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O SIGNIFICATIVO NOME ESCOLHIDO PARA O MESSIAS

(Apêndice da “Reflexões Semanais 2021: Divindade Triúna”).

O nome divino “Jeová”, é formado de quatro consoantes que, ao serem transliteradas do hebraico, podem ficar de duas formas: JHVH ou YHWH. Sendo acrescentadas as vogais em JHVH, temos “Jehovah” ou “Jahvéh”. Acrescentadas em YHWH, temos “Yahweh” ou “Yehowah”.

Para nós, hoje, os nomes servem apenas para identificação. Mas, nos tempos bíblicos, os hebreus tinham grande cuidado ao escolher o nome de seus filhos, pois, o nome escolhido, representava a fé e a esperança dos pais. Ellen G. White diz que: “Grande significação era atribuída aos nomes dados pelos pais hebreus a seus filhos. Freqüentemente representavam traços de caráter que os pais desejavam ver desenvolvidos no filho”. PR 481. Se era de grande significado o nome dos filhos, quando os pais escolhiam, quanto mais será o nome de Cristo, escolhido pelo próprio Deus.

“Jesus”, nome dado a Cristo em Sua encarnação, em grego é “Iesous”, nome este diretamente derivado do hebraico “Yehosua”, que nos é traduzido por “Josué”.

O nome “Yehosua” é a junção de dois termos hebraicos: “Yehowah” [YHWH] e “Yasa” que tem por significado “Jeová Salva”. Por isso, o anjo indica à Maria o nome “Jesus” para chamá-Lo, “porque ele salvará o seu povo dos seus pecados”. (Mateus 1:21).

A seguir, um texto que identifica Cristo como Jeová. Podemos ter certeza que se refere a Ele, pois, é o nosso único Salvador (Atos 4:12).

Vós sois as minhas testemunhas, diz o SENHOR [Jeová] e meu servo, a quem escolhi; para que o saibais, e me creiais, e entendais que eu sou o mesmo, e que antes de mim deus nenhum se formou, e depois de mim nenhum haverá. Eu, eu sou o SENHOR [Jeová], e fora de mim não há Salvador. Isaías 43:10-11. (Ver também Isaías 47:4).

Para mais textos comprobatórios de que Jesus é Jeová, ver: Isaías 40:3; Lucas 3:2-6. Salmos 103:2-3; Mateus 9:6. Salmos 23:1; João 10:14.

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Em Cristo há Vida Original

Nele estava a vida, e a vida era a luz dos homens. João 1:4.

 

            Jesus declarou: ”Eu sou a ressurreição e a vida.” Em Cristo há vida original, não emprestada, não derivada. ”Quem tem o Filho tem a vida.” I João 5:12. A divindade de Cristo é a certeza de vida eterna para o crente. Desejado de Todas as Nações, 530.

            ”A vida estava nEle e a vida era a luz dos homens.” João 1:4. Não é a vida física que é especificada aí, mas a vida eterna, a vida que é exclusivamente a propriedade de Deus. A Palavra, que estava com Deus, e que era Deus, tinha essa vida. A vida física é algo que cada indivíduo recebeu. Ela não é eterna ou imortal; pois Deus, o Doador da vida, toma-a de volta. (ST, 13 de fevereiro de 1912). Comentário Bíblico, Vol. 5, 1130.

            Quando a voz do anjo foi ouvida, dizendo: “Teu Pai Te chama”, Aquele que disse: “Eu dou a Minha vida para a reassumir”; “Destruí este santuário, e em três dias o reconstruirei”, saiu da sepultura para a vida que estava em Si mesmo. A divindade não morreu. A humanidade morreu, mas Cristo agora proclama sobre sepulcro aberto de José: “Eu sou a ressureição e a vida.” Em Sua divindade, Cristo possuía o poder de quebrar as algemas da morte. Ele declara que tem vida em si mesmo para vivificar a quem quer.

“Eu sou a ressureição e a vida.” Esta linguagem só pode ser usado pela Divindade. Todos os seres criados vivem pela vontade e pelo poder de Deus. […] Somente Aquele que possui, Ele só, a imortalidade, que habita na luz e na vida, poderia dizer [com respeito a Sua vida]: “Tenho autoridade para a entregar e também para reavê-la.” Todos os seres humanos em nosso mundo extraem vida dEle. Ele é o manancial, a fonte da vida. (Man. 131, 1897). Idem, 1113.    

            Houve uma explosão de triunfo, pois a família celestial estava esperando recepcioná-Lo; e o poderoso anjo, seguido do exército do Céu, prostrou-se diante dEle em adoração enquanto Ele, o Rei do Céu, proclamava sobre o partido sepulcro de José: ”Eu sou a ressurreição e a vida.” João 11:25. (Youth’s Instructor, 26/07/1898). MM, 2005, Filhos e Filhas de Deus, 237.

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Lição: Biografias Bíblicas

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A lição de Escola Sabatina “Biografias Bíblicas – Histórias do Antigo Testamento”,
publicada para o 2º semestre (julho-dezembro) de 2021, nos traz os seguintes temas:

  • O Patriarca Jó e as Provações
  • Ensinamentos de Jesus sobre o Sofrimento
  • Os Irmãos de Jesus
  • A Profetisa Débora
  • Raabe e a sua Fé Ativa
  • Rute – Alcançada pela Graça
  • Abigail – Coragem e Brandura
  • A Verdadeira Feminilidade
  • O Reino Dividido
  • Roboão – A Inconstância no Poder
  • Jeroboão – A Fraqueza no Poder
  • Jonas – O Profeta Relutante
  • O Arrependimento dos Ninivitas
  • Missão pelas Cidades do Mundo
  • Os Profetas Oséias e Amós
  • A Jovem Ester
  • A Providência Divina
  • O Chamado para a Obra
  • O Livramento do Povo de Deus

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O Nosso Irmão Mais Velho

Porque convinha que aquele, para quem são todas as coisas, e mediante quem tudo existe, trazendo muitos filhos à glória, consagrasse pelas aflições o príncipe da salvação deles. Porque, assim o que santifica, como os que são santificados, são todos de um; por cuja causa não se envergonha de lhes chamar irmãos. Hebreus 2:10-11.

Porque os que dantes conheceu também os predestinou para serem conformes à imagem de seu Filho, a fim de que ele seja o primogênito entre muitos irmãos. Romanos 8:29.

 

               Jesus cuida de cada um como se não houvesse outra criatura na face da Terra. Como Divindade, exerce forte poder em nosso favor, ao passo que, como nosso Irmão mais velho, sente todas as nossas tristezas. Testemunhos para a Igreja, Vol. 5, 346. [II TSM 115].

            Deus nos deixa enfrentar na Terra as tempestades e conflitos a fim de aperfeiçoarmos o caráter cristão, de nos relacionarmos mais intimamente com Deus, nosso Pai, e com Cristo, nosso Irmão mais velho; e fazermos obra para o Mestre, ganhando para Ele muitas almas, de modo que, com coração alegre, possamos ouvir as palavras: ”Bem está, servo bom e fiel… entra no gozo do teu Senhor.” Mat. 25:21. (Review and Herald, 25 de outubro de 1881). Serviço Cristão, 275.

            Não nos esforçaremos para fazer o melhor uso possível de nossa capacidade no pouco tempo que ainda nos resta para viver neste mundo, acrescentando uma graça a outra, e uma capacidade a outra, mostrando que, nos lugares celestiais, temos acesso a uma fonte de poder? Cristo disse: ”É-Me dado todo o poder no Céu e na Terra.” Mat. 28:18. Para que Lhe é dado o poder? – Para nós. Ele quer que compreendamos que voltou para o Céu como nosso Irmão mais velho, e que o poder ilimitado que Lhe é dado está à nossa disposição. Testemunhos para a Igreja, Vol. 9, 186. [III TSM 384].

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Na Cruz do Calvário, Cristo Sofreu em Nosso Lugar

E, à hora nona, Jesus exclamou com grande voz, dizendo: Eloí, Eloí, lamá sabactâni? que, traduzido, é: Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste? Marcos 15:34.

 

            Na expiação fez-se justiça completa. Em lugar do pecador, o imaculado Filho de Deus recebeu a penalidade, e o pecador é libertado, contanto que receba e conserve a Cristo como seu Salvador pessoal. Sendo culpado, é tido como inocente. Cristo satisfez todas as reivindicações exigidas pela justiça. Youth’s Instructor, 25 de abril de 1901.

            Cristo não poderia ter efetuado essa obra, não fosse Ele pessoalmente imaculado. Só alguém que fosse a perfeição em pessoa poderia ser ao mesmo tempo o portador de pecados e o perdoador de pecados. Manuscrito 165, 1899. 

            A culpa de todos os pecados imprimia seu peso sobre a alma divina do Redentor do Mundo. Signs of the Times, 5 de dezembro de 1892.

            O Filho de Deus suportou a ira de Deus contra o pecado. Todo o acumulado pecado do mundo foi posto sobre o Portador do pecado, que era inocente e que, unicamente, podia ser a propiciação pelo pecado, porque Ele mesmo era obediente. Era Um com Deus. Nenhuma mancha de corrupção estava sobre Ele. ST, 9 de dezembro de 1897.

            O santo Filho de Deus não teve que carregar pecados ou pesares Seus próprios; foi o Portador dos pesares alheios; sobre Ele foi colocada a iniquidade de todos nós. Mediante simpatia divina, Ele se une ao homem e, como representante da raça humana, sujeita-se a ser tratado como transgressor. Ele olha para o abismo da desgraça, que com os nossos pecados nós abrimos, e se dispõe a servir de ponte sobre o abismo que separa de Deus o homem. Bible Echo and Signs of the Times, 1 de agosto de 1892.

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A Agonia do Divino Sofredor

Àquele que não conheceu pecado, o fez pecado por nós; para que nele fôssemos feitos justiça de Deus. II Coríntios 5:21.

 

            Enquanto o Filho de Deus Se achava curvado no Getsêmani, em atitude de oração, a angústia de espírito que experimentava forçou-Lhe dos poros um suor como grandes gotas de sangue. Foi ali que O circundou o horror de uma grande treva. Achavam-se sobre Ele os pecados do mundo. […] A ira que devia ter caído sobre o homem, caía agora sobre Cristo. Foi ali que o misterioso cálice Lhe tremeu na mão. […]

            Foi o senso do desagrado do Pai em conseqüência do pecado que Lhe rompeu o coração com tão penetrante agonia, e forçou-Lhe da fronte grandes gotas de sangue que, rolando pelas faces pálidas, caíram em terra, umedecendo o solo. Testemunhos para a Igreja, Vol. 2, 203-204. [ I TSM 222-223].

                A natureza humana teria ali, naquele mesmo momento, morrido sob o horror do senso do pecado, se um anjo do Céu não O tivesse fortalecido para suportar a agonia.

            O poder que infligiu justiça retribuitiva ao substituto e fiador do homem, foi o poder que susteve e encorajou o Sofredor sob o tremendo peso da ira que devia haver caído sobre um mundo de pecado. Cristo estava sofrendo a morte que havia sido sentenciada aos transgressores da lei de Deus. […]

               O ser humano não foi feito um portador de pecado, e jamais conhecerá o horror da maldição do pecado sofrida pelo Salvador. Dor alguma pode suportar qualquer comparação com a dor dAquele sobre quem caiu a ira de Deus com força esmagadora. (Man. 35, 1895). Comentário Bíblico, Vol. 5, 1103.

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Jesus Poderia ter Cedido à Tentação

E, achado na forma de homem, humilhou-se a si mesmo, sendo obediente até à morte, e morte de cruz. Filipenses 2:8.

 

                Como Deus, Ele não podia ser tentado; mas, como homem, podia sê-lo, e isso fortemente, e podia ceder às tentações. (Man. 94, 1893). Mensagens Escolhidas, Vol. 3, 129.

            Pretendem muitos que era impossível Cristo ser vencido pela tentação. Neste caso, não teria sido colocado na posição de Adão; não poderia haver obtido a vitória que aquele deixara de ganhar. Se tivéssemos, em certo sentido, um mais probante conflito do que teve Cristo, então Ele não estaria habilitado para nos socorrer. Mas nosso Salvador Se revestiu da humanidade com todas as contingências da mesma. Tomou a natureza do homem com a possibilidade de ceder à tentação. Não temos que suportar coisa nenhuma que Ele não tenha sofrido. Desejado de Todas as Nações, 117.

               Os que afirmam que era impossível Cristo pecar, não podem crer que Ele tomasse realmente sobre Si a natureza humana. (Man. 141, 1901). Comentário Bíblico, Vol. 7, 929.

            Tivesse sido tocada a cabeça de Cristo, e teria perecido a esperança da raça humana. A ira divina teria sobrevindo a Cristo, como sobreveio a Adão. Cristo e a igreja teriam ficado sem esperança. (ST, 9 de junho de 1898). Mensagens Escolhidas, Vol. 1, 256.

            As tentações às quais Cristo foi submetido eram uma terrível realidade. Como livre agente moral, Ele foi posto à prova, com liberdade para ceder às tentações de Satanás e agir em oposição à vontade de Deus. […]

            As tentações de Cristo e Seus sofrimentos diante delas eram proporcionais a Seu elevado caráter sem pecado. […]

            A menos que haja a possibilidade de ceder, a tentação não é tentação. Ela é resistida quando o homem é fortemente influenciado a cometer uma má ação; e, sabendo que pode praticá-la, resiste, pela fé, com firme apego ao poder divino. Foi esta a provação pela qual Cristo passou. (Youth’s Instructor, 26 de outubro de 1899). Mensagens Escolhidas, Vol. 3, 131-132.

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O Inocente se Batizou para nos dar o Exemplo

Porque para isto sois chamados; pois também Cristo padeceu por nós, deixando-nos o exemplo, para que sigais as suas pisadas. I Pedro 2:21.

 

             Como poderia ele [João Batista], pecador, batizar o Inocente? E por que haveria Aquele que não necessitava de arrependimento, de submeter-Se a um rito que era uma confissão de culpa a ser lavada?

            Ao pedir Jesus, o batismo, João recusou, exclamando: ”Eu careço de ser batizado por Ti, e vens Tu a mim?” Com firme, se bem que branda autoridade, Jesus respondeu: ”Deixa por agora, porque assim nos convém cumprir toda a justiça”. E João, cedendo, desceu com o Salvador ao Jordão, sepultando-O nas águas. ”E logo que saiu da água” Jesus ”viu os céus abertos, e o Espírito, que como pomba descia sobre Ele” Mat. 3:14 e 15. Jesus não recebeu o batismo como confissão de pecado de Sua própria parte. Identificou-Se com os pecadores, dando os passos que nos cumpre dar. A vida de sofrimento e paciente perseverança que viveu depois do batismo, foi também um exemplo para nós. Desejado de Todas as Nações, 110-111.

            Embora fosse isento da mancha do pecado, as finas sensibilidades de Sua natureza santa tornavam-Lhe o contato com o mal indizivelmente penoso. Não obstante tendo sobre Si a natureza humana, enfrentou o arqui-apóstata face a face, e sozinho resistiu ao inimigo de Seu trono. … Nem mesmo por um pensamento podia Cristo ser levado a ceder ao poder da tentação. Satanás encontra no coração humano alguns pontos em que ele pode assentar o pé; algum desejo pecaminoso é acariciado, por meio do qual suas tentações se estabelecem. Cristo, porém, declarou quanto a Si mesmo: ”Se aproxima o príncipe deste mundo e nada tem em Mim.” João 14:30. As tempestades da tentação irromperam sobre Ele, mas não puderam fazer com que Ele Se afastasse de Sua união com Deus. (RH, 8 de novembro de 1887). MM, 1965, Para Conhecê-Lo, 34.

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A Maior Tentação de Cristo

Por isso convinha que em tudo fosse semelhante
aos irmãos, para ser misericordioso e fiel
sumo sacerdote naquilo que é de Deus,
para expiar os pecados do povo.
Hebreus 2:17.

Se Cristo tivesse sido enganado pelas tentações de Satanás e houvesse exercido Seu poder miraculoso para livrar-Se de alguma dificuldade, Ele teria rompido o contrato feito com Seu Pai de ser alguém provado em lugar da raça. […] Foi tão difícil para Ele manter o nível da humanidade como é difícil para o homem elevar-se acima do nível baixo da sua natureza depravada, e ser co-participante da natureza divina.                                          

Cristo foi submetido à mais rigorosa prova, que requereu a força de todas as Suas faculdades para à inclinação de, quando em dificuldade, usar o Seu poder para livrar-Se do perigo e triunfar sobre o poder do príncipe das trevas. […] Porque o Filho de Deus vinculou-se à fraqueza da humanidade para que fosse tentado em todos os aspectos que o homem é tentado, Satanás tripudiou sobre Ele e O insultou. Review and Herald, 1 de abril de 1875. (Trechos em: No Deserto da Tentação, págs. 102-103).

Cristo, que era sem pecado, a quem o Espírito Santo foi concedido sem medida, reconhecia constantemente Sua dependência de Deus, e da Fonte de poder e sabedoria buscava novos suprimentos. (RH, 8 de novembro de 1887). MM, 1965, Para Conhecê-Lo, 252.

O dia todo atendia às multidões que iam ter com Ele e, ao anoitecer, ou bem cedo de manhã, retirava-Se para o santuário das montanhas em busca de comunhão com o Pai.

Muitas vezes o incessante trabalho e a luta com a inimizade e os falsos ensinos dos rabis O deixavam tão fatigado que Sua mãe e irmãos, e mesmo os discípulos, receavam que Sua vida fosse sacrificada. Mas, ao voltar das horas de oração que encerravam o atarefado dia, notavam-Lhe o aspecto sereno do rosto, o vigor, a vida e o poder de que todo o Seu ser parecia possuído. Das horas passadas a sós com Deus Ele saía, manhã após manhã, para levar aos homens a luz do Céu. Ciência do Bom Viver, 55-56.

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A Natureza sem Pecado de Jesus (Parte 4)

Porque nos convinha tal sumo sacerdote, santo, inocente, imaculado,
separado dos pecadores, e feito mais sublime do que os céus.
Hebreus 7:26.

 

Quando Cristo inclinou a cabeça e morreu, trouxe consigo ao chão as colunas do reino de Satanás. Venceu Satanás na mesma natureza sobre a qual, no Éden, Satanás obtivera vitória. O inimigo foi vencido por Cristo em Sua natureza humana. (Youth’s Instructor, 25 de abril de 1901). Comentário Bíblico, Vol. 5, 1108.

A natureza humana de Cristo era semelhante à nossa, e o sofrimento era mais intensamente sentido por Ele, pois Sua natureza espiritual era livre de toda mácula de pecado. Portanto, Seu desejo para a remoção do sofrimento era mais forte do que o que os seres humanos podem experimentar. (ST, 9 de dezembro de 1897). Idem, 1104.

Seja cuidadoso, extremamente cuidadoso, ao tratar da natureza humana de Cristo. Não O apresente diante das pessoas como um homem com propensões para o pecado. Ele é o segundo Adão. […] Evite toda e qualquer questão relacionada com a humanidade de Cristo que possa ser mal-entendida. A verdade fica muito próxima da trilha da presunção. Ao tratar sobre a humanidade de Cristo, é preciso que esteja muito atento a cada afirmação para que suas palavras não sejam entendidas de maneira diferente, e assim perca a percepção clara da Sua humanidade combinada com a divindade, ou que a deixe empalidecer.

O Seu nascimento foi um milagre de Deus; pois o anjo disse: [Citação de Lucas 1:31-35]. Estas palavras não são aplicadas a nenhum ser humano, exceto o Filho do Deus Infinito. Nunca, de maneira alguma, deixe a mais leve impressão sobre as mentes humanas de que havia uma mancha ou inclinação para a corrupção sobre Cristo, ou que, de alguma maneira, Ele cedeu à corrupção. […] A encarnação de Cristo sempre foi e sempre será um mistério. O que foi revelado, assim o foi para nós e nossos filhos, mas que todos os seres humanos se acautelem quanto a considerar Cristo totalmente, como nós outros, pois isso não pode ser. (Carta 8, 1895). Idem, 1128-1129.

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