reflexoes2017_img_destac

Um Testemunho Especial Dirigido a um Músico

Preparado está o meu coração, ó Deus, preparado está o meu coração; cantarei, e darei louvores. Salmos 57:7.

Foi-me mostrado o caso do irmão U – que ele seria um peso à igreja, a não ser que entrasse numa relação mais íntima com Deus. Ele é convencido. Sente-se ofendido se alguém questiona as suas ações. Se achar que um outro foi escolhido antes dele, sente-se injustiçado….

O irmão U tem bom conhecimento de música, mas a sua educação musical é de tal índole que se adapta mais ao palco de um teatro do que à solene adoração de Deus. Numa reunião religiosa, o ato de cantar é tanto uma adoração a Deus como o ato de pregar, e qualquer excentricidade ou traço de caráter esquisito chama a atenção das pessoas e destrói a séria e solene impressão que deve ser o resultado da música sacra. Qualquer coisa estranha e excêntrica no canto diminui a seriedade e o caráter sagrado do culto. […]

Pode-se dizer a mesma coisa sobre o canto. Você assume atitudes indignas. Usa todo o poder e volume de voz que lhe é possível. Abafa a melodia e as notas mais musicais de outros cantores. Essa movimentação física e a voz áspera e estridente não trazem nenhuma melodia para aqueles que a ouvem na Terra e também no Céu. Essa maneira de cantar é defeituosa, e não é aceitável a Deus como acordes musicais perfeitos, suaves e melodiosos. Entre os anjos não há tais exibições musicais como as que tenho visto algumas vezes em nossas reuniões. Notas ásperas e gesticulações exageradas não são exibidas entre os componentes do coro angelical. O cântico deles não irrita os ouvidos. É macio e melodioso, e ocorre sem esse grande esforço que tenho testemunhado. Não é algo forçado que requer muito esforço físico. Manuscrito 5, 1874. Mensagens Escolhidas, Vol. 3, 332-333.

Você tem cantado mais para os homens do que para Deus. Quando a sua voz, em sons fortes, se ergue acima de toda a congregação, você pensa na admiração que está causando. […] O amor ao louvor tem sido o principal incentivo de sua vida. Esta é uma pobre motivação para um cristão. Manuscrito 5, 1874. Ibidem, 335.


Esta publicação está presente nas Reflexões Semanais 2017, para o pôr-do-sol de 6 de outubro de 2017.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *