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A Maior Tentação de Cristo

Por isso convinha que em tudo fosse semelhante
aos irmãos, para ser misericordioso e fiel
sumo sacerdote naquilo que é de Deus,
para expiar os pecados do povo.
Hebreus 2:17.

Se Cristo tivesse sido enganado pelas tentações de Satanás e houvesse exercido Seu poder miraculoso para livrar-Se de alguma dificuldade, Ele teria rompido o contrato feito com Seu Pai de ser alguém provado em lugar da raça. […] Foi tão difícil para Ele manter o nível da humanidade como é difícil para o homem elevar-se acima do nível baixo da sua natureza depravada, e ser co-participante da natureza divina.                                          

Cristo foi submetido à mais rigorosa prova, que requereu a força de todas as Suas faculdades para à inclinação de, quando em dificuldade, usar o Seu poder para livrar-Se do perigo e triunfar sobre o poder do príncipe das trevas. […] Porque o Filho de Deus vinculou-se à fraqueza da humanidade para que fosse tentado em todos os aspectos que o homem é tentado, Satanás tripudiou sobre Ele e O insultou. Review and Herald, 1 de abril de 1875. (Trechos em: No Deserto da Tentação, págs. 102-103).

Cristo, que era sem pecado, a quem o Espírito Santo foi concedido sem medida, reconhecia constantemente Sua dependência de Deus, e da Fonte de poder e sabedoria buscava novos suprimentos. (RH, 8 de novembro de 1887). MM, 1965, Para Conhecê-Lo, 252.

O dia todo atendia às multidões que iam ter com Ele e, ao anoitecer, ou bem cedo de manhã, retirava-Se para o santuário das montanhas em busca de comunhão com o Pai.

Muitas vezes o incessante trabalho e a luta com a inimizade e os falsos ensinos dos rabis O deixavam tão fatigado que Sua mãe e irmãos, e mesmo os discípulos, receavam que Sua vida fosse sacrificada. Mas, ao voltar das horas de oração que encerravam o atarefado dia, notavam-Lhe o aspecto sereno do rosto, o vigor, a vida e o poder de que todo o Seu ser parecia possuído. Das horas passadas a sós com Deus Ele saía, manhã após manhã, para levar aos homens a luz do Céu. Ciência do Bom Viver, 55-56.

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O Mistério da Encarnação

As quais também falamos, não com palavras de sabedoria humana,
mas com as que o Espírito Santo ensina, comparando as coisas espirituais com as espirituais.
I Coríntios 2:13.

Não podemos explicar o grande mistério do plano da salvação. Jesus tomou sobre Si a humanidade, a fim de que pudesse alcançar a humanidade; não podemos, porém, explicar como a divindade se revestiu da humanidade. Review and Herald, 1 de outubro de 1899.

Que Deus devesse assim ser manifestado na carne é, na verdade, um mistério; e sem o auxílio do Espírito Santo não podemos esperar compreender este assunto. A mais humilhante lição que o homem tem que aprender é a nulidade da sabedoria humana, e a loucura de tentar, por seus próprios e impotentes esforços, encontrar a Deus. RH, 5 de abril de 1906.

Ao contemplarmos a encarnação de Cristo, sentimo-nos desconcertados diante de um insondável mistério que a mente humana é incapaz de compreender. Quanto mais refletimos sobre isto, mais surpreendente nos parece o tema. Quão imenso é o contraste entre a divindade de Cristo e a indefesa criancinha na manjedoura de Belém! Como entender a distância entre o poderoso Deus e a desajudada criança? Pois ainda assim o Criador dos mundos, Aquele em quem habitava a plenitude da divindade, manifestou-Se como indefeso bebê na manjedoura. Mais excelso que qualquer dos anjos, igual ao Pai em dignidade e glória, vestido agora do manto da humanidade! Divindade e humanidade combinaram-se misteriosamente, pois o homem e Deus tornaram-se um. É nessa união que encontramos a esperança para nossa decaída raça. (Signs of the Times, 30 de julho de 1896). A Verdade Sobre os Anjos, 154.

As duas naturezas fundiram-se misteriosamente numa só pessoa – o homem Cristo Jesus. NEle habitava corporalmente toda a plenitude da Divindade. Quando Cristo foi crucificado, foi Sua natureza humana que morreu. A Divindade não sucumbiu e morreu; isso teria sido impossível. […] Isso é um grande mistério, um mistério que não será plena e completamente compreendido em toda a sua grandeza até que ocorra a trasladação dos remidos. (Carta 280, 1904). MM, 1992, Exaltai-O, 77.    

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A Obra do Espírito Santo

Quem crê em mim, como diz a Escritura, rios de água viva correrão do seu ventre. E isto disse ele do Espírito que haviam de receber os que nele cressem; porque o Espírito Santo ainda não fora dado, por ainda Jesus não ter sido glorificado. João 7:38-39.

Mas, quando vier aquele, o Espírito de verdade, ele vos guiará em toda a verdade; porque não falará de si mesmo, mas dirá tudo o que tiver ouvido, e vos anunciará o que há de vir. João 16:13.

O Espírito Santo é eficaz ajudador na restauração da imagem de Deus na alma humana. Conselhos aos Pais Professores e Estudantes, 67.

Quando o Espírito Santo habita no coração, guiará o ser humano para ver seus próprios defeitos de caráter, a se compadecer das fraquezas dos outros, a perdoar como deseja ser perdoado. Ele será compassivo, cortês, semelhante a Cristo. (Review and Herald, 10 de abril de 1900).

O Espírito Santo aprecia dirigir-Se à juventude, para desvendar-lhe os tesouros e belezas da Palavra de Deus. Parábolas de Jesus, 132.

O Espírito Santo comunica amor, alegria, paz, resistência e consolação; é como uma fonte de água saltando para a vida eterna. A bênção é gratuita para todos. (Signs of the Times, 22 de agosto de 1892). MM, 1959, Fé pela qual Eu Vivo, 53.

Muitos há que crêem e professam reclamar a promessa do Senhor; falam acerca de Cristo e acerca do Espírito Santo, e todavia não recebem benefício. Não entregam a alma para ser guiada e regida pelas forças divinas. Não podemos usar o Espírito Santo. Ele é que deve servir-Se de nós. Desejado de Todas as Nações, 672.

Por entre a confusão de doutrinas enganadoras, o Espírito de Deus será um guia e proteção aos que não têm resistido às evidências da verdade, silenciando todas as outras vozes além da que vem dAquele que é a verdade. Obreiros Evangélicos, 289.

O Consolador é chamado “o Espírito de verdade”. Sua obra é definir e manter a verdade. Ele primeiro habita o coração como o Espírito de verdade, e torna-Se assim o Consolador. Há conforto e paz na verdade, mas nenhuma paz ou conforto real se pode achar na falsidade. Desejado de Todas as Nações, 671.

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Espírito Santo – Terceira Pessoa da Divindade

Não entristeçais o Espírito Santo.  Efésios 4:30.

E da mesma maneira também o Espírito ajuda as nossas fraquezas; porque não sabemos o que havemos de pedir como convém, mas o mesmo Espírito intercede por nós com gemidos inexprimíveis. Romanos 8:26.

Disse então Pedro: Ananias, por que encheu Satanás o teu coração, para que mentisses ao Espírito Santo, e retivesses parte do preço da herdade? Guardando-a não ficava para ti? E, vendida, não estava em teu poder? Por que formaste este desígnio em teu coração? Não mentiste aos homens, mas a Deus. Atos 5:3-4.

Ao pecado só se poderia resistir e vencer por meio da poderosa operação da terceira pessoa da Divindade, a qual viria, não com energia modificada, mas na plenitude do divino poder. Desejado de Todas as Nações, 671.

O Espírito é dado como agente de regeneração, para tornar  eficaz a salvação operada pela morte de nosso Redentor. Atos dos Apóstolos, 52.

Precisamos reconhecer que o Espírito Santo, que é tanto uma pessoa como o próprio Deus, está andando por esses terrenos. (Man. 66, 1899).

O Espírito Santo é uma pessoa, pois dá testemunho com o nosso espírito de que somos filhos de Deus. Uma vez dado esse testemunho, traz consigo mesmo sua própria evidência. Em tais ocasiões acreditamos e estamos certos de que somos filhos de Deus. …

O Espírito Santo tem personalidade, do contrário não poderia testificar ao nosso espírito e com nosso espírito que somos filhos de Deus. Deve ser também uma pessoa divina, do contrário não poderia perscrutar os segredos que jazem ocultos na mente de Deus. ”Por que qual dos homens sabe as coisas do homem, senão o espírito do homem, que nele está? assim também ninguém sabe as coisas de Deus, senão o Espírito de Deus.” I Cor. 2:11. (Man. 20, 1906).

O príncipe da potestade do mal só pode ser mantido em sujeição pelo poder de Deus na terceira pessoa da Divindade, o Espírito Santo. (Special Testimonies, Série A, nº 10, pág. 37). Evangelismo, 616-617.

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Santificação: Obra da Trindade

Ensinando-os a guardar todas as coisas que eu vos tenho mandado; e eis que eu estou convosco todos os dias, até a consumação dos séculos. Mateus 28:20.

Muitos, tendo aprendido um pouco na escola, acham que estão prontos para se formar. Acham que já sabem tudo o que vale a pena saber. Não devemos pensar que logo que nos batizamos estamos prontos para nos formar na escola de Cristo. Quando aceitamos a Cristo, e em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo nos comprometemos a servir a Deus, então o Pai, Cristo e o Espírito Santo, os três dignitários e poderes celestes, Se comprometem a nos dar todos os recursos, se cumprirmos nossos votos batismais de retirar-nos “do meio deles”, de separar-nos e de não tocarmos “em coisas impuras”. Quando somos leais a nossos votos, Ele diz: “E Eu vos receberei” (2Co 6:17). (Man. 85, 1901).  Comentário Bíblico, Vol. 6, 1075.

Nossa santificação é obra do Pai, do Filho e do Espírito Santo. É o cumprimento da aliança que Deus fez com os que se unem para estar em santa comunhão com Ele, com Seu Filho e com Seu Espírito. Vocês nasceram de novo? Tornaram-se nova criatura em Cristo Jesus? Então, cooperem com os três grandes poderes do Céu que estão atuando em seu favor. Fazendo isso, vocês revelarão ao mundo os princípios da justiça. Signs of the Times, 19 de junho de 1901.

Os que proclamam a mensagem do terceiro anjo precisam revestir-se de toda a armadura de Deus, a fim de que possam ousadamente permanecer em seus postos, em face de difamações e falsidades, combatendo o bom combate da fé, resistindo ao inimigo com a palavra: “Está escrito”. Mantenham-vos em lugar em que os três grandes poderes do Céu —o Pai, o Filho e o Espírito Santo —possam ser sua eficiência. Esses poderem atuam com aquele que sem reservas se entrega a Deus. O poder do Céu está à disposição dos crentes filhos de Deus. O homem que depõe em Deus sua confiança acha-se protegido por uma muralha inexpugnável. Southern Watchman, 23 de fevereiro de 1904.

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O Sinal de Entrada para o Reino

Portanto ide, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo. Mateus 28:19.

 

Fazendo do batismo o sinal de entrada para o Seu reino espiritual, Cristo o estabeleceu como condição positiva à qual têm de atender os que desejam ser reconhecidos como estando sob a jurisdição do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Antes que o homem possa obter abrigo na igreja, antes mesmo de transpor o limiar do reino espiritual de Deus, deve receber a impressão do nome divino – ”O Senhor Justiça Nossa”. Jer. 23:6.

Simboliza o batismo soleníssima renúncia ao mundo. Os que ao iniciar a carreira cristã são batizados em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo, declaram publicamente que renunciaram ao serviço de Satanás, e se tornaram membros da família real, filhos do Rei celestial. Obedeceram ao preceito que diz: ”Saí do meio deles, e apartai-vos, … e não toqueis nada imundo.” Cumpriu-se em relação a eles a promessa divina: ”E Eu vos receberei; e Eu serei para vós Pai, e vós sereis para Mim filhos e filhas, diz o Senhor todo-poderoso.” II Cor. 6:17 e 18. Testemunhos para a Igreja, Vol. 6, 91.

As águas cobrem o candidato e, na presença de todo o universo celestial, é feito um compromisso mútuo. No nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo a pessoa é imersa na tumba líquida, sepultado com Cristo no batismo e erguido da água para viver uma nova vida de lealdade a Deus. Os três grandes poderes do Céu são testemunhas, invisíveis, mas presentes. (Man. 57, 1900). Comentário Bíblico, Vol. 6, 1074.

O Pai, o Filho e o Espírito Santo, poderes infinitos e oniscientes, recebem os que verdadeiramente entram em relação de aliança com Deus. Estão presentes em cada batismo, para receber os candidatos que renunciaram ao mundo e receberam a Cristo no templo da alma. Esses candidatos entraram para a família de Deus, e os seus nomes estão escritos no livro da vida do Cordeiro. (Man. 271/2, 1900). Idem, 1075.

O Pai, o Filho e o Espírito Santo estão buscando e desejando encontrar canais, pelos quais possam comunicar ao mundo os divinos princípios da verdade. Testemunhos para a Igreja, Vol. 8, 194.


Reflexão Semanal para o pôr-do-sol de 8 de Janeiro de 2021

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A Verdadeira Definição da Trindade

Mas, quando vier o Consolador, que eu da parte do Pai vos hei de enviar, aquele Espírito de verdade, que procede do Pai, ele testificará de mim. João 15:26.

Fui instruída a dizer: Os sentimentos dos que andam em busca de avançadas idéias científicas, não são para confiar. Fazem-se definições como essas: ”O Pai é como a luz invisível; o Filho é como a luz corporificada; o Espírito é a luz derramada.” ”O Pai é como o orvalho, vapor invisível; o Filho é como o orvalho condensado em uma bela forma; o Espírito é como o orvalho caído sobre a sede da vida.” Outra apresentação: ”O Pai é como o vapor invisível; o Filho como a nuvem plúmbea; o Espírito é chuva caída e operando em poder refrigerante.”

Todas essas definições espiritualistas são simplesmente nada. São imperfeitas, inverídicas. Enfraquecem e diminuem a Majestade a que não pode ser comparada nenhuma semelhança terrena. Deus não pode ser comparado a coisas feitas por Suas mãos. Estas são meras coisas terrenas, sofrendo sob a maldição de Deus por causa dos pecados do homem.

O Pai não pode ser definido por coisas da Terra. O Pai é toda a plenitude da Divindade corporalmente, e invisível aos olhos mortais.

O Filho é toda a plenitude da Divindade manifestada. A Palavra de Deus declara que Ele é ”a expressa imagem da Sua pessoa”. Heb. 1:3. ”Deus amou o mundo de tal maneira que deu o Seu Filho unigênito, para que todo aquele que nEle crê não pereça, mas tenha vida eterna.” João 3:16. Aí se manifesta a personalidade do Pai.

 O Consolador que Cristo prometeu enviar depois de ascender ao Céu, é o Espírito em toda a plenitude da Divindade, tornando manifesto o poder da graça divina a todos quantos recebem e crêem em Cristo como um Salvador pessoal.

Há três pessoas vivas pertencentes ao trio celeste; em nome destes três grandes poderes – o Pai, o Filho e o Espírito Santo – os que recebem a Cristo por fé viva são batizados, e esses poderes cooperarão com os súditos obedientes do Céu em seus esforços para viver a nova vida em Cristo. (Special Testimonies, Série B, Nº 7, Ano:1905, págs. 62 e 63). Evangelismo, 614-615.


Reflexão Semanal para o pôr-do-sol de 1 de Janeiro de 2021

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A Tríplice Mensagem Angélica e a Obra do Outro Anjo (2ª. Edição)

Faça o download do estudo “A Tríplice Mensagem Angélica e a Obra do Outro Anjo”, em sua 2ª. edição preparada em dezembro de 2020, e estude temas como:

  • A Verdadeira Sucessão Apostólica
  • A Importância das Três Mensagens Angélicas
  • A Mensagem do Primeiro Anjo
  • Os Arautos do Advento
  • Guilherme Miller – Destacado Arauto
  • A Tardança e o Clamor da Meia-Noite
  • A Mensagem do Segundo Anjo
  • A Mensagem do Terceiro Anjo
  • O Anjo de Apocalipse 18

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Download: A Tríplice Mensagem Angélica e a Obra do Outro Anjo – 2ª. Edição

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«Quanto Mais Vosso Pai»

E qual de entre vós é o homem que, pedindo-lhe pão o seu filho, lhe dará uma pedra? E, pedindo-lhe peixe, lhe dará uma serpente? Se vós, pois, sendo maus, sabeis dar boas coisas aos vossos filhos, quanto mais vosso Pai, que está nos céus, dará bens aos que lhe pedirem? Mateus 7:9-11.

 

Jesus olhava aos que se achavam reunidos a ouvir-Lhe as palavras, desejando ansiosamente que a grande multidão apreciasse a misericórdia e a amorável bondade de Deus. Para ilustrar a necessidade deles, e a divina boa vontade de dar, apresenta-lhes o quadro de uma criança com fome, pedindo pão a seus pais terrestres. ”E qual dentre vós é o homem”, disse, ”que, pedindo-lhe pão o seu filho, lhe dará uma pedra?” Mat. 7:9. Apela para a terna e natural afeição de um pai para seu filho, e depois diz: ”Se, vós, pois, sendo maus, sabeis dar boas coisas aos vossos filhos, quanto mais vosso Pai, que está nos Céus, dará bens aos que Lhe pedirem?” Mat. 7:11. Homem algum que tenha um coração de pai, se desviaria de seu filho com fome, a pedir pão. Poderiam eles imaginá-lo capaz de gracejar com a criança ou de martirizá-la despertando-lhe a esperança, só para depois a decepcionar? Prometeria ele dar-lhe bom e nutritivo alimento, para depois dar-lhe uma pedra? E desonraria alguém a Deus imaginando que Ele não atendesse aos apelos de Seus filhos?

Se vós, pois, sendo humanos e maus, ”sabeis dar boas dádivas aos vossos filhos, quanto mais dará o Pai celestial o Espírito Santo àqueles que Lho pedirem?” Luc. 11:13. O Espírito Santo, Seu próprio representante, é o maior de todos os dons. Todas as ”boas coisas” (Mat. 7:11) se acham compreendidas nesse dom. O próprio Criador não nos pode dar coisa alguma maior, coisa alguma melhor. Quando rogamos ao Senhor que tenha piedade de nós em nossa aflição, e nos guie por Seu Santo Espírito, Ele nunca rejeitará nossa oração. É possível que mesmo um pai terrestre desatenda a seu filho com fome, mas Deus jamais desprezará o grito do necessitado e ansioso coração. Com que maravilhosa ternura descreveu Ele o Seu amor! O Maior Discurso de Cristo, 131-132.


Esta publicação está presente nas Reflexões Semanais 2020, para o pôr-do-sol de 30 de outubro de 2020.

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