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A Divindade Estabelece o Plano da Redenção

E, sem dúvida alguma, grande é o mistério da piedade: Deus se manifestou em carne, foi justificado no Espírito, visto dos anjos, pregado aos gentios, crido no mundo, recebido acima na glória. I Timóteo 3:16.

A Divindade moveu-se de compaixão pela raça, e o Pai, o Filho e o Espírito Santo deram-Se a Si mesmos ao estabelecerem o plano da redenção. A fim de levarem a cabo plenamente esse plano, foi decidido que Cristo, o unigênito Filho de Deus, Se desse a Si mesmo em oferta pelo pecado. (Review and Herald, 2 de maio de 1912). Conselhos Sobre Saúde, 222.

Tivesse Deus, o Pai, vindo ao mundo e habitado entre nós, humilhando-Se, velando Sua glória, a fim de que a humanidade O pudesse contemplar, não se haveria mudado a história que temos, da vida de Cristo. (Carta 83, 1895). MM, 1965, Para Conhecê-Lo, 338.

Nenhum dos anjos poderia ter se tornado fiador da raça humana: sua vida pertence a Deus; eles não podem depô-la. Todos os anjos encontram-se sob o jugo da obediência. São mensageiros indicados por Aquele que comanda todo o Céu. Mas Cristo é igual a Deus, infinito e onipotente. Ele poderia pagar o preço do resgate do homem. Ele é o eterno e auto-existente Filho, que não estava sob nenhum jugo; e quando Deus perguntou ’A quem enviarei?’, Ele pôde responder: ’Eis-Me aqui, envia-Me a Mim.’ Ele podia oferecer-Se como fiador do homem, pois era capaz de dizer aquilo que o mais elevado anjo não podia: ’Eu tenho poder sobre Minha própria vida, poder para a entregar e … poder para reavê-la’ (Youth’s Instructor, 21 de junho de 1900). Comentário Bíblico, Vol. 5, 1136.

Não Lhe foi imposta a obrigação de empreender a obra da expiação. Ele fez um sacrifício voluntário. Sua vida era de suficiente valor para resgatar o homem de sua condição decaída. (Review and Herald, 17 de dezembro de 1872). MM, 1992, Exaltai-O, 24.

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Eu e o Pai somos Um

Disse o Senhor ao meu Senhor: Assenta-te à minha mão direita, até que ponha os teus inimigos por escabelo dos teus pés. Salmos 110:1

E, estando reunidos os fariseus, interrogou-os Jesus, Dizendo: Que pensais vós do Cristo? De quem é filho? Eles disseram-lhe: De Davi. Disse-lhes ele: Como é então que Davi, em espírito, lhe chama Senhor, dizendo: Disse o Senhor ao meu Senhor: Assenta-te à minha direita, Até que eu ponha os teus inimigos por escabelo de teus pés? Se Davi, pois, lhe chama Senhor, como é seu filho? E ninguém podia responder-lhe uma palavra; nem desde aquele dia ousou mais alguém interrogá-lo. Mateus 22:41-46.

Cristo, o Verbo, o Unigênito de Deus, era um com o eterno Pai – um na natureza, no caráter e no propósito. Grande Conflito, 493.

“Eu e o Pai somos Um”. As palavras de Cristo estavam cheias de profundo significado ao declarar que Ele e o Pai eram um em substância possuindo os mesmos atributos. Signs of the Times, 27 de novembro de 1893.

Essa unidade é a mais convincente prova para o mundo quanto à majestade e a virtude de Cristo, e ao Seu poder de tirar o pecado. (Man. 111, 1903). MM, 2005, Filhos e Filhas de Deus, 286.

As Escrituras indicam claramente a relação entre Deus e Cristo, apresentando com igual clareza a personalidade e individualidade de cada um. […] A personalidade do Pai e do Filho, bem como a unidade existente entre Eles, é apresentada no capítulo dezessete de João, na oração de Cristo por Seus discípulos: ”E não rogo somente por estes, mas também por aqueles que, pela Sua palavra, hão de crer em Mim; para que todos sejam um, como Tu, ó Pai, o és em Mim, e Eu em Ti; que também eles sejam um em Nós, para que o mundo creia que Tu Me enviaste.” João 17:20 e 21.

A unidade que existe entre Cristo e Seus discípulos não anula a personalidade de nenhum. São um em desígnio, mente, em caráter, mas não em pessoa. É assim que Deus e Cristo são um. Ciência do Bom Viver, 422-423.

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Contai Tudo a Jesus

Dá-me, filho meu, o teu coração, e os teus olhos observem os meus caminhos. Provérbios 23:26.

 

Jesus apreciaria que os filhos na juventude viessem a Ele com a mesma confiança com que vão a seus pais. Como uma criança suplica pão ao pai ou à mãe quando está com fome, assim o Senhor gostaria que Seus filhos viessem a Ele em suas necessidades. …

Jesus conhece as necessidades das crianças, e tem prazer em ouvir suas orações. Que as crianças fechem a porta ao mundo e a tudo que lhes apartariam os pensamentos de Deus; e sintam que estão sozinhos com Deus, que Seus olhos penetram o íntimo do coração e lêem o desejo da alma, e que podem falar com Deus. …

Então, crianças, pedi a Deus que faça por vós o que vós mesmas não podeis fazer. Contai tudo a Jesus. Abri perante Ele os segredos de vosso coração; pois os Seus olhos perscrutam o mais íntimo recesso da alma, e Ele lê vossos pensamentos como num livro aberto. Quando pedirdes o que for necessário para o bem de vossa alma, crede que o recebereis, e tê-lo-eis. (The Youth’s Instructor, 7 de julho de 1892). Lar Adventista, 299.

Apresente-se a verdade tal como é em Jesus, mandamento sobre mandamento, regra sobre regra, um pouco aqui, um pouco ali. Falai do amor de Deus com palavras de fácil compreensão. A verdade bíblica apresentada com a humildade e o amor de Jesus exercerá influência notável sobre muitas mentes.

Muitas almas estão famintas do pão da vida. Seu clamor é: ”Dai-me pão; e não me deis uma pedra. É pão que eu preciso.” Alimentai essas almas que perecem, que morrem de fome. Lembrem-se nossos pastores de que o alimento mais sólido não é para ser dado às crianças que não conhecem os rudimentos da verdade como nós a cremos. Em cada época teve o Senhor uma mensagem especial para o povo desse tempo; assim nós temos uma mensagem para o povo nesta era. Mas se bem que tenhamos muita coisa para dizer, podemos ver-nos obrigados a reter algumas delas por algum tempo, porque as pessoas não estão preparadas para recebê-las agora. (RH, 14 de outubro de 1902). Evangelismo, 199-200.


Esta publicação está presente nas Reflexões Semanais 2020, para o pôr-do-sol de 6 de novembro de 2020.

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