo foi recebido pela nação judaica por ocasião de Seu nascimento. Declara por fim: “A obra de Deus na Terra apresenta, século após século, uma surpreendente semelhança, em todas as grandes reformas ou movimentos religiosos. Os princípios envolvidos no trato de Deus com os homens são sempre os mesmos. Os movimentos importantes do presente têm seu paralelo nos do passado, e a experiência da igreja nos séculos antigos encerra lições de grande valor para o nosso tempo” (O Grande Conflito, 343).

Depois de falar sobre a grande decepção sofrida pelos discípulos quando o Messias foi crucificado e morto (assunto que faz paralelo com o estudo final), nos familiarizamos com diversos arautos da volta de Cristo. Dr. José Wolff, judeu convertido ao cristianismo que se tornou missionário ao mundo todo. Manoel Lacunza que escreveu um livro que foi importante no despertamento da Inglaterra, onde mais de 700 ministros proclamaram o breve retorno de Jesus. Bengel que irradiou luz na Alemanha e Rússia, e Gaussen na França. Na Escandinávia as crianças, que, movidas pelo Espírito Santo, pregaram a mensagem quando os adultos foram impedidos. Por fim, Guilherme Miller nos Estados Unidos, que foi um destacado arauto do advento. São estudadas as profecias, em especial, o maior período profético dado pela Bíblia: as 2300 tardes e manhãs. A parte inicial deste período – as 70 semanas que são separadas para a nação judaica – é também estudada de forma meticulosa. Na parte final dos estudos, temos uma sucessão de importantes eventos histórico-proféticos. Em seguida do primeiro desapontamento adventista, temos o tempo de tardança e o clamor da meia-noite, que é o descobrimento da data correta para o término do período profético. Devido à rejeição final por parte das igrejas da mensagem do primeiro anjo, começa a ser proclamada então a segunda mensagem angélica que anuncia a queda de Babilônia. No fim do trimestre alcançamos a história dramática do grande desapontamento pelo qual os adventistas passaram. O sofrimento deles faz paralelo direto com a experiência dos discípulos.

Ellen G. White comenta: “A experiência dos discípulos que pregaram “o evangelho do reino” no primeiro advento de Cristo, teve seu paralelo na experiência dos que proclamaram a mensagem de Seu segundo advento”. (Idem, 351).

E diz mais: “Todavia, este desapontamento não foi tão grande como o que experimentaram os discípulos por ocasião do primeiro advento de Cristo. Quando Jesus cavalgou triunfantemente para Jerusalém, Seus seguidores acreditavam estar Ele prestes a ascender ao trono de Davi e libertar Israel dos opressores”. (Idem, 404).

Neste estudo entendemos o quê, de fato, ocorreu no fim do período profético dos 2300 anos. A descoberta só aconteceu ao estudarem o livro de Hebreus e notarem que lá é dito que Jesus Cristo é sacerdote segundo a ordem de Melquisedeque, de um santuário celestial, do qual o terrestre havia apenas sido uma cópia.

Terminamos com as palavras do apóstolo Paulo para os que viveriam nos últimos dias da história terrestre, que elas nos tragam conforto e fé em nossa caminhada para a Canaã Celestial:

“Não rejeiteis, pois, a vossa confiança, que tem grande e avultado galardão. Porque necessitais de paciência, para que, depois de haverdes feito a vontade de Deus, possais alcançar a promessa. Porque ainda um pouquinho de tempo, E o que há de vir virá, e não tardará. Mas o justo viverá da fé; E, se ele recuar, a minha alma não tem prazer nele. Nós, porém, não somos daqueles que se retiram para a perdição, mas daqueles que crêem para a conservação da alma”. (Hebreus 10:35-39).


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